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Para PSDB, delação boa é contra moral alheia

AECIO

Para o PSDB e seus aliados oposicionistas, a delação de Delcídio Amaral só merece crédito até certos pontos. Os pontos em que ele denuncia a corrupção praticada por Dilma, Lula, o petismo e seus sócios. Nesses trechos, Delcídio é tão verdadeiro que ajudará a derrubar a presidente da República. No entanto, nos pedaços da delação em que aponta o dedo na direção do tucano Aécio Neves, o delator passa a ser mentiroso e caluniador. Não merece o mínimo crédito.

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Delcídio: empresa acusada de corrupção na Lava Jato é 'braço financeiro' de Gleisi

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, anuncia o novo salário mínimo
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR)o(Alan Marques/Folhapress/VEJA)

Delcídio do Amaral não poupou a ex-colega de bancada Gleisi Hoffmann (PT-PR) em sua delação premiada. Segundo o senador, o Grupo Consist Software, acusado de repassar propina a petistas por meio de escritórios de advocacia, "sempre atuou como braço financeiro" de Gleisi e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo.

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Para assessor de Delcídio do Amaral, Mercadante agiu a mando de Dilma

O assessor José Eduardo Marzagão afirmou, em entrevisat à GloboNews, não ter dúvida que o ministro Aloizio Mercadante agiu a mando da presidente Dilma Rousseff ao oferecer ajuda ao senador Delcídio do Amaral (PT-MS), numa suposta tentativa de evitar uma delação premiada – oministro nega que tenha tentado impedir a delação. "Considerando que ele é desafeto do Delcídio e que é o cara de maior confiança da Dilma, eu não tive dúvida. Considerando que eu conheco o fato de ele ser um dos ministros de maior confiança dela, obviamente que por solidariedade não foi", disse Marzagão.

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‘Vem tanta coisa aí, tanta confusão’, diz Delcídio

Delcídio do Amaral. Foto: Alex Silva/Estadão

Delcídio do Amaral. Foto: Alex Silva/Estadão

O senador Delcídio Amaral, que nesta terça-feira, 15, se desligou do PT, prevê ‘confusão’ para breve. Enigmático, o ex-líder do Governo, que fez delação premiada e agitou o Congresso, o Palácio do Planalto e também a oposição, disse que na próxima semana retorna às suas atividades parlamentares. Não faz ideia de como será recebido. “É uma incógnita.” Diz que “é inacreditável” Lula no Ministério de Dilma. “É para se blindar do Moro.”

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A delação de Delcídio é um soco no fígado do governo

A melhor forma de entender o efeito para o governo da delação do senador Delcídio do Amaral, do PT de Mato Grosso do Sul, homologada nesta terça-feira (15), é pensar em uma luta de boxe. O aceite da delação de Delcídio pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, tem o peso de um soco direto no fígado de um lutador cambaleante, sem condições de reação. Líder do governo Dilma Rousseff no Senado, Delcídio topou contar o que sabe aos investigadores da Operação Lava Jato depois de experimentar três meses de detenção. Pelo acesso privilegiado e a confiança que tinha de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que Delcídio tem a dizer carrega um peso catastrófico.

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NÃO É MAIS UM GOVERNO. É UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA!

Está gravado. Aloizio Mercadante tentou comprar o silêncio de Delcídio do Amaral. Com influência política e, evidencia o contexto, num dado momento, com dinheiro. E falava, deixou claro, em nome da presidente Dilma Rousseff. Não é mais um governo. Quem está no poder é uma organização criminosa. O diálogo do ministro da Educação, Aloizio Mercadante — o ministro da Pátria Educadora! — com José Eduardo Marzagão, assessor de Delcídio, é coisa típica de bandido, de marginal, de membro de quadrilha. Se Mercadante é tudo isso, não sei. Ele se comportou como tal. Aliás, em matéria de comportamento social, ninguém é coisa nenhuma de forma imanente: a pessoa é aquilo que faz. Não por acaso, o ministro — em nome de Dilma, e isso fica claro num dado momento —  diz ao assessor de Delcídio que “em política, tudo pode”. Atenção! Nem no crime organizado tudo pode! Perguntem a Marcola se tudo pode… Ele vai dizer que não. O PCC tem um Código de Ética. O PT não tem nenhum. Eis o governo que ofereceu a Lula a Presidência da República de porteira fechada porque, afinal, ele seria o homem capaz de reduzir tudo a pó. Contra ele, não haveria nem poder nem Poderes. Ele manda. Ele faz. Ele acontece. Derrube-se a República e se institua Lula como a única autoridade, o único valor, a única referência. 

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Ex-deputado Charles Lucena é preso por desvio de recursos públicos

CHARLES LUCENA PE LADRÃO

O ex-deputado federal por Pernambuco, Charles Lucena (sem partido), foi preso na manhã desta terça-feira (15), como parte de uma operação da Polícia Federal (PF), com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU). Segundo a investigação, ele integrava uma quadrilha especializada em desviar recursos públicos dos Ministérios da Agricultura e Turismo, por intermédio de uma Organização Não-Governamental (ONG) de fachada.

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Mercadante ofereceu ajuda para evitar delação de Delcídio, diz revista

 

MERCADANTE

São Paulo - No acordo de delação premiada, homologado nesta quinta-feira, 15, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Delcídio Amaral (PT-MS) informou que o ex-chefe da Casa Civil do governo Dilma e atual ministro da Educação Aloizio Mercadante prometeu dinheiro e ajuda para que Delcídio deixasse a prisão e escapasse do processo de cassação de mandato no Senado, informa o site da revista Veja.

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'Não há observância da lei só no Paraná', diz Marco Aurélio Mello sobre Lula em ministério

O ministro do STF Marco Aurélio Mello
O ministro do STF Marco Aurélio Mello

Brasília - O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello disse na manhã desta terça-feira, 15, em entrevista à Rádio Estadão, não ser correta qualquer suposição de que a Corte seja "benévola" com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso o petista assuma um ministério no governo Dilma Rousseff e passe a ter o chamado foro privilegiado. Ele rejeitou a tese de que a nomeação de Lula configure "obstrução à Justiça", como apontam oposicionistas, e lembrou que o STF já condenou "políticos, um ex-chefe da Casa Civil, banqueiros e empresários" no julgamento do mensalão, em 2012.

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