Busque abaixo o que você precisa!

Juros globais ajudam o Brasil

Notas & Informações, O Estado de S. Paulo

03 de fevereiro de 2020 | 03h00

Juros baixos no mundo rico – uma boa notícia para o Brasil – continuam garantidos pelos bancos centrais das maiores economias capitalistas. Dinheiro barato nos principais mercados ajuda a manter a política de estímulo ao crescimento brasileiro. Em Brasília, o Banco Central (BC) decidirá nesta semana se a taxa básica, a Selic, permanecerá em 4,50% pelos 45 dias seguintes. Há quem aposte em mais um corte, para 4,25% ou até para 4%. Nenhuma aposta é segura, porque o quadro internacional é menos claro do que parecia na virada do ano e há mais dúvidas sobre as condições da economia dos Estados Unidos. Um novo fator de insegurança, a nova epidemia chinesa, complica a avaliação das perspectivas globais. As preocupações quanto aos efeitos do coronavírus, ainda imprevistos, foram mencionadas na quarta-feira e na quinta-feira passadas pelos presidentes do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, e do Banco da Inglaterra, Mark Carney.

Funcionários do banco central dos Estados Unidos, disse Powell, acompanham cuidadosamente a situação, mas é muito cedo para estimar as consequências econômicas do surto de coronavírus. A mesma ressalva foi apresentada no dia seguinte pelo presidente do Banco da Inglaterra

Também com um dia de diferença os dois bancos centrais anunciaram a manutenção das taxas básicas, entre 1,50% e 1,75% nos Estados Unidos e em 0,75% no Reino Unido. Em dezembro, o Banco Central Europeu havia mantido em zero os juros principais da zona do euro, na primeira reunião sob a presidência de Christine Lagarde, ex-diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Taxas para depósitos continuaram em -0,25%

É difícil esperar novos cortes de juros nos mercados mais desenvolvidos, neste ano, se as projeções de crescimento se confirmarem. Segundo o FMI, a economia global deve crescer 3,30% em 2020 e 3,40% em 2021. A expansão em 2019 foi estimada em 2,9%.

Os economistas do Fundo sugerem a preservação de políticas monetárias favoráveis aos negócios, mas a contribuição dos bancos centrais, acrescentam, chegou ao limite. Estímulos adicionais devem caber aos governos, por meio de facilidades fiscais – maiores gastos públicos, diminuição de impostos ou uma combinação desses dois tipos de ação. A recomendação só vale, naturalmente, para governos em condições de afrouxar suas políticas. Não é, obviamente, o caso do governo brasileiro.

No Brasil, o estímulo oficial de efeito mais rápido deve continuar sendo proporcionado pela política monetária e pela ampliação dos canais de financiamento. O Executivo ainda terá muito trabalho para consertar as finanças oficiais e para controlar a relação entre a dívida pública e o Produto Interno Bruto. Essa relação se manteve por vários meses, no ano passado, perto de 80%. A redução dos juros básicos, iniciada no fim de 2016, contribuiu para atenuar o custo da dívida e limitar a expansão do passivo do setor público.

Também por isso é importante a manutenção de juros básicos moderados no Brasil. Dinheiro mais barato é importante, no caso brasileiro, para animar a economia, como na maior parte do mundo, e também para limitar o custo e a expansão da dívida pública. O afrouxamento da política monetária acaba servindo, portanto, como elemento auxiliar do ajuste fiscal. Essa possibilidade depende de uma inflação contida em níveis toleráveis.

A economia americana cresceu em 2019, segundo a estimativa inicial, 2,30%, a mesma taxa calculada pelos técnicos do FMI. O governo apresentará mais duas estimativas, baseadas em dados mais amplos, e números diferentes poderão surgir. O crescimento agora estimado foi menor que o de 2018 (2,90%). Se a desaceleração continuar, como se prevê, os dirigentes do Fed terão motivos para manter os juros baixos. Menor dinamismo americano pode ser ruim para o Brasil, mas um aumento de juros pelo Fed poderia criar sérios incômodos a curto prazo. Mais seguro, de toda forma, é o governo brasileiro apressar o cumprimento de sua agenda.

