Onde estão as críticas de artistas à grosseria de Zé de Abreu?
Todos nós lemos no twitter e nas redes que Zé de Abreu ameaçou “desmascarar” Regina Duarte, agora que ela se tornou secretária de Cultura. É ensurdecedor o silêncio da classe artística - e especialmente das mulheres - ao machismo do ator.
Que critique a colega, que discorde de seus pensamentos, não faltam temas para discussão cultural ou política, Zé não foi nem será o único. Mas dizer publicamente, referindo-se a Regina: “Eu sei o que fizemos em sua casa, na Barra da Tijuca…Eu sou artista, assumo meus vícios e me liberei deles”... Aí não dá. Por que no te callas?
"Lembra de quantos gays lhe tiraram rugas? Coloriram seus cabelos brancos? Criaram figurinos para esconder suas banhas? Você está c...gando na cabeça deles! Eles me ligam, desesperados, com sua postura! Tenha vergonha nessa cara! Vou até o fim", disse ainda Zé de Abreu.
O ator ainda tem coragem de falar em "postura". Não sei o que ele considera "ir até o fim", mas, antes disso, o ator deveria levar uma prensa e ser aconselhado por seus colegas e amigos. Não pode virar porta-voz de ninguém minimamente educado.
O #metoo não vai achar tudo isso machista, baixo, meio nojento? Zé de Abreu não levará bronca nenhuma das mulheres? Nem dos homens? O ator de 73 anos não tem medida em seu descontrole. Zero elegância. Critica a intolerância da direita, mas age igual. Cospe ofensas.
Não era para ser assim. Aparentemente, Zé de Abreu está bem resolvido e feliz. Namora uma maquiadora 51 anos mais nova, muito bonita, Carol Junger, de 22 anos. Vi o casal no aeroporto no ano passado, ele totalmente encantado por ela. Eles tiraram férias nas Maldivas, um arquipélago paradisíaco, no Oceano Índico, conhecido como destino de luxo. Uma boa vida de um ator bem sucedido de novela. Não é para qualquer um.
Zé não aceita que Regina tenha se tornado secretária do governo Bolsonaro. Tem todo o direito. Mas ele ofende os apoiadores do ex-presidente Lula e seus colegas de esquerda, joga na lama sua própria reputação ao fazer insinuações pessoais sobre Regina Duarte. Ele poderia ser ignorado. Mas acho que não. Zé fala impropérios com um tom que lembra sabe quem? O Roberto Alvim. Aquele.
Entenda como a China pode construir um hospital em 10 dias
Wuhan, cidade na China epicentro do surto do novo coronavírus, chamou atenção do mundo ao anunciar na semana passada a construção de dois novos hospitais para dar conta da crise de saúde. A expectativa é que o primeiro deles comece a funcionar nesta segunda-feira (3) — apenas dez dias depois do início das obras.
E como isso seria possível?
Segundo o governo chinês, a resposta está no uso de construções pré-fabricadas para abrigar as centenas de leitos. Módulo a módulo, os hospitais vão sendo montados a partir das peças que chegam das fábricas ou depósitos.
Operários instalam peças pré-fabricadas para montar os módulos do hospital Huoshenshan. Unidade em Wuhan, na China, atenderá pacientes com o novo coronavírus — Foto: Chinatopix via AP
Imagens da emissora estatal chinesa CGTN mostraram dezenas de tratores nivelando o solo para receber os blocos pré-fabricados. Enquanto os primeiros módulos eram montados, operários preparavam a rede elétrica do novo local.
Relatório da Aneel diz que ONS contratou por R$ 300 mil 'lobby' de ex-diretor da agência
31 de janeiro de 2020 | 11h3
BRASÍLIA - A auditoria realizada por técnicos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que passou um pente-fino nos gastos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) registrados entre 2014 e 2018, afirma que o órgão contratou serviços do escritório do ex-diretor da Aneel, o advogado Julião Coelho, para que ele atuasse como um tipo de “lobista” na defesa do ONS, em um processo que tramitava no Tribunal de Contas da União (TCU).
