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Indígenas ocupam prédio do Ministério da Saúde em Brasília

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Indígenas no prédio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), em Brasília — Foto: Afonso Ferreira/Divulgação

 

Um grupo de indígenas ocupou o prédio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, em Brasília, por volta das 10h desta segunda-feira (12).

Os manifestantes estão acampados no gramado da Funarte desde domingo (11) e vieram de diferentes regiões do país para a 1ª Marcha das Mulheres Indígenas.

Os indígenas acessaram o 4º andar do prédio, fizeram danças e cantaram (veja vídeo abaixo). O ato, segundo a organização, é pela "defesa do subsistema de atenção à saúde indígena".

Servidores do edifício acionaram a Polícia Militar, que reforçou a segurança no local.

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Prefeitos do ABC acomodam mais de 150 aliados em fundação que fura fila no SUS

Entre os indicados há dezenas de candidatos que perderam as eleições para vereador em 2016 e fazem parte dos partidos que compõem a base aliada dos três prefeitos do ABC, além de parentes de vereadores com mandato, secretários e ex-secretários das prefeituras. Com câmeras escondidas, o repórter Pedro Durán registrou como os vereadores interferem na fila. O código usado pra encurtar a espera por um especialista ou internação hospitalar é um cartão de visitas.

  • DURAÇÃO: 00:04:59 /CBN

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Funcionário entrega cartão de visitas do vereador Toninho Tavares (PSDB) com o nome de responsável por furar a fila em UBS. Câmera escondida/CBN (Crédito: )

Funcionário entrega cartão de visitas do vereador Toninho Tavares (PSDB) com o nome de responsável por furar a fila em UBS. Câmera escondida/CBN

 

POR PEDRO DURÁN ( O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. )
*colaboraram Paula Martini, Isabela Medeiros, Natalia Mota e Bianca Kirklewski

 

PARA VER A LISTA DE INDICADOS, COPIE ESTE LINK E COLE EM SEU NAVEGADOR: https://bit.ly/2KHyi8H

Entrar na fila do SUS pela porta... do gabinete de um vereador.

Tem sido assim nas cidades do ABC paulista, onde todo o sistema de saúde é comandado pela Fundação ABC, uma Organização Social gerida pela prefeitura de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

A CBN fez esse caminho e flagrou a negociação da facilitação de acesso em hospitais e clínicas.

Em São Bernardo do Campo, por exemplo, quem oferece a facilitação é Ailton Natalino de Lima, assessor do vice-presidente da Câmara, o vereador Toninho Tavares (PSDB).

Num cartão de visita do vereador, ele escreve o nome de um funcionário da UBS Baeta Neves no verso: Hermes Moreira Rocha. Esse é o código para furar a fila.

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Políticos de costas para a sociedade

Carlos Alberto Di Franco *, O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2019 | 03h00

As pautas não estão dentro das redações. Elas gritam em cada esquina. É só pôr o pé na rua e a reportagem salta na nossa frente. Essa percepção, infelizmente, é a que hoje mais falta aos jornais. Os diários perderam o cheiro do asfalto, o fascínio da vida, o drama do cotidiano. Têm o gosto insosso de hambúrguer em série.

O crescimento dos jornais depende de uma providência muito simples: sair às ruas, fazer reportagem. Só isso.

Você, amigo leitor, tem ido ao centro antigo de São Paulo? Faça o teste. É um convite à depressão. Não existe Prozac que resolva. É uma cidade assustadora: edifícios pichados, prédios invadidos, gente sofrida e abandonada, prostituição a céu aberto, zumbis afundados no crack, uma cidade sem alma e desfigurada pelas cicatrizes da ausência criminosa do poder público. A cidade de São Paulo foi demitida por seus governantes. E nós, jornalistas, precisamos mostrar a realidade. Não podemos ficar reféns das assessorias de comunicação e das maquiagens que falam de uma revitalização que só existe no papel. Temos o dever de pôr o dedo na chaga. Fazer reportagem. Escancarar as contradições entre o discurso empolado e a realidade cruel. Basta percorrer três quarteirões. As pautas estão quicando na nossa frente.

