Major Olímpio e Doria quase trocam socos em evento em São Paulo
O senador Major Olímpio e o governador João Doria se desentenderam aos berros em evento na manhã desta segunda (16), em São Paulo.
O episódio ocorreu durante visita do governador ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope). Após a troca de gritos e insultos, senador foi expulso pela segurança do governador para fora do local.
À coluna, o senador afirmou que foi ao local para se manifestar em apoio aos policiais. "Não fui convidado. Respeitei, fiquei na calçada com a minha caixa de som. Fazendo fala e cobrando a falta de compromisso, a covardia, do governador com a polícia de SP", diz ele, que critica o aumento de 5% dado por Doria aos policiais.
"Na hora que ele [Doria] chegou, ficamos entre o carro e a entrada. Comecei a falar com ele, ele começou a se exaltar e a gritar comigo. E eu, a gritar com ele. Logicamente a segurança me tirou para fora, me forçaram a sair e acabou", segue. "Entendo o papel da segurança dele. São policiais que estão na missão, tinham mais que me rechaçar mesmo."
"Eu quero que ele [Doria] se dane. Vai ter que respeitar a polícia de SP. Se não, em qualquer evento que eu puder, estarei lá protestando. Não me intimido com ele", diz Olímpio. "Fiquei 29 anos no serviço ativo da policia separando briga de vizinho e tal. Insultos, palavrões, nada disso me intimida."
Por meio de nota, o governo paulista afirma que o governador João Doria "está preocupado com a saúde dos brasileiros de São Paulo. Major Olímpio deveria honrar o seu mandato e fazer o mesmo".
"Não é hora de fazer proselitismo político eleitoral. É um desrespeito ao povo de São Paulo um senador da República que vira as costas para o grave tema da saúde pública. E quer fazer campanha política, ideológica e sindical na hora errada".
‘Carlos vive em uma prisão mental e emocional’, disse Bebianno a Bolsonaro

Amigo de Gustavo Bebianno, o empresário Paulo Marinho divulgou na noite deste domingo o texto da carta que o ex-ministro, que morreu neste sábado vítima de um infarto, escreveu ao presidente Jair Bolsonaro ao deixar o governo em 2019. O texto deixa claro como o ministro gostava do presidente, era devoto do seu governo, mas caiu por ter entrado na mira de Carlos Bolsonaro, alguém pintado por Bebianno como uma pessoa com problemas mentais que foram agravados pelo próprio Bolsonaro. A íntegra do texto de Bebianno:
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará“
João 8:32
Meu Capitão,
Ao longo de dois anos, ouvi essa frase sair da sua boca quase todos os dias, como que de forma automática.
Isso, além de outras coisas, fazia-me acreditar que o senhor era um homem justo, bom, leal e amigo. Acima de tudo, corajoso!
Dediquei dois anos da minha vida para defender uma causa apelidada de Mito. E eu acreditei nesse Mito com todas as minhas forças, com todo o meu coração.
O senhor SABE disso. Por mais que, agora, o senhor tente banalizar tudo o que fiz, para alívio da própria consciência, o senhor SABE que não chegaria até aqui sem o trabalho que fiz (trabalho que só deu certo porque fiz, acima de tudo, com AMOR — amor que intensamente desenvolvi por você. Amor hétero, como costumávamos brincar).
O senhor mesmo costumava verbalizar essa verdade para algumas pessoas do nosso convívio. Essas pessoas também sabem, também conhecem essa verdade. Mas o que importa, de fato, é que o senhor, homem Jair Bolsonaro, SABE: sempre estive ao seu lado, e do seu lado, durante toda essa jornada, sem importar o preço a ser pago.
Ainda que o senhor bata a cabeça, tome remédios, se encha de raivas criadas por fantasias exóticas e curiosas, o FATO, a VERDADE, continuará lá no fundo da SUA consciência, impressa na SUA alma.