Atual procurador de Hidrolândia e marido da prefeita é preso em Canindé

PREFEITA E SEU PROCURADOR DE HIDROLANDIA

 

 

 

O ex-prefeito de Hidrolândia e atual procurador do Município, Carlos Antônio Martins (55) foi preso no final da tarde desta sexta-feira (31), na cidade de Canindé. Ele, que é esposo da prefeita Iris Martins, tinha um mandado de prisão em aberto. As informações são do site A Voz de Santa Quitéria.

 

Carlos foi abordado por policiais, que constataram o referido mandado e o conduziram para a Delegacia Regional de Polícia Civil, onde confessou estar devendo R$ 300 mil em pensão alimentícia. Diante dos fatos, ele recebeu voz de prisão e foi transferido para Fortaleza, mediante também ser advogado e encontra-se recolhido na Delegacia de Capturas. CN7

Martins foi gestor do município durante seis meses no ano de 2004, sucedendo a época, o prefeito Luiz Farias, que foi cassado pela Justiça.

AS Chuvas de janeiro de 2020 superam média histórica para o mês

chuva na capital

O mês de janeiro, que faz parte da pré-estação chuvosa no Ceará, termina com saldo positivo no acumulado de precipitações. Dados parciais do calendário de chuvas da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) indicam que, ao longo do mês, choveu 134,9 mm em todo o Estado, ou seja, 36,6% acima do esperado para o período, cuja média histórica é de 98,7 mm.

O órgão lembra que, embora a média tenha sido ultrapassada, os números estão sujeitos a oscilação, para mais ou menos. Eles são atualizados à medida que as informações são enviadas à Funceme.

Em todas as macrorregiões do Ceará, em janeiro choveu mais que a normal climatológica esperada. A do Litoral Norte foi a mais beneficiada com maior intensidade pluviométrica. Houve um desvio positivo de 73,5%, enquanto a média é de 111 mm, choveu 192,5 mm. No Litoral de Fortaleza, foram 148,8 mm, acima dos 97,2 mm esperados para o mês. O desvio foi de 53%. O Cariri teve menor variação (6,4%), mas ainda assim, é a terceira região onde mais choveu: foram 157,8 mm.

Leia mais...

Chuvas de janeiro de 2020 superam média histórica para o mês

chuva na capital

O mês de janeiro, que faz parte da pré-estação chuvosa no Ceará, termina com saldo positivo no acumulado de precipitações. Dados parciais do calendário de chuvas da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) indicam que, ao longo do mês, choveu 134,9 mm em todo o Estado, ou seja, 36,6% acima do esperado para o período, cuja média histórica é de 98,7 mm.

O órgão lembra que, embora a média tenha sido ultrapassada, os números estão sujeitos a oscilação, para mais ou menos. Eles são atualizados à medida que as informações são enviadas à Funceme.

Em todas as macrorregiões do Ceará, em janeiro choveu mais que a normal climatológica esperada. A do Litoral Norte foi a mais beneficiada com maior intensidade pluviométrica. Houve um desvio positivo de 73,5%, enquanto a média é de 111 mm, choveu 192,5 mm. No Litoral de Fortaleza, foram 148,8 mm, acima dos 97,2 mm esperados para o mês. O desvio foi de 53%. O Cariri teve menor variação (6,4%), mas ainda assim, é a terceira região onde mais choveu: foram 157,8 mm.

Leia mais...

A história das primeiras-damas do País - ISTOÉ

MICHELE BOLSONARO 2

 

 

No dia da posse, enquanto o público aguardava a fala do presidente Jair Bolsonaro em 1º de janeiro de 2019, a sua mulher, Michelle, tomou a frente e, pela primeira vez em nosssa história republicana, uma primeira-dama discursou antes do marido. Tudo faz crer que tenha sido aí o primeiro movimento do jogo populista do governo, uma vez que a agenda do marido, ao longo do primeiro ano de seu mandato, em nada valorizou as mulheres.

 

Outra prova de que tudo não passou de marketing político é que Michelle sumiu de cena e se encaixou na lógica de subalternidade que sempre caracterizou as primeiras-damas do País. Michelle não cursou ensino superior, tem como principal função cuidar da vida doméstica do casal e, quando sai dessa rotina, é para acompanhar os compromissos de Jair.

