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Gleisi lamenta nanismo da frente anti-Bolsonaro

Sob o impacto da nova pesquisa do Ibope, que apontou vantagem de 18 pontos de Jair Bolsonaro sobre Fernando Haddad, a presidente do PT lamentou a baixa adesão à ideia de formar uma “frente democrática” contra o capitão. Gleisi Hoffmann manifestou-se sobre o tema em nota veiculada na noite desta segunda-feira (15), no Twitter. Afirmou que o PT não se omitiria se o adversário de Bolsonaro fosse outro.

“Se o PT não estivesse no segundo turno, apoiaria o adversário do deputado Bolsonaro”, escreveu Gleisi, “porque ele não vai promover a democracia no país. Esperávamos que isso fosse um movimento natural e estou vendo que não é. Adiante, a história avaliará a todos nós.”

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Desabafo de Cid perfura como prego em caixão

Ao chutar o balde num ato pró-Fernando Haddad, no Ceará, o senador eleito Cid Gomes espalhou o cheiro de enxofre que emana dos subterrâneos da candidatura presidencial do PT. O miasma ficará no ar até o próximo dia 28, quando o eleitor voltará às urnas. O desabafo do irmão de Ciro Gomes foi perfurante como prego em caixão: o PT “vai perder a eleição”, declarou. Vai ''perder feio''.

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Análise: Mensagens simples e eficazes fazem campanha de Bolsonaro decolar

BRASÍLIA — Ao confirmar a tendência detectada pelo Datafolha na semana passada, a pesquisa do Ibope mostra que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro , caminha para uma vitória estrondosa no dia 28 – a não ser que um cataclismo aconteça.

É normal que candidatos com maior votação no primeiro turno saiam na frente no round seguinte. Mas Bolsonaro foi além disso. O candidato do PSL não só manteve uma sólida base de seguidores fiéis — 41% deles dizem não ter dúvidas de que votarão no capitão — como atraiu mais eleitores que optaram por outros candidatos no primeiro turno do que Fernando Haddad, do PT.

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'Não dá para o PT pedir desculpas porque venceu', diz Gleisi

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O preço do voto

Em São Paulo, santinhos espalhados pelo chão no dia do primeiro turno das eleições deste anoEm São Paulo, santinhos espalhados pelo chão no dia do primeiro turno das eleições deste ano - Paulo Whitaker/Reuters

 

Em um curso forçado, sob o impacto das revelações da Lava Jato, o Brasil atingiu o objetivo de baratear as campanhas eleitorais.

Conforme esta Folha relatou, os candidatos aos múltiplos cargos em disputa no primeiro turno deste ano se valeram de uma receita total de R$ 2,8 bilhões. O montante decerto está longe de desprezível, mas aponta uma substancial redução após os R$ 6,4 bilhões, em valores corrigidos, desembolsados há quatro anos nos dois turnos.

Resta contabilizar, claro, os gastos dos confrontos finais ao Palácio do Planalto e aos governos de 13 estados; seria ingenuidade, ainda, imaginar que não tenha havido casos de caixa dois. De todo modo, não há dúvida de que se reverteu uma tendência de encarecimento contínuo dos pleitos no país.

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