Por isso, não vou tomar o seu tempo dissertando sobre as coisas que fiz, acreditando estar, principalmente, trabalhando para o bem do meu país.
Mas, Meu Capitão, o senhor precisa acordar e cair em si.
O senhor está obsediado. Obsediado pelo próprio filho. Carlos precisa de ajuda e só o senhor tem esse poder. Não estou falando com rancor. Meu sentimento não é de raiva, acredite. Não tenho uma só gota de raiva do Carlos (a que tive, já passou, graças a Deus), porque ele precisa de ajuda. Isso é visível aos olhos de TODOS.
Falando dessa forma direta, o senhor talvez não entenda. Por isso, tentarei lhe explicar um pouco mais esse meu sentimento.
Carlos vive em uma prisão mental e emocional. Ele sofre intensamente em função do próprio ódio. Ele cultiva esse ódio contra tudo e contra todos, principalmente contra as pessoas por quem o senhor demonstra AFETO. E o senhor também sabe dessa VERDADE. Ele é consumido pelo ódio 24 h por dia, independentemente do que esteja acontecendo no mundo real.
A despeito do que, de fato, esteja acontecendo no mundo real, por melhores que possam ser as circunstâncias, Carlos continua odiando e sofrendo. Mesmo o senhor tendo alcançado o objetivo de ser eleito, ele permanece odiando. Ele aprendeu a ser assim e não sabe fazer de outra forma. Não é por mal, ele não tem culpa, simplesmente não sabe fazer diferente.
E o senhor tem alimentado essa situação. E isso só vai mudar quando o senhor RECONHECER A VERDADE.
Para manter o vínculo afetivo com ele, para manter a conexão física e emocional, o senhor embarca nessas fantasias, nessas paranoias, nas eternas teorias de conspiração.
Carlos aprendeu a ser assim com o senhor. Foi o senhor que o ensinou, desde pequeno, a viver em confronto. Vide o que assumiu contra a própria mãe, ainda quando jovem. Essas experiências deixam marcas, Capitão. A mente humana é muito profunda e complicada. É bom estar preparado para confrontos. Viver em permanente estado de beligerância nubla a mente e a existência.
O seu erro tem sido fazer exatamente o contrário daquilo que prega. O seu pecado é, nesse caso, não RECONHECER A VERDADE. E, portanto, não se libertar (nem libertar o próprio filho, que é o que mais sofre).
Ao agir assim, o senhor se mantém preso, mantém o seu filho preso, e gera um rastro terrível de destruição à sua volta. O senhor destrói os seus principais amigos e aliados. O senhor se torna uma pessoa injusta com os outros. Além disso, alimenta e incentiva o comportamento viciado do filho, impedindo-o de se libertar do ódio.
Tenha certeza de que, daqui a pouco tempo, o problema envolverá outra pessoa, e depois outra, e depois mais outra, num rastro interminável de ódio e destruição. Leia a Bíblia e veja as consequências invariáveis decorrentes do ódio. O ódio é uma energia terrível e incontrolável que tudo destrói. O ódio abre o canal de sintonia com o que há de pior no mundo espiritual.
Acredite: sem saber, sem querer e sem perceber, Carlos se tornou um canal aberto para influências espirituais negativas. Ele se tornou obsediado. E, por consequência, obsedia o senhor. Isso é um círculo vicioso terrível! O mal opera por aí. Ao contrário do que muita gente pensa, o mal nem sempre age pelas mãos de Adelios. Na maioria das vezes, age de forma ardil e sub-reptícia, pela mente de pessoas próximas a nós, que nos amam e a quem também amamos. Acredite nisso, Capitão.
O mal opera utilizando as fraquezas de cada um (ou, como se diz no jargão religioso, pelo pecado). Se a pessoa tem a tendência de beber, será influenciada a beber. Se a pessoa tem a tendência a sentir ciúmes, será colocada em circunstâncias propícias a sentir ciúmes. Se a pessoa tem a tendência de odiar, essa será a ferramenta usada).