Segundo a Aneel, o contrato foi firmado em 2016, após “sumária e direcionada pesquisa de mercado” para escolha do escritório de advocacia. Na ocasião, o ONS contratou, sem a realização de licitação, os serviços advocatícios do escritório Julião Coelho Advocacia, pelo valor de R$ 300 mil. A contratação, afirmam os técnicos da Aneel, envolvia “apenas a defesa administrativa do ONS junto ao TCU, não incluindo, portanto, quaisquer ações judiciais posteriormente necessárias”.
Reportagem publicada nesta quinta-feira, 30, pelo Estado, baseada em um pedido feito por meio da Lei de Acesso à Informação, revelou que o ONS, segundo levantamento da Aneel, incorreu em uma série de gastos sem relação com suas atividades, como a contratação, sem licitação, de duas empresas de massoterapia, para prestarem serviços de “shiatsu expresso” a seus funcionários, ao custo total de R$ 307 mil, além de mais R$ 106 mil para que seus funcionários participassem de corridas de rua e outros R$ 70 mil para bancar contas de hotéis e restaurantes de luxo.
Na avaliação dos técnicos da agência, o processo de contratação do escritório de advocacia também teria incorrido em irregularidades, porque foi restrito e se baseou apenas a uma consulta feita a três empresas “predefinidas”, sem incluir demais análises de mercado. A Aneel declara ainda que, após a escolha do escritório de Julião Coelho, este se uniu a um segundo escritório para prestar o serviço, o Galvão, Jobim e Vieira de Carvalho Advogados Associados, que não tinha participado da pesquisa inicial feita pelo ONS.
“A justificativa apresentada pelo ONS a fim de que se viabilizasse a referida contratação se assemelha muito mais à contratação de ‘lobby’ do que efetivamente serviços técnicos e jurídicos a serem prestados no âmbito daquele tribunal de contas”, afirma a área técnica da agência, ao mencionar que a contratação se baseou na “necessidade de realização de articulação, despacho diretamente com os ministros (do TCU) o que requerem profissionais que possuam experiência e conhecimento dos trâmites dentro do Tribunal, (...), incluindo a realização de articulação/despachos com os Ministros do TCU envolvidos”.
O ONS chegou a fazer um pagamento inicial de R$ 100 mil pelos serviços advocatícios que recebeu. Os demais R$ 200 mil não chegaram a ser pagos, porque estavam atrelados ao sucesso que os advogados poderiam ter no processo administrativo que em andamento no TCU. O tribunal, no entanto, acabou rejeitando as argumentações levadas pelos advogados do ONS, o que anulou o pagamento de “honorários de êxito”.
Desemprego fica em 11% em dezembro, mas ainda atinge 11,6 milhões, diz IBGE
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11% no trimestre encerrado em dezembro, atingindo 11,6 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Foi a terceira queda seguida do indicador, que ficou em 11,2% nos três meses até outubro. Com isso, a taxa de desemprego segue no menor patamar desde o trimestre encerrado em março de 2016, quando foi de 10,9%. Para trimestres encerrados em dezembro, é a menor taxa registrada desde 2015, quando ficou em 8,9%.
Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1
“Verificamos um aumento significativo (de postos de trabalho) ao longo do ano. Isso tem a ver com contratações em diversas áreas e uma reação do comércio a partir do fim do ano. Claro, nessa época do ano devemos levar em consideração a sazonalidade característica do fim do ano. Precisamos esperar para verificar se essas pessoas permanecerão empregadas”, afirmou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.
“Alguns setores, como construção e indústria, que vinham apresentando quedas, conseguiram contratar”.
