PIMENTA: ELEIÇÃO SEM LULA EM 2018 NÃO SERÁ TOLERADA NEM PERMITIDA
Deputado Paulo Pimenta (PT-RS) critica duramente a "decisão política de um juiz partidário" contra o ex-presidente Lula e afirma que uma eleição sem o petista em 2018 "não será tolerada, nem permitida"; "Vamos às ruas, às praças e ao parlamento em defesa da democracia e do ex-presidente Lula", disse; para ele, a sentença do juiz Sergio Moro proferida nesta quarta-feira 12 "entrará para a história do Brasil como uma das mais lamentáveis já produzidas". BRASIL 247
Sentença dá a Lula a chance de fazer campanha como vítima
Todo o mundo político já esperava que o juiz Sérgio Moro, da 13ª vara Federal de Curitiba, condenasse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, como fez nesta quarta-feira (12). A dúvida era o tamanho da pena, fixada em nove anos e seis meses. Faz parte do roteiro a reação que será propagada por Lula, pelo PT e por seus aliados. Todos ressuscitarão o discurso da vitimização, de que Lula sofre uma perseguição de Moro, da Operação Lava Jato e de parte da Justiça. Lula dirá – e todos repetirão – que passa por isso porque foi o primeiro presidente de origem humilde, que contrariou interesses de “poderosos” e cujo projeto foi desalojado do poder por um movimento golpista. O slogan “Lulainocente” será disperso pelo meio digital milhares e milhares de vezes.
MORO CONDENA LULA - O GLOBO
SÃO PAULO - O juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. Lula está neste momento na sede do Instituto Lula, onde recebeu a notícia. O Instituto Lula e a defesa do ex-presidente ainda não se manifestaram sobre a condenação.
Moro diz que foi intimidado e não decretou prisão de Lula por 'prudência'
Por Rosanne D'Agostino, G1, São Paulo
O juiz Sérgio Moro afirmou na sentença em que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (12) que foi intimidado e que não decretou a prisão neste momento do processo por "prudência".
Lula foi condenado a nove anos e seis meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além do ex-presidente, outras seis pessoas foram condenadas no processo que envolve o caso da compra e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo.
O Lula é condenado a 9 anos e seis meses; Moro não decreta prisão do petista
Aos 71 anos de idade, Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, em Curitiba, é a primeira do ex-presidente na Operação Lava Jato. Moro não decretou a prisão de Lula.
“Entre os crimes de corrupção e de lavagem, há concurso material, motivo pelo qual as penas somadas chegam a nove anos e seis meses de reclusão, que reputo definitivas para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, condenou Moro.
Lula é condenado a 9 anos e seis meses; Moro não decreta prisão do petista
Aos 71 anos de idade, Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, em Curitiba, é a primeira do ex-presidente na Operação Lava Jato. Como a prisão não foi decretada, Lula pode recorrer da sentença em liberdade.
Moro nega inclusão de novos depoimentos em processo que investiga triplex que seria de Lula
O juiz federal Sérgio Moro negou nesta terça-feira (11) a inclusão de novos depoimentos no processo que apura um suposto pagamento de propina por parte da OAS ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o juiz, os autos já estão conclusos para a sentença, ou seja, o magistrado poderá definir as condenações ou absolvições a qualquer momento.
Cármen Lúcia valida 'manobra' do governo de troca de titulares na CCJ
Rafael Moraes Moura e Breno Pires, O Estado de S.Paulo
11 Julho 2017 | 19h36
BRASÍLIA – A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, rejeitou nesta terça-feira, 11, um pedido feito pelo deputado federal Delegado Waldir (PR-GO), que queria a anulação do ato da liderança do PR que o substituiu da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. A ministra argumentou que a troca de membros de comissão é assunto interno da Câmara e que não cabe ao Supremo "analisar o mérito de ato político".
Advogado preso pedirá que acordo da JBS seja anulado
A defesa do advogado Willer Tomaz, preso em decorrência da delação da J&F, pedirá que o acordo de colaboração dos executivos da empresa seja anulado. Segundo a Folha apurou, Tomaz usará fatos novos relatados pelos delatores em inquérito administrativo contra o procurador Angelo Goulart Villela, também preso. No processo interno da Corregedoria-Geral do MPF (Ministério Público Federal), o diretor jurídico da J&F (controladora da JBS), Francisco de Assis e Silva, afirmou que as tratativas de delação começaram em 20 de fevereiro. O MPF diz que a negociação começou no final de março.
Executivos da Galvão Engenharia fecham delação com PGR
Executivos da Galvão Engenharia, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, fecharam acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República e a força-tarefa de procuradores em Curitiba. O acordo ainda não foi homologado pela Justiça. Entre os executivos que fizeram o acordo está Dario de Queiroz Galvão Filho, principal dirigente e sócio do Grupo Galvão.

