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Conheça a PEC que acaba com o Bolsa Família, mas que beneficia os pobres

CARTÃO DO BOLSA FAMILIA

 

 

 

A partir de terça-feira, 4, o Congresso Nacional voltará a pleno vapor. Pautas importantes dominarão a discussão política, como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que define a prisão após julgamento em segunda instância e as reformas tributária e administrativa. Junto desses temas, uma reforma profunda nos programas assistenciais do país tramitará quase que despercebida. Dentro da PEC nº 6, a chamada PEC Paralela, que está na Câmara, um artigo pode transformar para sempre os sistemas de distribuição de renda do país. Ele cria o Benefício Universal Infantil (BUI) em substituição ao Bolsa Família, ao Salário Família, ao Abono Salarial e à Dedução por Criança no Imposto de Renda. Caso aprovada, a PEC constitucionaliza os benefícios sociais.

 

Ao todo, foram distribuídos, em 2019, 52,8 bilhões de reais. Contudo, somente 45% desses recursos chegaram à parcela da população mais necessitada — considerando o universo de 80,1 milhões de brasileiros beneficiados pelos programas. Na proposição, os mais necessitados receberiam 72% do dinheiro. Com essa reorganização, de acordo com os economistas do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), três milhões de pessoas deixariam a extrema pobreza — o que representa 22,2% do total de pessoas nestas condições — e 5 milhões se livrariam da pobreza — 12,8% do total de pessoas nestas condições.

 

A matéria foi criada pelos deputados Tabata Amaral (PDT-SP), Felipe Rigoni (PSB-ES), Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) e Paula Belmonte (Cidadania-DF). Para acelerar seu trâmite, ela foi reapresentada pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e acatada pelo relator, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Aprovada no Senado Federal no fim de novembro passado, ela corre na Câmara. Precisa passar, junto do texto da PEC Paralela, por dois turnos de votação, com anuência de mais de três quintos dos deputados. Caso qualquer artigo da PEC seja alterado, a matéria voltará para o Senado. Corre-se o risco, contudo, de o trecho que trata do BUI ser suprimido — o que faria com que a matéria se perdesse, uma vez que emendas supressivas não fazem o projeto voltar para a Casa de origem. VEJA

Presidente do BNDES tem que explicar qual lei “legalizou” a corrupção no Brasil

O presidente do BNDES precisa explicar a declaração que fez sobre a corrupção. Gustavo Montezano disse que o Brasil criou leis para “legalizar” a corrupção. Ele deu a declaração após revelar que a auditoria da tal “caixa preta do BNDES" não encontrou ilegalidade nas operações que destinaram mais de R$ 20 bilhões a empresas do Grupo J&F.

— Nosso Brasil viveu um dos maiores escândalos de corrupção da história, turbinado com dinheiro público. Esse dinheiro saiu dos cofres do povo brasileiro. Então é legítimo que o povo se pergunte e questione mas como não houve nada de ilegal? E a verdade é que a gente concluiu que não houve nada de ilegal. A gente construiu leis, normas, aparatos legais e jurídicos que tornaram legal esse esquema de corrupção. A conclusão é essa. E é legítimo que a população tenha essa dúvida, e é importante que o banco esclareça que não fez nada de ilegal — disse Montezano.

Os erros de política econômica do BNDES não podem ser repetidos. O banco tampouco pode ficar no meio de um jogo político de palanque, como fez o presidente Jair Bolsonaro, ao criar a expectativa de que havia irregularidades escondidas numa “caixa-preta do BNDES”. Por fim, Montezano tem que explicar melhor quais leis acabaram por legalizar a corrupção no Brasil.

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Única viatura da PM quebra e deixa de rodar em Timbiras, no MA

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Única viatura da PM está sem pneus, sem placa e parou de rodar em Timbiras — Foto: Reprodução/TV Mirante

 

A única viatura da Polícia Militar quebrou e deixou de rodar na cidade de Timbiras, a cerca de 195 km de São Luís. A viatura sucateada chama a atenção da população na cidade. Os mais de 30 mil habitantes estão preocupados.

"Está triste. E se acontece alguma coisa na rua? Como eles vão sair para alguma diligência sem viatura?", afirmou o lavrador Wagner Farias.

Atualmente, o veículo está sem placa e os pneus estão carecas. Segundo os moradores, por um tempo os policiais ainda usavam a viatura, mesmo com tantos problemas. Porém, nos últimos dias, os policiais deixaram de se arriscar e encostaram a viatura em frente ao quartel da PM da cidade.

"Acontece uma coisa em um bairro e não tem socorro. As viaturas estão quebradas e é só uma para fazer. Não se resolve", declarou o vendedor Domingos Alves.

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União vende duas mansões na Península dos Ministros por R$ 18 milhões;

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Residências em área da Península dos Ministros, no Lago Sul, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

 

O Ministério da Economia arrecadou R$ 18 milhões na venda de dois imóveis funcionais na Península dos Ministros, no Lago Sul – área nobre de Brasília. As mansões estão localizadas na região das residências oficiais de ministros e de embaixadores.

A concorrência pública foi lançada em novembro do ano passado pela Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), e a venda confirmada na última terça-feira (28). O objetivo é reduzir os custos de manutenção e "minimizar" os números de imóveis do governo federal inutilizados (saiba mais abaixo).

As duas mansões estão localizadas na QL 12, Conjunto 15 (lotes 1 e 4). O valor da venda, segundo o governo, foi 44% maior ao inicialmente avaliado.