PROGRAMA DESTAQUE POLITICO EDIÇÃO DO DIA 31 DE JANEIR0 2020
AS MANCHETES
SALLES TEM QUALIDADE, MAS WEINTRAUB ‘BRINCA COM FUTURO DE CRIANÇAS’, DIZ MAIA
PRESIDENTE DO BNDES TEM QUE EXPLICAR QUAL LEI “LEGALIZOU” A CORRUPÇÃO NO BRASIL
JUDICIÁRIO E MINISTÉRIO PÚBLICO ESTOURARAM TETO DE GASTOS EM 2019, DIZ TESOURO
NOVO CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIÇA DO TJ-SP COBRA PONTUALIDADE DE JUÍZES
PARA MAIA, GOVERNO PRECISA ENCAMINHAR REFORMA ADMINISTRATIVA PARA QUE O TEMA AVANCE NA CÂMARA
O COMENTÁRIO DO DIA
CRESCIMENTO DEVERÁ SER MAIS FORTE EM 2020
Notas & Informações, O Estado de S.Paulo
Forma-se a convicção de que o Brasil terá um crescimento econômico mais expressivo neste ano, ainda que os números devam ser distantes não só dos observados no passado, em tempos de euforia, como dos desejáveis para que a indústria, o varejo e os serviços recuperem as marcas do início desta década. Além disso, será um crescimento muito dependente do consumo das famílias. Respeitadas as limitações, o consumo poderá crescer com o aumento do crédito.
O investimento também poderá subir, se o País confirmar sua capacidade de atrair o investidor estrangeiro.
Os sinais dos últimos dias foram promissores. Não só o Fundo Monetário Internacional (FMI), mas departamentos econômicos de bancos e consultorias, além de autoridades, estão revendo para cima as expectativas de aceleração do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020. Marcelo Sachsida, secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, admite, como previsão pessoal, que o crescimento do PIB possa ficar entre 2,5% e 3%, mais, portanto, do que a estimativa oficial de 2,4%.
O que dá relevo às previsões é o fato de que a retomada não virá de estímulos de curto prazo, como a liberação de recursos do FGTS e do PIS-Pasep. “Estamos mudando o mix de crescimento, porque antes o governo era o gerador e isso nos levou a uma crise fiscal terrível”, disse Sachsida.
O Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV) de janeiro reforça o cenário promissor, inclusive no exterior. “Há sinais mais nítidos de estabilização da atividade econômica mundial, após meses de desaceleração, com a maioria dos indicadores econômicos sinalizando queda do risco de uma recessão global em 2020”, segundo o estudo.
No País, o mercado de trabalho melhora, a alta do salário mínimo foi definida conforme o esperado e a informalidade tende a cair. Ademais, a confiança cresce, com destaque para a construção. “Os ventos da recuperação econômica começam a soprar com mais força”, afirmam Armando Castelar Pinheiro e Silvia Matos, do Ibre.
A recuperação mais acentuada deverá vir do comércio exterior, da agropecuária e da indústria, puxada pela extrativa. O humor econômico parece mudar para melhor. Até o consumo do governo deverá ter leve alta, em ano de eleições. O Brasil deverá crescer mais, sem euforia, segundo a FGV.
JORNAL PRIMEIRA HORA
por Assessoria de Comunicação - Edição 326 - 28/01/2020
PODER LEGISLATIVO CEARENSE – NO CENTRO DAS DISCUSSÕES
INFORMAÇÕES 2020
SALLES TEM QUALIDADE, MAS WEINTRAUB ‘BRINCA COM FUTURO DE CRIANÇAS’, DIZ MAIA
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que criticou nesta quarta-feira, 29, os ministros da Meio Ambiente e da Educação, Ricardo Salles e Abraham Weintraub, respectivamente, quis deixar claro nesta Quinta-feira (30) em conversa com jornalistas, que vê diferenças na percepção que tem dos dois.
“Quanto ao Salles, eu acredito que ele radicalizou no ano passado, mas é um ministro que tem qualidade. Já o ministro da Educação atrapalha o Brasil, tem visão ideológica e brinca com o futuro de milhões de crianças”, disse o parlamentar.
Maia evitou responder se defende ou não a demissão dos ministros, ao dizer que essa é uma decisão que cabe ao presidente Jair Bolsonaro. Reiterou, em seguida, que tem uma boa relação com o Executivo no que se refere à agenda econômica.
