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Por que cresce o número de casais que optam por dormir em camas separadas?

NOVA YORK - Talvez Lucy e Ricky Ricardo estivessem certos o tempo todo: durma em sua própria cama. A maioria dos casais considera que compartilhar a cama é uma expressão necessária de intimidade e união, mas uma série de pesquisas mostra que há razões para dormir separadamente — como as clássicas cenas do programa de TV dos anos 50 "I Love Lucy", estrelado por Lucille Ball e seu marido na vida real, Desi Arnaz.

 

Os casais que dormem no mesmo quarto têm maior probabilidade de experimentar distúrbios noturnos do parceiro — como ronco, higiene ruim, inquietude e diferença de horários. E tudo isso pode levar a problemas de saúde, disfunção sexual e discussões conjugais.

 

Um estudo da Universidade de Medicina Paracelsus, na Alemanha, feito em 2016, mostrou que problemas de sono e problemas de relacionamentotendem a ocorrer simultaneamente. Na verdade, um estudo de 2013 da Universidade da Califórnia, nos EUA, descobriu que uma noite de insônia de um parceiro, causada pelos distúrbios do outro, pode resultar em conflitos na relação no dia seguinte.

 

— Embora existam benefícios em dormir juntos, o incômodo de um parceiro dormindo ou seus irritantes hábitos na cama podem afetar o outro e aumentar a produção do hormônio do estresse, o cortisol, causando problemas que afetam o casal como um todo — diz Mary Jo Rapini, psicoterapeuta de relacionamento e intimidade em Houston, no Texas.

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Lei de abuso de autoridade é troco da oligarquia...

Josias de Souza

15/08/2019 00h19

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A Câmara aprovou nesta quarta-feira o projeto que torna mais draconianas as punições para o crime de abuso de autoridade. Prevê punição para 30 condutas, inclusive prisão para juízes, procuradores e investigadores. Já havia passado pelo Senado. Teve o apoio de deputados de 18 partidos. Vai à sanção presidencial. Alega-se que o súbito interesse dos deputados não teve nada demais. Mas em política nada às vezes é uma palavra que ultrapassa tudo.

Em cinco anos de existência, a Lava Jato investigou, condenou e prendeu a nata da oligarquia político-empresarial do país. O impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Lula deram ao ex-juiz Sergio Moro e aos rapazes da força-tarefa de Curitiba uma sensação de invulnerabilidade.

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Para cada deputado expulso, partidos perdem até R$ 3,4 milhões em fundo eleitoral

BRASÍLIA E SÃO PAULO — Assim como Alexandre Frota (SP),expulso na terça-feira do PSL, outros 19 deputados federais sofrem, em seus partidos, processos por terem se desentendido com suas direções. Para cada excluído, porém, as siglas podem perder até R$ 3,47 milhões em fundo eleitoral nas eleições municipais do ano que vem, um total de R$ 70 milhões. No ano passado, o custo declarado das campanhas dos deputados federais eleitos variou de R$ 10.291 a R$ 2,5 milhões — teto estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

O valor e uma potencial diminuição nas bancadas fazem com que esses casos sejam tratados com cautela nos partidos. A estimativa é com base no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020, que dá R$ 3,7 bilhões ao fundo. Parte será distribuída com base nos deputados de cada partido, e parte com base nos senadores.

 

O PSB e o PDT abriram processos contra, respectivamente, dez e oito deputados que votaram a favor da reforma da Previdência. Eles formaram um grupo de WhatsApp, “Grupo dos 18”, para trocar ideias sobre as defesas que vão apresentar. Além deles, há o caso de Frota e de Aécio Neves (PSDB-MG), processado na Comissão de Ética do partido.

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Entenda como a MP da Liberdade Econômica muda vida de empresa e trabalhador

Filipe OliveiraArthur CagliariDanielle Brant / FOLHA DE SP
SÃO PAULO e BRASÍLIA

Aprovada na Câmara dos Deputados, a MP (medida provisória) da Liberdade Econômica traz dispositivos que podem simplificar a abertura de empresas, diminuir a burocracia no dia a dia das companhias.

A medida foi apelidada de minirreforma trabalhista, por ter incorporado na Câmara uma série de mudanças relativas  ao direito do trabalho.

Em seu texto, também há a previsão de que negócios de baixo risco não precisem de autorizações para começar a funcionar, o fim da necessidade de arquivamento de documentos (especialmente guias de recolhimento de imposto) em papel e maior proteção para o patrimônio de sócios de empresas e cotistas de fundos de investimento.

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ITR 2019: quem deve declarar o Imposto Territorial Rural

Ana Luiza de Carvalho, O Estado de S.Paulo

14 de agosto de 2019 | 15h17

Começou no último dia 12 de agosto o prazo para declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) 2019. Todo proprietário ou beneficiário de imóvel rural deve entregar a declaração até 30 de setembro e terá a cobrança calculada a partir do documento, com exceção dos isentos previstos em lei (saiba mais abaixo).

Em 2018 foram entregues 5.661.803 declarações do ITR 2019. A expectativa é que, neste ano, o número alcance 5,7 milhões, com um pequeno aumento. O supervisor nacional do Imposto de Renda da Receita FederalJoaquim Adir, afirma que a diferença não é expressiva. “Às vezes há uma divisão de terra, um terreno dividido em dois ou três imóveis. Mas é praticamente um arredondamento, é um número muito pequenininho que não chega a ser representativo”, explica.

Bolsonaro acusa Receita de ‘devassa’ contra familiares

Julia Lindner, O Estado de S. Paulo

14 de agosto de 2019 | 23h39

Brasília - O presidente Jair Bolsonaro reclamou nesta quarta-feira, 14, da Receita Federal e afirmou que a instituição fez uma “devassa” na vida financeira de seus familiares que vivem no Vale da Ribeira (SP). Bolsonaro citou especificamente seus quatro irmãos, que possuem comércio na cidade.

“Foi feita uma devassa. No ano passado, quase todo dia a Receita entrava na minha vida financeira para saber se tinha alguma coisa esquisita ali para tentar me derrubar na campanha, não acharam nada, e não vão achar mesmo. E estão fazendo com a minha família... Não é de hoje nessas questões aí”, afirmou Bolsonaro.

Ao chegar ao Palácio da Alvorada, o presidente respondeu a perguntas sobre uma suposta insatisfação que teria com o secretário especial da Receita, Marcos Cintra, por causa de uma possível “perseguição” aos negócios de seus irmãos.

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro, durante visita a Parnaíba (PI): 'Bandidos de esquerda começaram a voltar ao poder na Argentina', disse Foto: Alan Santos/PR

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