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Aderlânia Noronha ressalta projetos em defesa das mulheres

Deputada Aderlânia NoronhaDeputada Aderlânia NoronhaFoto: Edson Júnior Pio

 
A deputada Aderlânia Noronha (SD) ressaltou, nesta sexta-feira (06/03), durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, projetos de autoria de autoria dela, que buscam melhorar a condição de vida e ampliar os direitos das mulheres.

A parlamentar classificou como “assustador” o crescimento nos casos de violência contra as mulheres no Brasil, nos últimos anos. “Infelizmente, ainda nos anos de hoje, vemos atitudes que tentam desqualificar as mulheres e casos de violência que resultam em morte, o feminicídio. Cada vez mais é importante combater isso na nossa sociedade”, observou.

Aderlânia Noronha lembrou dos oito projetos de autoria dela em defesa da mulher. Seis d já foram aprovados, enviados para sanção do Governador ou como indicação. Outros dois, estão em tramitação na Casa. “Infelizmente, a mulher continua sendo colocada em posição inferior em relação ao homem. Esta é uma situação inaceitável. Todos os nossos projetos estão voltados à promoção da mulher, bem como para a sua proteção contra a violência que caracteriza a convivência social, no sentido amplo”, pontuou.

A deputada citou ainda o teor de algumas das propostas em prol das mulheres. “Quero destacar projetos, como o que institui no Calendário de Eventos do Estado a campanha “Mais Mulheres na Política. O que cria o programa de empregos para as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar; e a instituição da Semana Estadual pela Não Violência contra a Mulher, em novembro; além  criação de postos avançados nas delegacias da Polícia Civil, para atendimento as mulheres vitima de qualquer violência”, ressaltou.

A parlamentar lamentou que muitas vítimas ainda tenham medo de denunciar as agressões, mas reiterou a necessidade de fazer isso para buscar o fim dos abusos.  “Muitos casos são corriqueiros e usuais no cotidiano de diversas mulheres. Abusos em coletivos, por exemplo, não têm a mesma visibilidade por parte da mídia. Precisamos enfrentar isso com muito empenho”, afirmou.
GS/AT

Heitor Férrer cobra reajuste salarial dos servidores públicos do Estado

Deputado Heitor FérrerDeputado Heitor FérrerFoto: Edson Júnior Pio

O deputado Heitor Férrer (SD) defendeu, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta sexta-feira (06/03), que o Governo do Estado proporcione o reajuste salarial de algumas categorias de servidores públicos.

Segundo o parlamentar, o Poder Executivo precisa se comportar da mesma forma que trata policiais, profissionais da saúde e da educação com as demais categorias de servidores públicos, que também merecem reconhecimento.

“A máquina pública é conduzida pelos serviços públicos e pelos servidores públicos. E um Estado é constituído por uma gama de servidores das mais variadas atividades”, salientou.

De acordo com Heitor Férrer, o Governo do Estado não deu o reajuste salarial aos servidores públicos em 2019. “Já fizemos aqui vários pronunciamentos pedindo ao governador que encaminhasse uma proposta de reajuste salarial dos servidores corrigindo a inflação”, ressaltou.

Segundo o deputado, diversos servidores públicos do Estado estão com déficit de quase 30% dos seus salários, que não foram reajustados nos últimos anos. “O Governo está silenciando em relação ao reajuste dos demais servidores públicos, já que o serviço público não é composto só de polícia, professor e saúde”, apontou.

Para Heitor Férrer, “o serviço público precisa ser reconhecido, pois é o que dá credibilidade aos gestores”.
RG/AT

Mato Grosso aprova projeto que legaliza salário de até R$ 93 mil no TCE

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Em uma tramitação a jato, os deputados estaduais do Mato Grosso aprovaram nesta quinta-feira, 5, um projeto de lei que, não à toa, está sendo chamado de ‘PL dos Marajás’. Caso seja sancionada pelo governador Mauro Mendes (DEM), a lei permitirá que cada um dos 13 membros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) passe a receber – além do salário de 35 mil reais — uma verba indenizatória de mais 35 mil reais. Sim, a verba é mensal, o que elevará o salário dos conselheiros para 70 mil reais por mês, estourando, portanto, o teto estabelecido pela Constituição, que define que nenhum servidor público pode ganhar mais que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em 39.200 reais.

O PL foi enviado à Assembleia em janeiro deste ano, em reação à suspensão do pagamento do benefício, em novembro passado. Os conselheiros do TCE já recebiam a verba indenizatória desde 2006. Em novembro de 2019, porém, a justiça estadual suspendeu o pagamento em caráter liminar, a pedido de uma ação movida por uma associação da sociedade civil do Mato Grosso, o Observatório Social.