Uma das casas tem um terreno de 1.548 m² e área construída em 406,25 m², que inclui uma piscina (veja na foto abaixo). O preço mínimo avaliado foi de R$ 6,2 milhões. A venda foi feita em R$ 7,2 milhões por uma pessoa física.

Área interna de imóvel funcional no Lago Sul  — Foto: Ministério da Economia/Reprodução

Área interna de imóvel funcional no Lago Sul — Foto: Ministério da Economia/Reprodução

A outra casa possui terreno com 1.800 m², com área construída em 660,4 m² (veja na foto abaixo). O valor mínimo exigido foi de R$ 6.343. A empresa Bricco Construções comprou por R$ 10,812 milhões. O G1 tenta contato com a empresa (veja mais fotos no fim da matéria).

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SETOR DE GERAÇÃO DE ENERGIA

GERAÇÃO

As características físicas do Brasil, em especial a grande extensão territorial e a abundância de recursos hídricos, foram determinantes para a implantação de um parque gerador de energia elétrica de base predominantemente hidráulica.

As centrais de produção de eletricidade são objeto de concessão, autorização ou registro, segundo o enquadramento realizado em função do tipo de central, da capacidade a ser instalada e do destino da energia. Segundo o destino da energia, as centrais de produção podem ser classificadas como:

  •  Produtores cuja outorga de concessão específica que a energia produzida destina-se ao serviço público de eletricidade;
  • Produtores independentes (assumem o risco da comercialização de eletricidade com distribuidoras ou diretamente com consumidores livres); e
  • Autoprodutores (produção de energia para consumo próprio, podendo o excedente ser comercializado mediante uma autorização).

As geradoras podem vender sua energia para as distribuidoras, por meio de leilões públicos conduzidos pela ANEEL e operacionalizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, no chamado Ambiente de Contratação Regulada. No Ambiente de Contratação Livre – ACL, a energia pode ser comercializada a preços livremente negociados com comercializadoras, distribuidoras com mercado inferior a 500 GWh/ano e consumidores aptos a adquirir energia no mercado livre.

MECANISMO DE REALOCAÇÃO DE ENERGIA – MRE*

O MRE é um mecanismo financeiro de compartilhamento dos riscos financeiros associados à otimização eletroenergética do Sistema Interligado Nacional – SIN, e abrange todas as usinas hidrelétricas sujeitas ao despacho centralizado do Operador Nacional do Sistema – ONS.

Em termos de operacionalização, o MRE assegura que, no processo de contabilização na CCEE, todas as usinas participantes recebam seus níveis de garantia física, independentemente da geração efetiva de energia, desde que a geração total do MRE não esteja abaixo do total da garantia física do SIN, por meio da realocação de excedentes dos que geraram além das garantias físicas para os que geraram abaixo.

TARIFA DE ENERGIA DE OTIMIZAÇÃO*

As usinas hidrelétricas que fornecem energia ao MRE são compensadas, financeiramente, pelos agentes que recebem energia do mecanismo, seja pela cobertura da garantia física ou pela alocação de energia secundária, por meio da Tarifa de Energia de Otimização – TEO.

A TEO remunera os custos variáveis associados à operação, e compensações financeiras pelo uso da água, relativos à geração da energia realocada dentro do MRE. A compensação é efetuada dentro do processo de contabilização da CCEE.

ENERGIA SECUNDÁRIA*

Havendo geração no MRE que exceda a garantia física total do mecanismo, as usinas participantes passam a ter direito à energia secundária, que consiste na alocação do excedente na proporção das garantias físicas respectivas.

GENERATION SCALING FACTOR (GSF)

Atualmente denominado Fator de Ajuste do MRE, representa a relação entre a geração total do mecanismo e a garantia física total do mecanismo Sendo a relação entre as duas grandezas superior a “1”, verifica-se que houve geração de energia secundária no período, e, sendo menor que “1”, este é o fator de ajuste que será aplicado às garantias físicas das usinas do MRE, para possibilitar a cobertura de geração dessas usinas.

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Sistema Interligado Nacional

Sistema Interligado Nacional (SIN) é um sistema de coordenação e controle, formado pelas empresas das regiões SulSudesteCentro-OesteNordeste e parte da região Norte, que congrega o sistema de produção e transmissão de energia elétrica do Brasil, que é um sistema hidrotérmico de grande porte, com predominância de usinas hidrelétricas e proprietários múltiplos, estatais e privados. Foi criado em 1998 através da resolução 351/98 do Ministério das Minas e Energia, em conformidade com a Lei 9.648/98 e o Decreto 2.655/98.

Apenas 1,7% da capacidade de produção de eletricidade do país encontra-se fora do SIN, em pequenos sistemas isolados localizados principalmente na região amazônica.

Composição[editar | editar código-fonte]

O sistema brasileiro é dividido em quatro grandes subsistemas, além de diversos sistemas isolados.[1]

  • Subsistema Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO) - abrange as regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, além dos estados de Rondônia e Acre;
  • Subsistema Sul (S) - abrange a região Sul do país;
  • Subsistema Nordeste (NE) - abrange a região Nordeste do país, com a exceção do estado do Maranhão;
  • Subsistema Norte (N) - abrange os estados do AmapáAmazonasMaranhãoPará e Tocantins;
  • Sistemas isolados.

Os subsistemas do SIN são todos interligados entre si, de forma a aproveitar melhor a sazonalidade dos rios e de permutar os excedentes de energia elétrica durante o período das cheias em cada região.

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