No seu caso, essa é a chave por meio da qual o mal opera. É por meio do seu próprio pecado. O senhor cultiva e alimenta teorias de conspiração, intrigas e ódio, e ensinou seus filhos a fazerem o mesmo. O melhor discípulo foi o Carlos, pois é o que tem maior conexão espiritual com você. O problema é que ele é muito forte, muito intenso, e o senhor perdeu o controle sobre o “pitbull”. Hoje, ele morde aleatoriamente as pessoas, sem que o senhor consiga segurá-lo. Pior do que isso, quando o senhor tenta segura-lo, ele se vira e morde o senhor mesmo.
E, com esse canal aberto, o mal segue operando. Os obsessores instigam vocês dois a desconfiarem das pessoas e sentirem o ódio. Vocês ficam cegos e sentem o ódio contra alguém injustamente — como no meu caso — e atacam. A vítima do ataque também passa a sentir ódio, pois foi atacada (no meu caso, fui atacado injustamente em público). Ao sentir ódio, eu também tenho vontade de atacar, de retribuir a agressão. E, assim, o círculo vicioso se amplia, num rastro sem fim de destruição, cumprindo a missão dos obsessores que pretendem manter o BRASIL no mesmo padrão moral inferior.
Portanto, meu amado Capitão, só há uma forma de isso tudo acabar bem, em benefício do nosso BRASIL.
O senhor precisa romper esse ciclo de ódio. Do fundo do seu coração, do fundo da sua alma, com toda a sua força. O senhor é um homem bom, justo, permita que isso venha à tona. Quebre os padrões negativos. Só o AMOR pode fazer isso. Só o amor tem o poder de salvar o Brasil e livra-lo das influências negativas que o prejudicam.
Peço perdão ao senhor pelos maus sentimentos que tive nos últimos dias.
O senhor pode ficar tranquilo. Vou embora em paz. Quero apenas que dê certo. Não posso crer que tudo o que foi feito tenha sido em vão.
Tenha a certeza que nunca o traí. Nunca fiz nada pelas costas. Nunca plantei nota desfavorável ao senhor ou a seus filhos, nunca vazei áudio. Não há complô algum. Talvez o senhor nunca enxergue isso. Mas minha consciência sabe. Isso é o que basta.
Minha missão chegou ao fim aqui. A sua, não. Reconheça seus erros (para si próprio). Faça um profundo exame de consciência. Limpe o seu coração. Recupere o Carlos pelo seu exemplo. Ele vai aprender. Ele é um bom garoto. Só precisa da sua ajuda.
Fique com Deus e um beijo no seu coração (hétero).
O senhor continuará a ser o meu Mito.” VEJA
GP Haras Primavera cumpre tradição com emocionantes provas

Como já era esperado, a 13ª edição do Grande Prêmio Haras Primavera, realizada na cidade de Canindé, foi recheada de emoções e grandes disputas entre os melhores animais Quarto de Milha do País, todos criados no Nordeste.
A programação do evento, com início ainda na sexta-feira, teve seu desfecho final, na tarde de ontem, com a vitória e bela performance da potranca Glória Lake, montada por J Barros, do Rancho Horizonte/PE. Na segunda colocação, o prêmio foi para o potro Moderado For Me, montado por S M Oliveira, do Haras Primavera. O 3º colocado foi o potro Millenium Appeal, montado por J Neto, também do Haras Primavera.
O 13º GP Haras Primavera teve premiação de R$ 200 mil e um carro zero Km, além de cinco motos zero Km.
No prêmio consolação, formado pelos animais que foram eliminados no classificatório de sábado, o grande vencedor foi Major Appeal, montado por J Neto, do Haras Primavera.
O evento tem o apoio da Associação Brasileira de Quarto de Milha, entidade oficial que rege as ações em torno da criação de Quarto de Milha.
Já tradicional durante o GP, o 8º Leilão Primavera Elite & Convidados foi sucesso de vendas mais uma vez. Todos os lotes foram vendidos no evento que aconteceu no sábado.