“Consideramos o pagamento ilegal por vários motivos. Primeiro, porque estoura o teto constitucional, mas também porque não há justificativa para sua existência. Os conselheiros não viajam para fazer fiscalizações, por exemplo, para serem indenizados por atividades externas. Uma terceira razão é que não há qualquer exigência de prestação de contas do pagamento recebido a título de verba indenizatória”, afirma Elda Valim Fim, presidente do Observatório Social.

A remuneração dos conselheiros não se resumirá aos 70 mil reais. No caso do presidente do TCE, o valor pode chegar a 93 mil reais mensais. Além dos 35 mil reais de salário e os 35 mil reais de verba indenizatória, o PL ainda prevê um adicional de até 50% do salário em razão da função na presidência, ou seja, mais 17.500 reais. Para completar os benefícios, o TCE ainda paga um auxílio-livro de 70 mil reais por ano a todos os 13 membros de seu conselho. O valor é pago em duas parcelas por ano (janeiro e julho). Detalhe: não é preciso comprovar as despesas nem do vale-livro, nem das verbas indenizatórias.

O PL aprovado é de autoria do presidente do TCE, Guilherme Maluf. Ele ingressou como conselheiro do Tribunal em março de 2019 e assumiu a presidência em dezembro. Maluf foi deputado estadual e vereador por Cuiabá.

Apenas quatro deputados votaram contra a aprovação do PL. São eles: Faissal Calil (PV), Lúdio Cabral (PT), Ulisses Moraes (DC) e Xuxu Dal Molim (PSC). VEJA

Relator diz que projetos deficientes são a principal causa de paralisação de obras no País Fonte: Agência Câmara de Notícias

O relator da comissão externa da Câmara que analisa a situação das obras inacabadas no País, deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), fez um balanço sobre as obras paralisadas. Em entrevista ao programa Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, o parlamentar, que há seis anos se dedica a estudar ao assunto, diz que a principal causa da paralisação dos trabalhos são problemas com os projetos. “É um paradoxo. Nós temos excelentes universidades, bons profissionais formados, inclusive nós fornecemos muitos profissionais para outros países, mas por falta de um mecanismo de gestão do Poder Executivo, nós temos o principal ponto de falha: os projetos.” Segundo ele, os projetos são deficientes, “falta prazo de maturação, o governo federal não tem uma referência e não tem um controle também”.

Um acórdão do Tribunal de Contas de União (TCU) mostra que há 14 mil obras paradas em todo o País. Mas o cálculo inclui apenas empreendimentos com recursos federais, ficam de fora as obras feitas com dinheiro de estados e municípios.

 

De acordo Silva, só 13,9 % das obras com participação da Caixa Econômica Federal, por exemplo, estão no ritmo normal. Neste caso, a burocracia também não ajuda: entre a assinatura do contrato até a prestação de contas são, em média, 1.695 dias.

 

Maus exemplos
O parlamentar cita também a obra não concluída da Arena Pantanal, o estádio construído em Cuiabá, no Mato Grosso, para a Copa de 2014. Pelas contas de Silva, com os recursos gastos até agora (R$ 25 bilhões), seria possível comprar 7 mil tratores, construir 14 mil casas populares e levar água para 1 milhão e 400 mil famílias.

O relator ressalta que há maus exemplos em diversas áreas. “No Departamento Penitenciário nós temos 33% das obras paralisadas. Na educação, creche, 41% das obras estão inacabadas. No esporte, 33%. O mais triste é no saneamento: se você pegar obras paralisadas, obras não entregues, já chega a 69%”, contabiliza.

Além dos projetos deficientes, da falta de controle e da burocracia, Zé Silva lista outra causa de interrupção das obras: a demora na concessão do licenciamento ambiental.

 

Otimismo


Apesar desse diagnóstico, o parlamentar se mostra otimista, por conta de iniciativas do Tribunal de Contas da União, do Conselho Nacional de Justiça e da Caixa Econômica Federal para diminuir a burocracia e retomar parte das obras.
Ele também identifica um movimento nacional para que o recurso público seja mais bem utilizado.

A comissão externa foi criada em junho de 2019 e é coordenada pela deputada Flávia Morais (PDT-GO).

 

Reportagem - Cláudio Ferreira
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Heitor Férrer informa sobre progressão de salários médicos

Deputado Heitor FérrerDeputado Heitor FérrerFoto: Edson Júnior Pio

O deputado Heitor Férrer (SD) informou, na ordem do dia da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (05/03), sobre os resultados da audiência pública realizada na última quarta-feira (04/03) sobre a implementação plena do plano de cargos, carreiras e salários dos médicos do Estado.

