Aliados de Cunha são eleitos presidente e relator da Comissão de impeachment
BRASÍLIA - Aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), foi eleito na noite desta quinta-feira, 17, presidente da Comissão Especial da Casa que dará parecer sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Também aliado de Cunha, o deputado Jovair Arantes (PTB-GO) foi escolhido relator do processo no colegiado.
Na chapa eleita, o deputado Carlos Sampaio (SP), coordenador jurídico do PSDB, foi escolhido primeiro vice-presidente da comissão. O líder do PR na Câmara, Maurício Quintella (AL), por sua vez, será o segundo vice-presidente, enquanto o terceiro vice será o deputado Fernando Bezerra Filho (PE), líder do PSB na Casa.
Aécio propõe a senadores que permaneçam reunidos em busca de saída para a crise

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) propôs em Plenário, nesta quinta-feira (17), que os membros do Senado, inclusive os integrantes da base governista, permaneçam reunidos por todo o dia em busca de uma saída para a crise política, que se agravou na quarta-feira (16) com a divulgação de áudios de conversas entre a presidente Dilma Roussef e o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva. Depois de informar que já tratou do tema com o presidente da Casa, Renan Calheiros, ele adiantou que esse é o propósito da oposição.
Sessão do Senado é marcada por bate-boca e gritos entre petistas e tucanos Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/sessao-do-senado-marcada-por-bate-boca-gritos-entre-petistas-tucanos-18898824#ixzz43C7A4t65 © 1996 - 2016. Todos di

BRASÍLIA - Os senadores do PT e PSDB partiram para discursos inflamados, gritos fora dos microfones, bate-bocas, xingamentos e até ameaças de confronto físico. O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que hoje "não é um dia comum" na vida do país e pediu um debate com responsabilidade. A declaração irritou o líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA), afirmando que ela agora pedia calma depois de "acirrar os ânimos". O petista se virou para Aécio e falou de dedo em riste, enquanto o tucano o ficava de braços cruzados.
Câmara aprova criação da comissão do impeachment por 433 votos a favor e um contra
A instalação deve acontecer entre 18 e 19 horas, com isso, a Câmara notificará Dilma da abertura do processo
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Brasília - Foi eleita nesta tarde na Câmara dos Deputados a chapa que comporá a comissão especial do impeachment da presidente Dilma Rousseff. A votação terminou com 433 votos a favor dos 65 membros indicados e 1 contra, do deputado José Airton (PT-CE). Está prevista para as 17 horas uma reunião de líderes de partidos antes da instalação da comissão especial e da eleição do presidente e do relator dos trabalhos.
Cunha marca eleição da comissão do impeachment para esta quinta
Após o fim do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o rito do impeachment, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reuniu na noite desta quarta-feira (16) os líderes partidários e marcou para esta quinta-feira (17) a eleição para a comissão especial que analisará o pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff.
Governador entrega à AL Plano de Resíduos Sólidos e três projetos
Camilo Santana enfatizou que o Plano Estadual de Resíduos Sólidos era compromisso de Governo. "Espero que esta Casa analise e faça as correções necessárias, para que possamos avançar na área, com políticas de incentivo para o destino adequado dos nossos resíduos”, salientou o governador.
Em ato na Câmara, profissionais alertam para prevenção de doenças renais
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A Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (9), um ato pela conscientização das doenças do rim. O evento, feito na véspera do Dia Mundial do Rim, foi organizado em parceria com a Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil (FENAPAR), da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e da Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT).
Impeachment de Dilma poderá ser analisado em 45 dias por comissão especial

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, reafirmou nesta sexta-feira (11) que dará prosseguimento à abertura do processo deimpeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, tão logo o Supremo Tribunal Federal decida sobre os recursos da Câmara contra o rito de tramitação do impeachment definido pelo próprio STF. A decisão final do STF sobre o caso está marcada para a quarta-feira (16). Segundo o presidente, 45 dias são um prazo razoável para a tramitação do impeachment nacomissão especial encarregada de analisá-lo.
Cunha, no entanto, disse não poder garantir que a comissão será instalada já na quinta-feira (17). “Na quinta eu darei prosseguimento, mas não posso dizer que vou instalar [a comissão especial]; vai depender do que o Supremo decidir. Eu quero dizer que o processo voltará ao curso da continuidade, cumprindo a decisão do Supremo”, explicou.
A abertura do processo contra a presidente da República depende da instalação de uma comissão especial na Câmara, que analisará se há ou não indícios para justificar o julgamento de Dilma Rousseff por crime de responsabilidade.
No fim de dezembro, o STF considerou inconstitucionais dois aspectos do processo de eleição da comissão especial do impeachment na Câmara: a adoção de uma chapa avulsa de deputados – não indicada por líderes partidários – e a escolha dos integrantes do colegiado por voto secreto. Além disso, o Supremo garantiu ao Senado o poder de anular uma eventual decisão da Câmara favorável à abertura de processo. Esses critérios estão sendo questionados junto ao STF pela Câmara por meio de embargos declaratórios.
Prazo de 45 dias
Cunha disse considerar razoável o prazo de 45 dias para que, uma vez eleita e instalada, a comissão especial possa se pronunciar sobre o caso.
“Se seguir o rito, instalar a comissão, com prazo de defesa, prazo de votação, prazo para ir ao Plenário — se for seguido e interpretado o cronograma que está na Lei e no Regimento, 45 dias são um prazo razoável; mas não dá para afirmar que será em 45 dias”, disse, lembrando que pode haver obstruções e recursos judiciais.
Manifestações
O presidente da Câmara comentou ainda o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por suposta ocultação de patrimônio e falsidade ideológica. “Aparentemente, sem ler e sem ter conhecimento técnico, me parece um pouco exagerado, pelos comentários que estou ouvindo”, avaliou.
Cunha considerou que esse fato não deverá acirrar o clima das manifestações pelo impeachment marcadas para domingo (13): “O que vai acontecer já está predeterminado.” Reportagem – Murilo Souza / Edição – João Pitella Junior / AG|ÊNCIA CÂMARA
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