Ao fim do GP, o anfitrião criador, Rafael Leal, entregou as premiações aos vencedores e destaques e avaliou como extremamente positivo o evento entre criadores da raça Quarto de Milha no Brasil que, teve a participação de criadores só de Estados do Nordeste, como Ceará, Bahia, Piauí e Pernambuco.
Rafael Leal comentou a edição de 2020 do 13º GP e do 8º leilão no Haras Primavera.
“Foram dois eventos este ano, com 13º GP e o 8º leilão, Estes potros que estrearam aqui no GP foram os leiloados no ano passado. Os que vendemos no sábado no leilão vão estrear em 2021. Graças a Deus temos realizado os eventos há 13 anos, sem nenhum acidente, com a bênção de Deus protegendo a gente. Tivemos 20 animais correndo, em 4 páreos, onde foram consagrados os campeões”, disse.
Rafael elogiou a qualidade do GP e dos animais que os disputam todos criados no Nordeste. “Tínhamos 40 animais alojados aqui e, depois de muito treinamento, só foram escolhidos 20 para competir. A corrida é muito emocionante, porque realmente exige muita técnica, dedicação, treinamento e muita genética. Os cavalos hoje não deixam a desejar a nenhum lugar no Brasil ou nos Estados Unidos em genética, criamos a mesma linhagem no Haras Primavera, no Haras Claro, do nosso companheiro Cláudio Rocha, entre outros mais no Nordeste”. DIARIONORDESTE
Para Deltan Dallagnol, Brasil tem ambiente hostil ao combate à corrupção
SÃO PAULO — O coordenador da força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba, Deltan Dallagnol, considera que o ambiente no país é hostil para o combate à corrupção. Dallagnol se preocupa com mudanças recentes de entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Além da prisão após a segunda instância, o procurador se referiu a questões como a ordem de apresentação das alegações finais (para que réus delatores falem antes de delatados) e a mudança do foro criminal para o eleitoral, em casos que envolvem caixa 2. Ele ressalva que não está julgando a intenção dos ministros, mas o impacto das decisões.
Leia: Próxima do fim em Curitiba, Lava-Jato ainda tenta engrenar em SP
Afirma ainda que leis do Congresso foram essenciais para o surgimento da Lava-Jato, assim como as decisões do Supremo que homologaram acordos de colaboração premiada. Contudo, de um ano para cá, várias decisões e leis tiveram, segundo o procurador, um impacto negativo para o desenvolvimento de investigações e processos:
— Essas decisões minam a nossa capacidade de produzir resultados. A Lava-Jato se sustenta numa série de premissas que estão mudando. E elas impactam a existência, a continuidade e levam ao seu enfraquecimento.
O procurador avalia que o fim da prisão em segunda instância foi o maior retrocesso para a Lava-Jato ao longo desses seis anos de existência e atingiu um dos pilares da operação: a possibilidade de os acusados fazerem colaboração premiada.
— Sem a perspectiva de punição, o réu não opta por delação. A gente deixa então de ter a revelação de fatos sobre corrupção — afirmou.
Ao tratar das críticas aos métodos da operação, Dallagnol disse que a Lava-Jato nunca ultrapassou os limites legais:
— A Lava-Jato jamais praticou crimes ou violou direitos dos réus. Ela é algo completamente inovador, sem precedentes, e, quando você faz algo novo, é possível que cometa erros, no sentido de melhor ou pior. Mas, do ponto de vista legal ou ilegal, nós nunca ultrapassamos o limite. Os processos estão embasados em fatos, nas provas e na lei e continuam sólidos. Seguimos a lei e a ética em tudo que fizemos. Agora, se alguém discordar de algum ato que entenda equivocado, dos milhares feitos e que são públicos, existem recursos. Cabe ao Judiciário resolver discordâncias sobre a interpretação da lei. O GLOBO
Bolsonaro comete 'atentado à saúde pública' em manifestação, diz Maia
BRASÍLIA — A participação do presidente Jair Bolsonaro em um ato em Brasília convocado contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), em meio ao aumento de casos de coronavírus no país, foi criticada neste domingo pelos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Maia afirmou que Bolsonaro comete um “atentado à saúde pública” e que contraria as orientações do seu próprio governo. Já Alcolumbre classificou a atitude como "inconsequente".