De acordo com o parlamentar, a implementação da progressão não acontecia desde 2010, infringindo a lei. “Ontem, o secretário Dr. Cabeto anunciou que a matéria viria para a Assembleia, contemplando não só a categoria dos médicos, mas as demais da pasta de saúde. Ficamos muito satisfeitos com essa notícia e acompanharemos a tramitação”, declarou.
LA/AT

Evandro Leitão defende assessora especial do Governo de críticas

Deputado Evandro LeitãoDeputado Evandro LeitãoFoto: Edson Júnior Pio

O deputado Evandro Leitão (PDT) se solidarizou, durante a ordem do dia da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (05/03), com a assessora especial do governador Camilo Santana, Janaína Farias, por críticas que vem recebendo por conta de atuação no município de Crateús.

Na avaliação do parlamentar, “só se joga pedra em árvore que dá fruto”, e que talvez a assessora esteja sendo alvo de ciúmes bobos.

“É uma pessoa que quer trabalhar pelo município e por uma ciumeira pequena e pela proximidade com o pleito eleitoral, estão tentando macular e denegrir a sua imagem”, defendeu Evandro Leitão.
RG/AT

Walter Cavalcante agradece obras realizadas em Crateús

Deputado Walter CavalcanteDeputado Walter CavalcanteFoto: Edson Júnior Pio

O deputado Walter Cavalcante (MDB) agradeceu, nesta quarta-feira (04/03), durante o tempo de liderança da sessão plenária da Assembleia Legislativa, as melhorias que vêm sendo realizadas no município de Crateús.

O parlamentar destacou as obras e afirmou que grande parte das conquistas foram possíveis por intermédio da assessora especial do governador Camilo Santana, Janaína Farias. Entre as benfeitorias, o parlamentar citou o aeroporto, inaugurado no último dia 21 de fevereiro, juntamente com os aeroportos de Sobral e São Benedito. O deputado registrou que esteve no evento em Crateús, ao lado de várias lideranças, inclusive o secretário de Turismo do Estado, Arialdo Pinho.

O parlamentar citou ainda a Praça Mais Infância, inaugurada em dezembro, projeto considerado, segundo ele, “a menina dos olhos da primeira-dama, dra. Onélia Santana". Outra obra contemplada e que teve o empenho da assessora Janaína, juntamente com alguns parlamentares, segundo Walter Cavalcante, foi a Ladeira dos Tucuns, inaugurada em maio de 2018 pelo Governo do Estado do Ceará. “E também a estrada que vai tirar o tráfego de dentro de Crateús e vai ser desviada para a BR”, acrescentou.

Na área da saúde, Walter Cavalcante mencionou ainda que Janaína Farias também lutou muito pela celeridade da reforma e o aumento de leitos do Hospital São Lucas. “Vão ser instaladas 10 UTIs, isso vai ser um referencial para aquela região, que contempla cinco cidades".

Em aparte, o deputado Osmar Baquit (PDT) endossou o pronunciamento. “Muitas vezes encontramos pessoas que não têm mandato na vida pública, mas que ajudam muito a desenvolver uma localidade, como é o caso, conforme o deputado, da assessora”.

Segundo Baquit, Janaína foi assessora do governador Camilo Santana desde a época em que ele era deputado estadual e tem um trabalho voltado para Crateús. "Muitos brincam afirmando que ela será candidata a prefeita. Ela seria uma das melhores opções para ajudar o município de Crateús”, defendeu.
LS/LF

Nezinho Farias lembra os 33 anos de emancipação política de Horizonte

Deputado Nezinho FariasDeputado Nezinho FariasFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Nezinho Farias (PDT) registrou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (05/03), os 33 anos de emancipação política do município de Horizonte, celebrados nesta sexta-feira (06/03).

O parlamentar manifestou orgulho de falar de um município que teve o privilégio de ajudar em seu processo de emancipação, assim como de contribuir com mandatos de vereador, vice-prefeito e prefeito.

“Tenho uma dívida com este município, que é uma referência no Ceará, com um grande potencial industrial, sendo a nona cidade cearense em arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)”, destacou.

Para o deputado, a cidade de Horizonte completa 33 anos de história com muitas lutas e conquistas, sendo uma referência na região em áreas como saúde, educação e obras de infraestrutura.

Nezinho Farias anunciou ainda que o governador Camilo Santana já oficializou o início do processo de licitação para as obras de construção de sedes do Corpo de Bombeiros e do Batalhão da Polícia Militar, além de uma nova delegacia em Horizonte.

Em aparte, o deputado Nizo Costa (PSB) ressaltou a luta incansável do colega pela defesa do município de Horizonte. “Sou testemunha de sua luta e carinho pelo povo de Horizonte, seja como vereador, prefeito ou agora como deputado”, salientou.

