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Pobres saem do sufoco

O Estado de S.Paulo

17 Outubro 2017 | 03h10

As famílias de baixa renda, geralmente as mais prejudicadas quando os preços disparam, estão sendo beneficiadas pelo recuo da inflação. Aos poucos, e ainda com muito cuidado, voltam a diversificar as despesas, buscando no comércio algo além do essencial para a sobrevivência. Com alimentos menos caros, sobra mais dinheiro para outros bens e serviços. Elevam-se, portanto, os padrões de consumo. Apesar disso, o normal ainda é reclamar da vida, como se nada tivesse melhorado, mas o movimento nos shoppings e outros indicadores mostram um ambiente de maior animação. Além disso, as pessoas tendem a reconhecer mais prontamente a piora das condições de compras do que qualquer melhora na evolução dos preços. Mas aos poucos se acumulam os sinais positivos. Exemplo: nas lojas de produtos eletroeletrônicos, as vendas de televisores básicos têm crescido mais rapidamente que as de aparelhos mais sofisticados.

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Sem controle, violência impõe mudança de hábitos

Num estado que registra, por dia, uma média de 13 assassinatos, 429 roubos de rua, 153 de veículos, 28 de carga e 21 a estabelecimentos comerciais, não surpreende que essa epidemia de violência, em meio a uma grave crise financeira, altere comportamentos, force mudanças em serviços importantes e imponha novas regras aos cidadãos.

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Família é solução

*Carlos Alberto Di Franco, O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2017 | 03h00

Estudos mostram que crianças criadas fora do casamento estão mais propensas a abandonar a escola, usar drogas e envolver-se em violência. O Child Trends, um instituto de pesquisa norte-americano, resumiu: “Filhos em famílias com um só dos pais, filhos nascidos de mães solteiras e filhos criados na nova família de um dos pais ou em relações de coabitação enfrentam riscos maiores de ficar pobres”. Família não é problema. É solução. Contra fatos não há argumentos.

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Como diferenciar ruídos que indicam problema no carro de barulhos comuns

Quem gosta de automóvel barulhento? Na maioria das vezes, os ruídos indicam que há algo de errado. "Apitos ao pisar no freio, rangidos metálicos e outros sons são frequentes ao longo da vida de um carro e devem ser diagnosticados por um mecânico o quanto antes, diz Gerson Burin, coordenador técnico do Cesvi/Mapfre (Centro de Experimentação e Segurança Viária).

O gerente de operações Eduardo Oliveira, 35, não seguiu essa recomendação. Mesmo ouvindo um chiado ao pisar no freio de seu Honda Civic 2009, atualmente com 128 mil quilômetros rodados, demorou dez dias para levar o sedã à oficina.

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3 em cada 10 americanos têm armas; maioria diz que busca se proteger Tiroteio em festival de música em Las Vegas

Com cinco armas em casa -duas pistolas, uma espingarda, um fuzil e um rifle "estilo Velho Oeste"-, o servidor público que pede para ser identificado apenas como Steve, 57, afirma que felizmente nunca teve de usá-las para se proteger.

"Armas são como um seguro. Você não quer ter de usá-las, mas, se precisar, é bom que elas estejam ali", diz o morador de Montgomery, no Alabama, que pretende comprar "mais algumas" no futuro. "Eu não caço, mas quero ter um rifle de caça, por via das dúvidas. Vivemos num mundo assustador."

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Mudar ou não mudar

*Fernando Gabeira, O Estado de S.Paulo

06 Outubro 2017 | 03h05

Parei algumas vezes esta semana para pensar 2018. Compreendo o pessimismo em que estamos envolvidos no momento. Mas, olhando para trás, as eleições de 2018 podem se livrar de alguns sérios problemas deste período democrático.

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