Como ocorre em toda data festiva, o balanço da violência criminal no feriado prolongado do Natal de 2015 voltou a registrar roubos, assaltos, invasões de residências, sequestros, homicídios e latrocínios praticados por condenados que cumprem pena em estab
Mais uma vez o corrupto governo do Partido dos Trabalhadores mostra sua capacidade de zombar da cidadania, no seu soberbo desprezo pelos princípios da decência na administração da coisa pública. Temos no País duas nítidas situações no que respeita a corrupção: de um lado, a Polícia Federal, o Ministério Público, a Justiça Federal e os tribunais superiores (STJ e STF) num duro combate que vem resgatando a honra do povo brasileiro; de outro, a presidente da República, o Ministério da Justiça, a CGU e a AGU, que de todas as maneiras vêm legalizando a corrupção, numa tentativa desesperada de manter o esquema de propinas que é a base fundamental do projeto hegemônico do PT.
Assim é que o governo (?) continua lutando dia e noite para legalizar definitivamente a corrupção. Para tanto emite medidas provisórias (MPs), decretos e portarias visando a permitir que a administração pública volte a contratar as 29 empreiteiras envolvidas nos delitos já detectados na Petrobrás, na Eletrobrás, no Dnit e demais antros do “organograma” governamental, devidamente aparelhados.
Por que chove granizo no Interior do Ceará
Eduarda Talicy .
“Primeiro, foi um vento forte, depois começaram a cair muitas pedras de gelo. Eram grandes e fazia muito barulho”. É o que conta a pedagoga Edneuda Santos sobre a chuva de granizos que ocorreu na última sexta-feira, 25, em Barbalha, no Cariri. O fenômeno se deu por volta das 16h30min e durou cerca de uma hora.
O mesmo havia ocorrido no dia anterior, em Ubajara, na Serra da Ibiapaba. De acordo o meteorologista Raul Fritz, da Fundação Cearense Meteorologia (Funceme), o fenômeno no Estado se deu a partir das chamadas “nuvens cumulonimbus”.
Elas são caracterizadas por grande extensão vertical e topos muito frios, podendo formar granizos. As nuvens foram trazidas pelo sistema conhecido como “Vórtice Ciclônico de Altos Níveis”. Outro motivo é a altitude dos municípios, que facilita que o granizo chegue com impacto ao solo. Segundo ele, não há como prever novas ocorrências. OPOVO
A cultura da violência e do álcool
O assassinato brutal do jovem de 22 anos que saia de uma festa, na madrugada de anteontem, soma-se a centenas de outros que ocorrem a cada mês em Fortaleza e no Ceará. É mais do itinerário da violência que marca as relações em nossa sociedade. É evidente que a banalidade que levou ao homicídio chama ainda mais a atenção para o ocorrido.
Não foi queima de arquivo e não foi disputa de território para comércio de drogas. São essas as duas explicações mais comuns que costumam ser usadas pelas autoridades para explicar os impressionantes índices de homicídios no Estado. Uma desavença banal entre jovens levou ao assassinato.
Pelos relatos até aqui conhecidos, um homem abordou a vítima ainda dentro do carro. Pela janela do passageiro da frente, o assassino segurou a cabeça do rapaz com a mão esquerda, puxou-a para fora e, à queima roupa, disparou um tiro usando a mão direita. Frio e, pelo visto, experiente. Uma execução com muitas testemunhas.
Médicos rejeitam planos de saúde nos consultórios

Levantamento intitulado 'Demografia Médica', da Faculdade de Medicina da USP, revela que um quarto dos médicos brasileiros que atendem em consultórios não aceita nenhum plano de saúde. Nesta última década, os especialistas passaram a se concentrar em consultórios para atender clientes de planos de saúde.
Mas com a defasagem no valor das consultas, muitos médicos deixaram os convênios e optaram pelo atendimento puramente particular. "Os 75% dos médicos que ainda atendem planos também têm reservado cada vez menos espaço na agenda para pacientes conveniados, priorizando particulares", diz o professor da USP Mario Scheffer, coordenador do estudo, em publicação do jornal Folha de São Paulo.
Entre os fatores que estão levando médicos a só atender pacientes particulares estão maior remuneração (a consulta chega a custar dez vezes mais do que a paga pelo plano), ausência de burocracia (como prazos para pagamento impostos pelos planos), um menor número de pacientes para atender e mais tempo para se dedicar a ele.
Segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o valor médio da consulta paga pelos convênios está em torno de R$ 60. As entidades médicas defendem um valor de R$ 130. Em consultórios particulares de São Paulo, os preços variam de R$ 200 a R$ 1.500.] "Muitos pacientes preferem ficar com o médico que confia e pagar a consulta. O que onera são os exames, a internação, não é a consulta", afirma Bráulio Luna Filho, presidente do Cremesp. portal 247
Ano de 2015 abusa da paciência dos brasileiros
Excluindo as outras 52.352 coisas deploráveis ocorridas em 2015, denuncio os seguintes crimes cometidos contra a paciência dos brasileiros durante o ano velho:
A reviravolta que despertou no eleitorado o desejo de submeter Dilma a um exame de DNA logo depois da reeleição; o contrassenso de chamar a clientela de contribuinte antes de tentar arrancar-lhe na marra uma nova CPMF; a inflação de 10,8%, acompanhada de recessão e desemprego, sobretudo porque todos sabem que o caos econômico era evitável; a saudade do tempo em que dar uma pedalada era apenas acionar os pedais de uma bicicleta; a Dilma apresentando-se sempre como vítima de alguém; o Eduardo Cunha no papel de abre-alas da oposição; a sofreguidão com que Dilma vai atrás do Renan Calheiros, corteja o Renan Calheiros, entrega a viabilidade do seu governo à conveniência do Renan Calheiros; a Dilma tratando o Eduardo Cunha como cachorro louco sem explicar por que mantinha um afilhado dele na vice-presidência da Caixa e tentava ser seu amigo antes da deflagração do impeachment; o PT chamando de “golpe” um processo de impeachment previsto na Constituição e disciplinado pelo STF;
Afoita por mudar a lei
A aprovação da Lei Anticorrupção (Lei 12.846) em 2013 representou uma resposta do Congresso ao clamor da sociedade pela diminuição da impunidade no País. Significou também o cumprimento de compromissos assumidos pelo País no plano internacional, como a adoção de instrumentos legais para responsabilizar empresas que participassem de ações ilícitas junto à administração pública, nacional ou estrangeira.
Cumprido o seu prazo de vacância, a Lei 12.846/13 entrou em vigor em fevereiro de 2014. Desde então, o tema do combate à corrupção ganhou ainda mais relevância com o que veio à tona pela Operação Lava Jato. Ficou evidente o acerto da nova legislação, com a responsabilização objetiva das pessoas jurídicas pelos ilícitos cometidos sob a sua gestão. Como revelaram as investigações da Polícia Federal, a corrupção não envolve apenas atos individuais. Várias empresas estão profundamente vinculadas a esses ilícitos. Investigam-se negócios escusos, nos quais as chefias dessas empresas tiveram ativa participação e que muito engordaram seus resultados financeiros. Nesse cenário, não basta punir apenas as pessoas físicas.



