Busque abaixo o que você precisa!

Boris Fausto: ‘PT sem Lula é capenga; PSDB sem FHC é mais ainda’

Ohistoriador Boris Fausto pode até antever – e querer – um país bem menos desigual e “odiento” em 2031, quando completará 100 anos de idade. Mas neste momento, aos 89, afirma haver risco real de o Brasil recair em uma ditadura em razão da personalidade autoritária que preside o país e da falta de líderes que, com ressonância na população, encarnem a defesa da democracia. Fausto não tem dúvidas sobre o perfil de extrema-direita do presidente Jair Bolsonaro. Mas ainda espera que as contínuas reações de vários setores, entre os quais o cultural, impeça essa “descida do país aos infernos”.

 

Em entrevista a Amarelas em Vídeo, o estudioso que detalhou a história do Brasil desde a colônia aos tempos modernos e que escreveu clássicos como A Revolução de 1930, explica a vitória eleitoral de Bolsonaro e avalia que nenhum outro presidente, “nem de longe”, se assemelha a ele. Registra a parcela de responsabilidade do PT nessa ascensão da extrema-direita, mas também é duro com relação ao destino político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem não vislumbra outra vez no Palácio do Planalto, e de seu partido. 

“O PT sem Lula é capenga de uma das pernas”, afirma, para em seguida enfatizar que o tucanato sem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso “é mais ainda”. “O PSDB, como foi criado, não existe mais.”

Boris Fausto comenta as novas lideranças claramente engajadas na campanha presidencial de 2022 como alternativas a Bolsonaro. Também fala de sua guinada literária ou jornalística nos últimos anos, com obras como O Crime da Galeria de Cristal, que marcou seu encontro com Albertina, um personagem real polêmico entre os paulistanos no início do século XX.  veja

Câmara ensina a lavar as mãos com material do governo Dilma

Que não chegue aos ouvidos de Bolsonaro, mas o material de governo que ensina a lavar bem as mãos instalado nos banheiros da Câmara foi produzido na gestão Dilma Rousseff.

O cartaz com as instruções está bem central, afixado no meio dos espelhos, em frente à pia de fazer a “fricção antisséptica” com água, sabão e álcool.

No rodapé do material, no canto direito, está lá a logomarca da petista: “Governo federal. Brasil. Pátria Educadora”.

O cartaz está em cada um dos banheiros de todos os anexos da Câmara. Incluído os 28 andares do prédio do Anexo 1, a torre da Câmara. São dois por andar. Então, em pelo menos 56 banheiros dessa torre os servidores e outros usuários estão se educando na propaganda de Dilma.

Assinam também o material o Ministério da Saúde, a Anvisa e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As figuras desenhadas ensinam a aplicação do álcool, da água e do sabão, a fricção da palma e do dorso das mãos, a enxaguar e a secar.

“Agora , suas mãos estão seguras”, conclui a mensagem.

Claro, não faz citação a coronavírus, nem a outra epidemia.

Abaixo, o logomarca do cartaz em destaque.

 ///Reprodução
obs: a veja está enxergando demais, ou não
 

Confira recomendações de especialistas para melhorar a sua imunidade

A imunidade natural pode ser reforçada com uma alimentação rica em frutas e legumes, por exemplo.
A imunidade natural pode ser reforçada com uma alimentação rica em frutas e legumes, por exemplo. (Foto: TATIANA FORTES)

Com o avanço da Covid-19 no Ceará, a preocupação com a prevenção aumenta. Além do novo coronavírus, resfriados e gripes são comuns durante o período da quadra chuvosa do ano. Nesse cenário, medidas simples como manter a hidratação regulada e dormir bem podem fazer a diferença para a garantir uma boa imunidade no organismo e se proteger contra essas doenças.

O sistema imunológico do corpo tem a função primordial da defesa. Para mantê-lo fortalecido contra viroses ou infecções, a imunologista Lilia Câmara, do Departamento de Patologia e Medicina Legal da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), ressalta a necessidade de cuidados rotineiros.