A deputada Dra. Silvana (PL) abraçou toda a população de Horizonte na pessoa do líder espiritual, pastor De Assis.
RG/AT

Guilherme Landim lamenta atraso nas obras da Transposição das águas

Deputado Guilherme LandimDeputado Guilherme LandimFoto: Edson Júnior Pio

O deputado Guilherme Landim (PDT) lamentou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (05/03), o atraso nas obras do transposição das águas do rio São Francisco, devido a um vazamento no Dique Negreiros, localizado em Pernambuco.

O parlamentar salientou que a previsão do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) seria que as águas do rio São Francisco chegariam ao Ceará até o final de 2020. “Com esse vazamento, teremos um atraso nas obras e na chegada das águas no nosso Estado”, alertou.

Guilherme Landim enfatizou que vai dar entrada na Casa de  requerimento, solicitando do Ministério do Desenvolvimento do Governo Federal o andamento das obras de reparo no vazamento, além de um novo cronograma da transposição das águas.

O deputado também frisou o trabalho da Comissão Especial de Acompanhamento das Obras da Transposição do Rio São Francisco da Assembleia Legislativa, a qual preside, que acompanha os trabalhos e os cronogramas. “A importância dessa obra é indiscutível e à frente do colegiado iremos continuar buscando debates e informações sobre o andamento da transposição. Não estamos contra nenhum Governo, só queremos ter os informes corretos e ver a água chegando ao Ceará”, afirmou.

Em aparte, os deputados Fernando Hugo (PP) e Nezinho Farias (PDT) ressaltaram a importância de reunir a bancada federal e estadual para buscar soluções e demais informações sobre o andamento das obras.
GM/AT

Congresso decide manter o veto dos R$ 30 bilhões do orçamento impositivo

O Plenário do Congresso Nacional decidiu nesta quarta-feira (4) manter o veto presidencial que trata do orçamento impositivo. A parte do Veto 52/2019 que trata da impositividade para emendas do relator-geral do Orçamento no valor de cerca de R$ 30 bilhões foi mantida. Já a parte do veto que trata da exclusão de órgãos dos contingenciamentos de verbas foi derrubada pelos deputados e senadores.

Com o Veto 52/2019, o presidente da República, Jair Bolsonaro, cancelou partes do PLN 51/2019, que deu origem à Lei 13.957, de 2019. Essa lei trata de alterações na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 (Lei 13.898, de 2019).

Na época, Bolsonaro barrou o dispositivo que disciplina o pagamento das emendas parlamentares de comissões da Câmara e do Senado e do relator-geral da Lei Orçamentária Anual (LOA).

De acordo com o projeto original, a execução das emendas deveria observar “as indicações de beneficiários e a ordem de prioridades feitas pelos respectivos autores”. O dispositivo vetado pelo presidente da República também daria prazo de 90 dias para que o Poder Executivo fizesse o empenho das emendas. A manutenção dessa primeira parte do veto foi confirmada pelo Congresso com 398 votos favoráveis de deputados (mais 2 votos contrários e 1 abstenção). O Senado não precisou votar porque a derrubada de veto só ocorre se ambas as Casas concordarem com isso.

A manutenção da parte polêmica do Veto 52 só foi possível após amplo acordo entre Legislativo e Executivo, que culminou no envio, pelo presidente da República, de três projetos de lei (PLNs 2, 3 e 4) com o objetivo de regulamentar o orçamento impositivo neste ano.

Atualmente, as emendas individuais de deputados e senadores ao Orçamento já são impositivas, ou seja, têm preferência para serem executadas.

A LDO 2020 previu pela primeira vez a impositividade também para as emendas das comissões permanentes da Câmara e do Senado e para as emendas do relator-geral da peça orçamentária, que atualmente é o deputado Domingos Neto (PSD-CE). Isso levou Bolsonaro a vetar a mudança, com o argumento de que essa imposição poderia engessar demais o orçamento e não deixaria margem para o Executivo utilizar as verbas discricionárias.

Já a parte do veto que trata do rol de despesas que não podem sofrer limitação de empenho foi derrubada pelos congressistas. O líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), confirmaram durante a sessão que havia acordo para a derrubada desses trechos.

Na Câmara, foram 282 votos pela derrubada contra 167. No Senado, o placar ficou em 50 contra 15. Para que um veto seja derrubado pelo Congresso, são necessários, no mínimo, 257 votos de deputados e 41 de senadores.

Assim, ficarão livres desse tipo de contingenciamento as receitas do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT); da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); e da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Também ficarão livre de cortes ações de pesquisas e desenvolvimento e de transferência de tecnologias vinculadas ao Programa de Pesquisa e Inovações para a Agropecuária.

Fonte: Agência Senado

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