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R$ 480 milhões para a campanha de Dilma - ISTOÉ

Na segunda-feira 12, o empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS Friboi, e seu diretor Ricardo Saud prestaram depoimentos na Procuradoria da República no Distrito Federal para detalhar como foram feitos os pagamentos dos valores de corrupção que ele mencionou em sua delação premiada. Segundo Joesley, uma bolada de US$ 150 milhões (R$ 490 milhões ao câmbio atual) estava em contas na Suíça à disposição dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma, ambos do PT. O valor foi repassado em dinheiro vivo, notas frias e até como doações oficiais registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e era parte que o grupo obteve a partir dos financiamentos subsidiados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Palocci diz que Mantega era quem autorizava pagamentos ilegais

Fabio Rodrigues Pozzebom/ Abr: Brasilia - Entrevista coletiva Ministro da fazenda Guido Mantega no Palacio do Planalto

Em alegações finais apresentadas à Justiça Federal, em Curitiba, a defesa do ex-ministro Antonio Palocci atribuiu ao seu sucessor no Ministério da Fazenda, Guido Mantega, a responsabilidade por autorizar pagamentos ilegais da Odebrecht na conta do marqueteiro João Santana, na Suíça; embora não tenha citado expressamente o ex-ministro petista, a defesa destacou trechos do depoimento de Marcelo Odebrecht que atribuíram a Mantega a responsabilidade por gerir pagamentos endereçados ao PT a partir de 2011. BRASIL 24-7

Funaro diz à PF que Temer tinha pleno conhecimento de corrupção do PMDB

Interessado em firmar um acordo de colaboração com a Justiça, o doleiro Lúcio Bolonha Funaro prestou depoimento à Polícia Federal no inquérito que investiga Michel Temer. Ele admitiu ter atuado como operador de esquemas que abasteceram o caixa dois do PMDB com verbas de corrupção. Declarou que Temer tinha pleno conhecimento de que as campanhas da legenda eram vitaminadas com recursos provenientes de propinas.

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O “Dia D” de Aécio é 20 de junho. O que fará Marco Aurélio? E o “esquerdo-populismo”

O Supremo decide duas coisas no próximo dia 20. Ou, a rigor, uma, já que, por óbvio, um extremo exclui o outro. A defesa do senador pede que ele retome o seu mandato, já que não vê motivos que justifiquem o afastamento. E, ora vejam, a Procuradoria-Geral da República — leia-se: Rodrigo Janot — quer nada menos do que a prisão do senador. Que coisa!

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O JOGO POLITICO DE JANOR - ISTOÉ 1

e de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), e a própria denúncia contra o ex-presidente do PSDB. Como não é nada desprezível o arsenal que Janot vem preparando para breve. Nos próximos dias, ele deve denunciar o presidente da República, Michel Temer, por corrupção passiva e organização criminosa. A questão que se impõe agora, diante das revelações trazidas por ISTOÉ,

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O JOGO POLITICO DE JANOT - ISTOÉ

As mais recentes ações do procuradorgeral da República, Rodrigo Janot, muitas das quais controversas, revelaram que ele vinha trafegando numa linha tênue e perigosa que separava a boa e necessária liturgia jurídica de seus interesses pessoais e políticos. O que ISTOÉ traz agora em suas páginas indica que Janot pode ter ultrapassado e muito essa fronteira. Trata-se de duas ligações telefônicas, ainda sob sigilo judicial, interceptadas pela Polícia Federal, no âmbito da operação Lava Jato, obtidas com exclusividade pela reportagem de ISTOÉ.

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Contratar advogado sem licitação nem sempre é improbidade, diz Toffoli

A administração pública pode contratar advogados sem licitação, quando houver real necessidade e nenhum impedimento legal, mesmo se tiver procuradores concursados. A escolha, por sua vez, pode ser baseada na confiança, já que a competição entre escritórios envolve elementos subjetivos. Assim entendeu o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, ao rejeitar ato de improbidade administrativa envolvendo a contratação de uma banca no interior de São Paulo.

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Marco Aurélio diz que Senado não está descumprindo decisão sobre Aécio

Isadora Peron e Breno Pires, O Estado de S.Paulo

14 Junho 2017 | 15h16

Atualização às 17h20

BRASÍLIA - Após encontro com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), mudou de tom e afirmou nesta quarta-feira, que a decisão de afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) está sendo cumprida pelo Congresso.

"Ele (Eunício) apresentou quadro revelador do cumprimento da decisão. O senador (Aécio) foi suspenso das funções legislativas, agora precisamos aguardar com serenidade. As instituições estão funcionando como convém e há independência e harmonia entre o Poder Legislativo e o Judiciário", disse.

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Gabinete de Aécio pode funcionar com normalidade, diz STF

Julia Lindner, O Estado de S.Paulo

14 Junho 2017 | 16h42

BRASÍLIA - O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira, 14, ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que o gabinete do senador Aécio Neves (PSDB-MG) pode funcionar normalmente durante o período de afastamento do tucano.  Pelo entendimento de Marco Aurélio, que é relator do inquérito que investiga Aécio no STF com base na delação do grupo JBS, o gabinete pode continuar aberto porque o mandato do parlamentar foi suspenso, não extinto.  

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Lula defende mudança no modo de escolha de ministros do STF

Lucas Coelho, especial para o 'Broadcast', O Estado de S.Paulo

14 Junho 2017 | 18h12

Em meio aos debates sobre os limites de atuação dos Poderes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira, 14, mudanças no critério de escolha dos ministros do Superior Tribunal Federal (STF). Em entrevista à Rádio Difusora, de São Luís no Maranhão, o petista ainda defendeu a "harmonia" entre as instituições do País. Embora negue que os presidentes tenham influência sobre os ministros que indicam ao STF, Lula acredita que "o critério está errado" e sugeriu que seja criado um colegiado responsável pela formação do tribunal e seja debatido o tempo de mandato. "Não pode uma pessoa entrar com 35 anos e ficar até os 75 exercendo o cargo na Suprema Corte", disse.

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