Quem ganhou a eleição para senador do Mato Grosso do Sul em 2022?
Os eleitores do Mato Grosso do Sul elegeram, neste domingo (2), Tereza Cristina (PP) como senadora pelos próximos oito anos. Com 75% das urnas apuradas, a candidata foi matematicamente eleita com mais de 60% dos votos válidos.
Ela integrará a bancada do Estado na Casa legislativa, ao lado dos parlamentares Soraya Thronicke (União Brasil) e Nelsinho Trad (PSD).
As urnas fecharam às 17 horas (horário de Brasília). O segundo mais votado foi Mandetta (União Brasil), com mais de 15%, conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No Mato Grosso do Sul, concorreram ao Senado Federal os seguintes nomes:
- Anizio Tocchio (Psol)
- Jeferson Bezerra (Agir)
- Juiz Odilon (PSD)
- Mandetta (União Brasil)
- Professor Tiago Botelho (PT)
- Tereza Cristina (PP)
QUEM É TEREZA CRISTINA?
Natural de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina Correa da Costa Dias, de 68 anos, é engenheira agrônoma e produtora rural. Eleita deputada federal em 2014, ela está no segundo mandato na Câmara.
Filiada ao PP, a política atuou como ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do governo de Jair Bolsonaro (PL). Ela ainda dirigiu a Federação de Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul e foi secretária estadual de Produção na gestão de André Puccinelli (MDB).
ELEITORES ESCOLHERAM UM SENADOR EM 2022
Nesta eleição, os cidadãos elegeram somente um senador, dos três que compõem a bancada de cada estado e do Distrito Federal. No pleito de 2018, os eleitores escolheram dois parlamentarem para representarem as federações e a Capital.
Esse revezamento acontece devido à diferença entre o tempo de mandato para o cargo (oito anos) e o intervalo das eleições para o Senado Federal (quatro anos). Assim, a cada pleito, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços das 81 cadeiras.
Em todo o Brasil, 156.454.011 pessoas estão aptas a votar em 2022. No Mato Grosso do Sul, segundo os números do TSE, são 1.996.510 eleitores. DIARIONORDESTE
Quem ganhou a eleição para senador no Distrito Federal em 2022?
Os eleitores do Distrito Federal elegeram, neste domingo (2), a senadora Damares Alves (Republicanos) para os próximos oito anos. Com 90,66% das urnas apuradas, a candidata foi matematicamente eleita com mais de 45,04% dos votos válidos.
As urnas encerraram às 17 horas (horário de Brasília). a apuração dos votos começa logo após. É possível acompanhar em tempo real no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No Distrito Federal, concorreram ao Senado Federal os seguintes candidatos:
- Carlos Rodrigues (PSD)
- Damares Alves (Republicanos)
- Elcimara (PSTU)
- Expedito Mendonça (PCO)
- Flávia Arruda (PL)
- Hélio José (Solidariedade)
- Joe Valle (PDT)
- Marcelo Hipólito (PTB)
- Pedro Ivo (Rede)
- Rosilene Corrêa (PT)
- Tenente Coronel Souza Júnior (DC)
- Yara Prado (PSDB)
A senadora Damares Alves (Republicanos) integrará a bancada do Estado na Casa legislativa, ao lado dos parlamentares Izalci Lucas (PSDB) e Leila Barros (PDT).
QUEM É DAMARES ALVES?
Damares Alves, de 58 anos, é natural de Paranaguá, Paraná, e formada em direito. A candidata se filiou ao Republicanos neste ano.
Atualmente é advogada e pastora evangélica, mas assumiu o cargo de ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos de 2019 a 2022, no governo de Jair Bolsonaro.
ELEITORES ESCOLHEM UM SENADOR EM 2022
Nesta eleição, os cidadãos elegem somente um senador, dos três que compõem a bancada de cada estado e do Distrito Federal. No pleito de 2018, os eleitores escolheram dois parlamentarem para representarem as federações e a Capital.
Esse revezamento acontece devido à diferença entre o tempo de mandato para o cargo (oito anos) e o intervalo das eleições para o Senado Federal (quatro anos). Assim, a cada pleito, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços das 81 cadeiras.
No Brasil, 156.454.011 pessoas estão aptas a votar em 2022. No Distrito Federal, segundo os números do TSE, são 2.203.045 eleitores. DIARIONORDESTE.