O presidente da Câmara também não quis comentar a decisão de Bolsonaro de tirar o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) da Casa Civil e levar para o Ministério da Economia. “Não cabe ao Parlamento fazer críticas (a algo do Executivo)”, disse. ISTOÉ
Governo Bolsonaro vive verão de fraturas e frituras de ministros
Generais-ministros com salas próximas à de Jair Bolsonaro, amigos sem cargo do presidente e a filhocracia ajudam a preencher noticiário fraco do recesso político com frituras de ministros. A mumunha envolve quase um quarto do ministério.
Nem tudo é mera fofoca; a intriga não brota da cabeça dos jornalistas. Tem ministro e assessor graduado que telefona para espalhar o óleo quente. A gente não pode fingir que não ouviu ou não leu a mensagem.
Onyx Lorenzoni acaba de entrar nessa roda do infortúnio. Ministros que trabalham no Planalto querem que o chefe da Casa Civil volte oficialmente à sua irrelevância de costume na Câmara dos Deputados. Seu ministério já é uma casca vazia.
É apenas o caso mais recente de fritura, motivado pela demissão, readmissão e redemissão de um sub de Onyx, aquele que brincava no play dos Bolsonarinhos e viajou de aviãozinho para a Índia.
Note-se de passagem que é mais um “aliado de primeira hora” de Bolsonaro que vai ficando por último na apreciação presidencial (vide o caso dos escorraçados Magno Malta, Santos Cruz e Gustavo Bebianno).
A cadeira de Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional) é disputada desde fins do ano passado. Tentam passar-lhe a rasteira antes da volta dos trabalhos no Congresso. Aliados parlamentares de Bolsonaro acham que o cargo tem de ser “político” (deles).
Abraham Weintraub, aboletado no Ministério da Educação, não cai por birra de Bolsonaro e pela resistência da seita do orvalho de cavalo. Está desmoralizado a ponto de ser escarnecido com desprezo, em público, por dois dias seguidos, por Rodrigo Maia, presidente da Câmara e premiê informal da República das Reformas do Brasil.
“Desastre”, caso “grave”, “atrapalha o futuro” do Brasil e de milhões de crianças, disse Maia sobre o ministro, com razão.
Autoridades não têm mais pudor de chutar cachorro vivo. Não há mais pudor em geral, muito por inspiração da Nova República da Boca Suja.
Embora a palavra “desmoralizado” tenha sido desmoralizada no Brasil desta nova era desavergonhada, bárbara e cafajeste, o inepto Weintraub estaria na rua se fosse pelo gosto de ministros-generais. Mas a seita e seus sacerdotes da filhocracia querem controlar o processo. Se Weintraub cair, querem outro perturbado para chamar de seu.
Ricardo Salles, ministro do Mau Ambiente, deve ser tutelado pelo ainda misterioso Conselho da Amazônia, a ser presidido pelo vice-general Hamilton Mourão. Além de a equipe econômica passar carão ambiental lá fora, até para o dinheiro grosso do mundo o Brasil estava ficando grosso demais com essa história de rapar a floresta e trucidar indígenas.
Como também se recorda, amigos e filhos de Bolsonaro tentaram fritar Sérgio Moro e, ao menos, arrancar-lhe a Polícia Federal. Bolsonaro caiu na conversa e criou uma crise do nada com seu ministro da Justiça. A primeira família saiu queimada, pois a falange lavajatista dos apoiadores do presidente fez a ameaça velada, embora ainda remota, de virar concorrente ou oposição.
Por fim, por ora, lembre-se que caiu também aquela criatura da Cultura, que saiu do armário fantasiada de nazista. A sucessão de vexames fez até a gente esquecer do ministro do Turismo, aquele enrolado no laranjal da campanha do ex-partido bolsonarista, o PSL, mais um largado pelo presidente.
Tem gente graduada em ministérios “econômicos” e do Planalto que acha o governo disfuncional além da conta. Parte do ruído vem daí.

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