"O presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas. Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo", disse Maia, em texto publicado em seu perfil no Twitter.
Contrariando as recomendações médicas de isolamento devido ao contato com pessoas diagnosticadas com coronavírus, Bolsonaro aproveitou a manifestação pró-governo deste domingo para fazer um palanque no Palácio do Planalto e puxar o ato para o local, onde ficou por quase duas horas cumprimentando manifestantes e tirando fotos.
Bolsonaro transmitiu ao vivo em suas redes sociais a participação na manifestação, que lhe causou desgaste político nas últimas semanas por ter sido convocada como um protesto contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). A tônica das faixas e das palavras de ordem na manifestação de fato eram críticas ao presidente da Câmara e do Senado e aos ministros do Supremo, além de uma defesa enfática do governo.
Analítico: Encontro de Bolsonaro com críticos do Congresso é novo obstáculo para Guedes
No Twitter, Maia afirmou que a economia brasileira deverá sofrer as consequências da desaceleração da economia mundial. E, em tom crítico, afirmou que em vez de Bolsonaro criar um gabinete de crise para dar respostas à população, ele “está mais preocupado em assistir as manifestações que atentam contra as instituições”.
— O presidente da República deveria estar no palácio coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país. Mas, pelo visto, ele está mais preocupado em assistir as manifestações que atentam contra as instituições e a saúde da população — postou Maia.]
Ao final da publicação, Maia pede “serenidade, racionalidade, união de esforços e respeito”:
— A situação é preocupante e exige de todos nós serenidade, racionalidade, união de esforços e respeito. Somos maduros o suficiente para agir com o bom senso que o momento pede. O GLOBO
Manual da limpeza: como se proteger do coronavírus no dia a dia
Enquanto medidas mais drásticas são tomadas, muita gente tem que seguir a vida normalmente: vai seguir usando o transporte público, tendo contato com outras pessoas no trabalho e vai acabar usando alguns objetos de uso coletivo.
Lavar as mãos regularmente e usar álcool gel são as principais recomendações para se proteger do coronavírus no dia a dia. Não pegar o transporte público em horários de pico e se alimentar em casa são também recomendações do Ministério da Saúde.
Para lavar as mãos, há todo um ritual: é preciso higienizar as duas palmas, os dorso, os dedos, a região entre os dedos e os punho. Saiba mais no vídeo acima.
Manual da prevenção contra o coronavírus no dia a dia
No transporte público
- Evitar horários de pico;
- Higienizar as mãos assim que sair do ônibus ou trem;
- Cobrir a boca com a parte de dentro do braço ao tossir e espirrar;
- Usar máscara caso esteja gripado.
No ambiente de trabalho
- Higienizar objetos de uso comum com álcool líquido 70% e papel toalha;
- Não cumprimentar as pessoas com aperto de mão, beijo ou abraço;
- Cobrir a boca com a parte de dentro do braço ao tossir e espirrar;
- Evitar comer na rua; higienizar as mãos com álcool gel ou sabão antes e depois de pegar a comida.
Em casa
- Não cumprimentar familiares com aperto de mão, beijo ou abraço - principalmente os mais idosos;
- Limpar o celular com um lenço umedecido com álcool 70%
- Álcool líquido pode ser usado para limpar o chão e maçanetas de portas;
- No banheiro, cuidado especial com o vaso sanitário: uma medida de água sanitária para nove de água e limpar a tampa primeiro com uma escova, depois o interior e por último a escova. PORTAL G1