A especialista explica sobre uma imunidade natural do corpo que pode ser reforçada com uma alimentação rica em frutas e legumes, por exemplo. “A primeira coisa que as pessoas têm de ter em mente é a importância dos primeiros cuidados do dia a dia, como lavar as mãos. Além disso, ter uma alimentação equilibrada. A nossa imunidade natural garante a proteção contra a grande maioria das doenças. Em tempos de coronavírus, ela é fundamental”, ressalta.

Em relação aos fatores que podem enfraquecer o nosso sistema imunológico, a nutricionista Caroline Mota faz um alerta para pessoas que têm uma dieta calórica. “Os alimentos industrializados possuem apenas calorias que nos dão energia, mas não levam ao aumento de vitaminas e minerais no organismo”, afirma.

A nutricionista Ana Carolina Feitosa, do Hospital Geral de Fortaleza, concorda e acrescenta que situações de estresse, falta de repouso e sono desregulado são fatores que contribuem para abalar a imunidade. “Uma atividade física de grande intensidade também pode prejudicar o sistema imune”, complementa.

Leia mais...

Bolsonaro transforma seu trono em cadeira elétrica... - JOSIAS DE SOUZA

Josias de Souza

Colunista do UOL

17/03/2020 15h19

Jair Bolsonaro conseguiu ressuscitar dois vocábulos tóxicos da política: impeachment e renúncia. Retornaram ao noticiário pelas mãos de dois ex-apoiadores: Alexandre Frota (impeachment) e Janaína Paschoal (renúncia). As investidas não devem prosperar. O risco que Bolsonaro corre é outro: o isolamento político.

Confinado na bolha que gravita ao redor de suas redes sociais, Bolsonaro governa para um gueto. Seu futuro político está condicionado ao desempenho da economia. Em 2019, sem coronavírus, entregou um pibinho de 1,1%. Para 2020, com coronavírus e "soberbavírus", corre o risco de produzir um resultado ainda mais medíocre.

Nos subúrbios do governo, pessoas que sabem fazer conta começam a observar a economia nacional como quem tem antevisão de um buraco. Num ambiente assim, Bolsonaro tende a transformar a poltrona de presidente numa cadeira elétrica. Talvez chegue a 2022 bem tostado.

Resta-lhe um consolo: na oposição, a única novidade é a conversão de Lula de ex-presidiário em turista internacional.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Aneel vai discutir devolução bilionária de parte de imposto cobrado nas contas de luz

Por Fábio Amato, G1 — Brasília

https://s2.glbimg.com/xeP9vskTyp6Flx_tAZLne4mWy3U=/0x502:1366x1458/1200x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/q/X/RVYuRwTlqIO8kg6JJqcg/49645866501-641efe9a5d-k.jpg 2x" srcset="https://s2.glbimg.com/8Xq7MwDyT-zLmBeQF0Bi_iSSD-E=/0x502:1366x1458/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/q/X/RVYuRwTlqIO8kg6JJqcg/49645866501-641efe9a5d-k.jpg 1x, :1366x1458/1200x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/q/X/RVYuRwTlqIO8kg6JJqcg/49645866501-641efe9a5d-k.jpg 2x" style="box-sizing: inherit;">https://s2.glbimg.com/-5gtgnr_XPyqERqRPJcqckmR7zE=/0x502:1366x1458/1280x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/q/X/RVYuRwTlqIO8kg6JJqcg/49645866501-641efe9a5d-k.jpg 2x" srcset="https://s2.glbimg.com/9a3eB1Yf8fl385eBk-jLv3JahCE=/0x502:1366x1458/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/q/X/RVYuRwTlqIO8kg6JJqcg/49645866501-641efe9a5d-k.jpg 1x, :1366x1458/1280x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/q/X/RVYuRwTlqIO8kg6JJqcg/496O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone — Foto: Gilmar Félix /ANEEL

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone — Foto: Gilmar Félix /ANEEL

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai começar a debater como será feita a devolução aos consumidores de uma parte do PIS/Pasep e da Cofins cobrados nas contas de luz nos últimos anos, informou ao G1 o diretor-geral da agência, André Pepitone.

