Importante é que Battisti responda pelos graves crimes que cometeu’
Fabio Serapião e Fausto Macedo / O ESTDO DE SP
13 Janeiro 2019 | 18h32

Em nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores e Justiça, o governo brasileiro confirmou que Cesare Battisti irá da Bolívia direto para a Itália. A confirmação do trajeto põe fim as várias versões sobre o que ocorreria com o italiano após sua prisão, na noite de sábado, 12, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
“O governo brasileiro se congratula com as autoridades bolivianas e italianas e com a Interpol pelo desfecho da operação de prisão e retorno de Battisti à Itália. O importante é que Cesare Battisti responda pelos graves crimes que cometeu. O Brasil contribui assim para que se faça justiça”, diz a nota divulgada no início da noite deste domingo, 13.
Auditoria do TCU questiona contas do Sistema S e aponta ‘inconsistências’
Cleide Silva, Mônica Scaramuzzo e Raquel Brandão, O Estado de S.Paulo
13 Janeiro 2019 | 05h00
O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou novas inconsistências nas contas do Sistema S, que está na mira da equipe econômica de Jair Bolsonaro. A auditoria, ainda preliminar, indica divergências nas informações financeiras e falta de transparência na aplicação dos recursos administrados pelas entidades, que são mantidas com contribuições de empresas.
O relatório de 166 páginas, ao qual o Estado teve acesso, indica que as nove instituições que integram o Sistema S (entre elas Sesi, Senai, Sesc e Sebrae) arrecadaram R$ 43 bilhões entre 2015 e 2016 – período em que os dados foram analisados. Esse valor é obtido por meio de contribuições que as empresas pagam sobre a folha de pagamento. Os recursos são repassados pela Receita Federal, mas também podem ser cobrados pelas entidades diretamente das empresas, o que também é permitido.
Governo salva da degola estatal do trem-bala
Coluna do Estadão
12 Janeiro 2019 | 05h00
A EPL, conhecida como a estatal do trem-bala, deve escapar da degola. No governo há quem ainda acredite no potencial da empresa criada por Dilma Rousseff com o pretexto de tocar o projeto de um trem-bala entre Rio e São Paulo, que nunca saiu do papel. Durante a campanha, o presidenciável Alvaro Dias (Podemos) defendeu sua extinção, pauta encampada pelo opositor Jair Bolsonaro. No período eleitoral, o presidente também disse que fecharia a EBC, que mantém a chamada “TV do Lula”, agenda também abandonada pelo seu governo.
Na fila. Até agora, está confirmada a extinção da Valec ainda no primeiro trimestre deste ano e há estudos sobre a liquidação da Ceitec, a estatal que produz chip de boi. Informações antecipadas pelo Broadcast.
Bolsonaro veta lei que muda regras sobre pagamento com cheque no comércio
Luci Ribeiro, O Estado de S.Paulo
11 Janeiro 2019 | 09h43
BRASÍLIA- O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente projeto de lei aprovado pelo Congresso que regulamentava o pagamento com cheque em estabelecimentos comerciais. A decisão está no Diário Oficial da União (DOU).
Pelo texto, o comerciante que decidir aceitar cheque como forma de pagamento só poderia recusá-lo se o cliente tivesse o nome "sujo", ou seja, inscrito em cadastro de proteção ao crédito, ou se o cheque apresentado fosse de terceiros. Nenhuma outra situação poderia justificar a rejeição. Além disso, o projeto tornava obrigatória a aceitação de cheques por lojistas que não colocassem no local "informação ostensiva e clara" de recusa desse tipo de pagamento.
Bolsonaro sanciona lei que cassa por 5 anos CNH de motorista contrabandista
Igor Moraes / O ESTADO DE SP
11 Janeiro 2019 | 10h30
Carteira Nacional de Habilitação. Crédito: Divulgação
O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou nesta quinta-feira, 10, lei que prevê a cassação da carteira nacional de habilitação (CNH) aos motoristas que utilizarem veículos para cometerem os crimes de receptação, contrabando e descaminho – arts. 180, 334 e 334-A do Código Penal. As novas regras foram publicadas na edição desta sexta, 11, do Diário Oficial da União e já estão em vigor.
Inflação fecha 2018 em 3,75%, abaixo do centro da meta do governo
O Estado de S.Paulo
11 Janeiro 2019 | 09h04
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2018 em 3,75%, abaixo do centro meta do governo, de 4,50%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%), informou nesta sexta-feira, 11, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro, o índice foi de 0,15%, o mais baixo para o mês desde o início do Plano Real.
O resultado ficou dentro do previsto pelo Projeções Broadcast. As estimativas eram de inflação de 3,54% a 3,82%, o que gerou mediana de 3,70%, ficando encostada na projeção do levantamento Focus (3,69%), do Banco Central. Em 2017, a inflação ficou em 2,95%, depois de 6,29% em 2016.



