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MINISTRO DA JUSTIÇA COMPARA DELAÇÃO À EXTORSÃO

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"O próprio uso da delação premiada tem pressupostos. Se houver dúvida sobre essa voluntariedade, não vale. Na medida em que decretamos prisão preventiva ou temporária em relação a suspeitos para que venham a delatar, essa voluntariedade pode ser colocada em dúvida. Porque estamos em situação muito próxima de extorsão. Não quero nem falar em tortura. Mas no mínimo é extorsão de declaração. Se a gente tolera que o grandalhão vai para cadeia enquanto não resolve abrir a boca, então o pequeno pode ir para o pau de arara", disse o novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão; ele afirmou ainda que, se houver vazamentos, ele troca toda a equipe da Polícia Federal. brasil 24-7

Manifestações a favor e contra o governo ocorrem no país nesta quinta

Manifestações a favor e contra o governo da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), à posse do ex-presidente Lula como chefe da Casa Civil e o PT são registradas nesta quinta-feira (17) em ao menos 105 cidades de 25 estados e no Distrito Federal. Em AC, BA, CE, DF, PB e RS foram registrados protestos a favor do governo. Já AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PR, RJ, RN, RS, RO, RR, SC, SE, SP e TO tiveram manifestantes contra o governo. Só no PI não foram registrados atos. Os protestos são pacíficos, com poucos incidentes isolados. Houve registros de 'panelaços' também durante a cerimônia de posse de Lula no Palácio do Planalto.

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Governo é o avesso do que diz, revela grampo

O neopresidente Lula, a subpresidente Dilma e seus devotos petistas ficaram estarrecidos com a decisão de Sérgio Moro de suspender o sigilo dos autos da 24ª fase da Lava Jato. Aterrorizaram-se especialmente com a divuglação dos grampos que captaram conversas telefônicas de Lula durante 27 dias. O Planalto anunciou: “Todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis serão adotadas para a reparação da flagrante violação da lei e da Constituição da República, cometida pelo juiz autor do vazamento.”

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Vice Michel Temer se ausenta da posse de Lula

Abespinhado com a decisão de Dilma Rousseff de nomear um ministro peemedebista à revelia da convenção do PMDB, o vice-presidente Michel Temer decidiu se ausentar da cerimônia de posse de Lula na Casa Civil. Temer voou para São Paulo. Simultaneamente, integrantes do grupo de Temer preparam o ritual de expulsão do deputado mineiro Mauro Lopes, que aceitou assumir a pasta da Aviação Civil a despeito de o partido ter proibido seus filiados de ocuparem novos cargos no governo.

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Lula: a solução virou um problema - ÉPOCA

Três dias depois dos maiores protestos da história recente, quando cerca de três milhões de pessoas em todo país pediram o impeachment, o governo da presidente Dilma Rousseff começou a trabalhar no que considerava ser seu movimento mais ousado, sua última cartada para começar levantar. Logo cedo, líderes do governo no Congresso anunciavam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava nomeado ministro-chefe da Casa Civil. A presidente Dilma anunciou oficialmente a chegada de Lula poucas horas depois. A partir daí, um looping de acontecimentos virou a situação pelo avesso. O governo terminou o dia com mais protestos contrários: milhares de pessoas se juntaram em 15 estados, inclusive na porta do Palácio do Planalto, para rejeitar com veemência a integração de Lula ao governo.

Manifestação do dia 16 de março em Brasília (Foto: AP)


Os manifestantes começaram a se juntar em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, no final da tarde. No início da noite, com a nomeação de Lula, o juiz Sérgio Moro levantou o sigilo sobre a parte da Operação Lava Jato que investigou o ex-presidente. Nomeado ministro para que seu caso só possa ser examinado pelo Supremo Tribunal Federal, Lula não está mais na jurisdição de Moro. O fim do sigilo tornou públicas gravações captadas pela Polícia Federal, que grampeou os telefones de Lula com autorização da Justiça federal.Na mais grave, ocorrida às13h32 desta quarta, a presidente Dilma Rousseff avisa Lula que está enviando um funcionário do governo com o termo de posse como ministro para “qualquer eventualidade”. Antes mesmo de ser oficialmente nomeado, Lula tinha o termo de posse para evitar que fosse preso. Ficou claro que Lula ganhou o cargo de Dilma para se proteger de um eventual pedido de prisão.


A divulgação das gravações turbinou as manifestações. No plenário da Câmara, deputados gritaram “renúncia”. Nas ruas em todo o país, os protestos começaram a crescer. Ao longo da noite, manifestantes que estavam em frente ao Palácio do Planalto também se deslocaram para a porta do Congresso Nacional. O governo, que começou o dia com a crença que Lula seria uma possível solução contra seu fim, terminou com uma crise a mais no colo.

Dilma blinda Lula de Sérgio Moro e novos protestos tomam ruas do País

Presidente confirma seu antecessor na Casa Civil da Presidência e provoca nova onda de manifestações; juiz federal libera arquivos de áudio com monitoramento telefônico do petista e afirma que diálogos indicam que ele atuou para tentar influenciar o Judiciário

Manifestação em frente à sede da Fiesp, na Avenida Paulista, contra a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil 

Manifestação em frente à sede da Fiesp, na Avenida Paulista, contra a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil 

A nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil do governo Dilma Rousseff desencadeou nesta quarta-feira, 16, uma série de protestos pelo País motivada também pela divulgação de arquivos de áudio da Operação Lava Jato com diálogos do petista com a presidente e com o ex-ministro Jaques Wagner. 

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Disfarçado de ministro, Lula assume seu terceiro mandato (e foge de Moro)

lula envergonhado

Alvo de uma denúncia por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica e na mira da Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta quarta-feira assumir o Ministério da Casa Civil do governo Dilma Rousseff. A manobra garante ao petista foro privilegiado - e o livra das mãos do juiz federal Sergio Moro, que conduz as ações da Lava Jato em Curitiba. Já Dilma, que há muito não governa, apenas se contorce em manobras para permanecer no cargo, entrega ao antecessor o pouco poder que lhe restava.

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Edição extra do Diário Oficial oficializará ida de Lula para Casa Civil

Uma edição extra do "Diário Oficial da União" será divulgada ainda nesta quarta-feira (16) com as nomeações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a chefia da Casa Civil; e a de Jacques Wagner para a chefia de gabinete da Presidência.

Com isso, o ex-presidente ganha prerrogativa de foro e poderá passar a responder perante o Supremo Tribunal Federal (STF) as acusações contra ele na Operação Lava Jato. Já o cargo de Wagner não é de ministro, e ele, assim, perde o foro privilegiado. Wagner, até aqui, não é investigado pela Operação Lava Jato.

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Lula decide assumir Casa Civil de Dilma

LULA E DILMA

Brasília - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta quarta-feira, 16, assumir a Casa Civil do governo Dilma Rousseff. O petista se reuniu nesta manhã com a presidente e outros ministros do núcleo duro da gestão, como o atual titular do futuro posto de Lula, Jaques Wagner; Ricardo Berzoni (Secretaria de Governo); Nelson Barbosa (Fazenda) e Aloizio Mercadante (Educação).

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