Jornalismo é isto: mostrar a vida, com suas luzes e suas sombras. São Paulo, a cidade mais rica do País e um dos maiores orçamentos públicos, é um retrato de corpo inteiro da falência do Estado. E o prefeito fala em reeleição. Numa boa. Como se tudo estivesse redondinho.

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Poços não instalados pelo Dnocs no Ceará chegam a 74% em 4 anos

Ds 502 poços profundos perfurados no Ceará pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), entre 2013 e 2016, apenas 118 foram instalados pelo órgão. O índice de não conclusão das obras hídricas dessa modalidade, no período, chega a 74,7% no total. Os dados foram obtidos com exclusividade pelo Diário do Nordeste, através da Lei de Acesso à Informação.

Os municípios mais atingidos são Quixadá, com 57 poços não instalados, seguido de Crateús (54), Tauá (40) e Lavras da Mangabeira (39). No total, são 32 municípios com a obra inacabada. Dentro do percentual não instalado, estão ainda 93 poços considerados secos. Outros estão na condição de abandonado, aterrado e em desobstrução.

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Cinco dicas (e uma curiosidade) para uma viagem ao Butão, o 'país da felicidade'

RIO - Você pode não estar ligando o nome à pessoa (no caso, ao território). Mas certamente já ouviu falar do autointitulado "país mais feliz do mundo". Encravadonos Himalaias , entre China e Índia, o Butão é um pequeno reino asiático que chamou a atenção do mundo ao criar um Índice de Felicidade Bruta para medir o nível de bem-estar de sua população.

 

A felicidade tem um preço. O Butão controla de perto a atividade turística, e não é possível visitar o país por conta própria. É preciso fechar um pacote com uma das operadoras de turismo locais, e é através delas que se consegue o visto, no valor de US$ 40, obrigatório para a entrada de todos os visitantes estrangeiros. O pacote custará pelo menos US$ 200 dólares por dia (ou US$ 250, na alta temporada (de março a maio e de setembro a novembro) e incluirá guia, motorista e entradas nos principais atrativos do país, além de hospedagem em hotéis que vão de três a cinco estrelas.

 

Só há duas companhias aéreas operando no país,  Drukair e Bhutan Airlines, que voam de cidades da Índia (Nova Délhi, Mumbai, Calcutá e outras), Tailândia (Bangcoc), Bangladesh (Daca), Nepal (Katmandu) e Cingapura para o aeroporto internacional de Paro.

 

CEO da Latitudes, agência de viagens dedicada ao turismo de experiências, Alexandre Cymbalista já teve a oportunidade de percorrer os vilarejos, palácios e templos deste país do Sul da Ásia. A seguir, ele dá algumas dicas do que ver e fazer por lá.

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Conheça as profissões que terão mais vagas na indústria até 2023

RIO - O avanço da inteligência artificial e da computação em nuvem nas empresas vão impulsionar a procura por empregos ligados à tecnologia. Profissionais habilitados a operar robôs, especialistas em programas computacionais e pesquisadores de engenharia são algumas das ocupações que vão experimentar forte avanço nos próximos quatro anos, aponta a pesquisa Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023, feita pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

 

Essas "novas" profissões vão crescer 22,4% até 2023. É o caso de condutores de processos robotizados. Já a demanda por pesquisadores de engenharia e tecnologia deverão ter avanço de 17,9%, seguido por especialista em comunicação de dados, com crescimento de 15%. Por outro lado, aponta o Senai, o crescimento médio para todas as ocupações industriais é de 8,5%. Na opinião de Rafael Luchesi, diretor-geral do Senai, há uma expressiva ampliação de empregos ligados à intensidade tecnológica.

 

- Esse resultado reflete as mudanças na indústria, com a automação do processo de produção. Nas fábricas, as máquinas têm se tornado mais complexas, o que exige um maior conhecimento dos profissionais capazes de operá-las. Ocupações que têm a tecnologia como base serão as com o maior crescimento. O mundo vive a 4ª revolução industrial e o estudo mostra que o Brasil está cada vez mais inserido nesse mundo - afirma Luchesi.

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