 

A identidade e a individualidade dessas mulheres que se tornaram esposas de maridos que se tornaram presidentes em um Brasil que nunca se tornou democrático na questão de gênero são analisadas no recém-lançado livro “Todas as mulheres dos presidentes” (editora Máquina de Livros). Ele conta a trajetória das trinta e quatro primeiras-damas do Brasil nos 130 anos de República. Os autores são os jornalistas Ciça Guedes e Murilo Fiuza de Melo, que mostram como essas mulheres foram sempre coadjuvantes.

Leia mais...

Moro é o cara - MENTOR NETO

Enquanto escrevo essas linhas, aqui da minha janela vejo uma chuva de papéis picados. O povo está de volta às ruas, para comemorar. Finalmente o namoradinho do Brasil, Sergio Moro, chegou à presidência. Demorou, é verdade, mas chegou. Depois da reeleição de Bolsonaro, derrotando Lula, em 2022, achei que a carreira do ex-Ministro da Justiça estava encerrada. O STF seria uma forma honrosa de se aposentar. Mas Moro não dá ponto sem nó. E estava apenas hibernando politicamente, preparando sua volta triunfal.

Em 2026, Moro sabia que o pêndulo do espectro político pendia contra ele. Assim, deu espaço para Lula vencer. Em 2030, sabia que Lula, aos 84 anos, venceria de novo, pois o plano Bolsa Desemprego, Fome, Frio e Solidão, era imbatível. Mas agora, em 2034, Moro sabia que seria sua vez. E veio com tudo, como você bem sabe, deu no que deu. Papou as eleições com 85% dos votos. E que melhor momento do que esse para assumir as rédeas do país? No mesmo ano que ficou comprovada a farsa da NASA e das companhias aéreas, o Brasil finalmente poderá ocupar a posição de destaque que sempre mereceu no Globo, digo, na Terra Plana. Por quê? Porque Sergio Moro é uma espécie de Rodrigo Hilbert da política. Eita homão da moléstia.
Quando estudante, passou por Havard. Como juiz, foi responsável pela mais importante operação anticorrupção da América Latina. Como Ministro, derrubou os índices de criminalidade a praticamente zero. Como presidente do STF prendeu colegas e impôs ética que nunca imaginamos possível naquela corte, mas tem mais. Dizem que Moro lava, passa e cozinha melhor que serviço de hotel cinco estrelas, ainda por cima é boa pinta, se veste bem, faz ele mesmo as unhas do pé e pessoas mais chegadas dizem que usa uma colônia inebriante. Agora que, finalmente se elegeu presidente, não vai ter para mais ninguém. Se alguém tem dúvida, é só ver o Ministério que o presidente Moro começou a montar.

Para a Cultura, o presidente escolheu ninguém menos que Sergio Moro. Um homem letrado, culto, inteligente, que transita bem e conhece os problemas desde o ensino fundamental até a Academia. Na Economia, a escolha foi ninguém menos que Sergio Moro, que já viveu nos Estados Unidos e conhece a fundo as nuances do liberalismo econômico, que é a tônica que o presidente deseja impor para garantir nosso crescimento nos anos que vêm pela frente. Na pasta de Diversidade, Comunismo e Racismo, criada pelo presidente Lula, o novo mandatário foi corajoso: escolheu Sergio Moro, um ativista dos direitos LGBT. No ministério da Defesa e Polícia nas Ruas, herança do presidente Bolsonaro, o nosso querido Sergio Moro resolveu conceder – dizem que para ficar bem com as Forças Armadas – e convocou o Brigadeiro Sergio Moro que, pilotando drones, se destacou na Guerra dos Dez Minutos, em 2028, quando fomos invadidos pela Bolívia.Para Infraestrutura o nome ainda não está decidido, mas à boca pequena, parece que o escolhido foi Sergio Moro que, apesar de não ser engenheiro, tem uma relação muito próxima — de amor e ódio, diga-se de passagem — com as principais empreiteiras do país.

Este texto, portanto, é para celebrar a alegria do nosso povo, agora que temos o resultado das urnas-celulares de 2034. Temos que agradecer ao presidente Moro que, mais uma vez, coloca-se à disposição para servir a Pátria com tanta dedicação. Mas principalmente, é um agradecimento público à equipe de geneticistas da Unicamp que ganhou o Nobel em 2027 por popularizar a clonagem humana. Não fosse pelo trabalho desses cientistas, amigos, dava Dilma na certa.

Em 2034, o presidente da República será uma espécie de Rodrigo Hilbert da política. Eita homão da moléstia

Compartilhar Conteúdo

444