Apesar de o assunto estar em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF), já há sentenças transitadas em julgado que reconhecem o direito a essa devolução. Por isso, há expectativa de que o Supremo acompanhe este entendimento, em decisão que deve sair ainda no primeiro semestre de 2020.

Não há estimativa do valor que será devolvido, mas, de acordo com Pepitone, a cifra deve atingir "alguns bilhões".

Entenda

O PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) são tributos federais. A devolução, portanto, deve gerar uma queda na arrecadação do governo federal.

Nos últimos anos, diversas empresas, entre elas distribuidoras de energia elétrica, moveram ações judiciais questionando a forma como são calculados esses tributos. A discordância é sobre a inclusão do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), um imposto estadual, na base da conta.

Tomando-se como exemplo uma conta de luz de R$ 100 e sobre a qual incida ICMS de 30% (valor final de R$ 130). Para o governo, o Pis/Pasep e a Cofins devem ser calculados sobre os R$ 130. Nas ações judiciais, as empresas defendem que a conta deve ser feita sobre os R$ 100.

Pelo menos duas distribuidoras – Cemig, que atende ao estado de Minas Gerais, e Light, que atende parte dos consumidores do Rio de Janeiro – conseguiram decisão judicial transitada em julgado reconhecendo que o cálculo não deve considerar o ICMS.

Leia mais...

União Europeia decide fechar fronteiras por 30 dias

Os países membros da União Europeia decidiram por unanimidade nesta terça-feira, 17, proibir durante 30 dias a entrada de pessoas que não pertencem ao bloco, para conter a pandemia do novo coronavírus. A medida foi anunciada pela primeira-ministra alemã, Angela Merkel.

Esta proibição "com pequenas exceções" será aplicada durante 30 dias, declarou Merkel em uma conferência de imprensa, após uma reunião com os líderes dos países da UE por meio de videoconferência.

O fechamento das fronteiras ocorre no momento em que, pela primeira vez, o número de casos e de mortes pela covid-19 é maior em outras países do que na China. Segundo monitoramento da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, foram registradas, em todo o mundo, 7.074 mortes pela doença. Dessas, 3.217 ocorreram na China.

Travessia
Pedestre atravessa a ponte Millennium em Londres, na Inglaterra. As autoridades britânicas intensificaram as medidas de saúde pública pedindo para as pessoas ficarem em casa para evitar a disseminação do novo coronavírus ( COVID-19 ). Foto: Jonathan Brady / AP

Internamente, países europeus com mais casos de coronavírus já vinham tomando medidas drásticas para conter a epidemia. Nesta segunda-feira, o governo da Alemanha passou a fechar as fronteiras com a França, a Suíça e a Áustria, para tentar conter a propagação do coronavírus. 

Também a França decidiu restringir por pelo menos 15 dias a circulação das pessoas. Os cidadãos só poderão circular na rua para ir ou voltar do trabalho, ir ao supermercado e aos centros de saúde em caso de necessidade.  Com o maior número de casos da Europa, a Itália permanece isolada e os moradores estão proibidos de deixar suas casas, a não ser em casos de emergência.

Brasil mantém fronteiras abertas

O governo federal decidiu em reunião nesta segunda-feira não seguir os vizinhos Argentina e Colômbia e manter abertas as fronteiras do País. A medida é defendida pelos ministérios da Saúde e da Justiça para evitar a expansão dos casos de coronavírus. A decisão foi tomada pelo presidente Jair Bolsonaro, após reunião no Planalto, conforme apurou o Estado. 

No encontro, ficou acertado que o Brasil vai adotar medidas para intensificar os protocolos de saúde. Argentina, Chile e Colômbia anunciaram que vão fechar suas fronteiras. Ainda ontem, Bolsonaro não participou de uma videoconferência com chefes de Estado da região e foi representado pelo chanceler, Ernesto Araújo. /AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Receba no seu email as principais notícias do dia sobre o coronavírus. / O ESTADO DE SP

Compartilhar Conteúdo

444