Por que a pesquisa de boca de urna não será realizada pela primeira vez desde 1989?
Por O GLOBO — Rio de Janeiro
Pela primeira vez desde a redemocratização não serão realizadas pesquisas de boca de urna na eleição presidencial. Ipec, Datafolha e Quaest revelaram que não farão o tradicional levantamento.
A boca de urna consiste, tradicionalmente, em entrevistas com eleitores na porta das sessões eleitorais, cujo resultado era divulgado logo após o fechamento das urnas, às 17h.
Os altos custos e a agilidade do sistema eleitoral são apontados como as principais causas para a não realização da pesquisa. O fim da boca de urna já parecia uma tendência nos últimos anos. O Datafolha, inclusive, deixou de fazer o levantamento no ano 2000.
Atualmente, o voto eletrônico fez com que a apuração final se tornasse mais ágil. Desta forma, a curta diferença de tempo entre a divulgação da boca de urna e o resultado final não compensaria os altos custos.
Na eleição 2018, o Ibope foi o único instituto a realizar o levantamento. Na ocasião, 30 mil pessoas foram entrevistadas sob um custo de R$ 347.653,33, segundo o TSE.
Que horas começa a apuração dos votos?
A unificação dos horários de votação no Brasil para as eleições 2022 permite que a apuração dos votos e os resultados para todos os cargos comecem a ser divulgados a partir do encerramento das urnas, às 17h (horário de Brasília).
Josias: Moraes exagera ao minimizar eventual contestação de resultado.
Colaboração para o UOL, em São Paulo 02/10/2022 16h59Atualizada em 02/10/2022 17h16 O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, erra ao minimizar uma eventual contestação do resultado das eleições por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), avalia o colunista do UOL Josias de Souza. Durante coletiva de imprensa, Moraes usou uma metáfora sobre futebol para exemplificar como o tribunal lidará com possíveis alegações contra a apuração.
"Até hoje eu contesto a vitória do Internacional contra o Corinthians em 1976, aquela bola que bateu na trave e bateu fora e foi dado gol. Eu contesto a vitória do Internacional contra o Corinthians em 1976, aquela bola que bateu na trave e bateu fora e foi dado gol. Eu contesto até hoje, só que fico com a minha contestação para mim mesmo. É assim que o Tribunal Superior Eleitoral vai tratar quem contestar as eleições", afirmou.
"O ministro exagera ao minimizar a contestação", diz Josias, no programa UOL Eleições. " O que se avizinha é uma encrenca de grandes proporções", completa. "Imagine se o presidente da República de um país contesta o resultado oficial a ser divulgado pelo TSE. Não é uma confusão negligenciável, mas, aparentemente, as instituições no Brasil estão preparadas para isso", analisa.
"Em um prenúncio do que está por vir, o ministro Alexandre de Moraes teve que gastar 90% da conversa com jornalistas com declarações construídas para desarmar encrencas que se insinuam", acrescenta Josias....
No UOL Eleições, o colunista Jamil Chade mostrou que grupos bolsonaristas passaram a divulgar resultados falsos de urnas e seções na Europa, apontando para uma suposta vitória ampla do presidente Jair Bolsonaro. Os dados contradizem as divulgações feitas pelos principais consulados e seções eleitorais nas capitais europeias..
Em alguns dos casos, como na Suíça, as urnas nem sequer tinham sido contabilizadas quando, nos grupos de WhatAapp e redes sociais, circulavam informações de uma falsa vitória do candidato de direita.
"Temos que tomar cuidado com a quantidade de fake news que está circulando", alertou Chade. "Só para se ter ideia: estou na seção eleitoral em Genebra. Em breve, vão divulgar o boletim de urna. Nas redes sociais, já estão dando o resultado daqui — quando ele sequer existe.".
"Isso tem acontecido em todos os países, com resultados absolutamente falsos", acrescentou.
Datafolha em São Paulo: Haddad tem 39% dos votos válidos; Tarcísio, 31% e Rodrigo Garcia, 23%
Por Jessica Brasil Skroch / O ESTADÃO
Na véspera das eleições, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) mantém a liderança para o governo de São Paulo com 39% dos votos válidos, segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 1º. O ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 31%, e o governador do Estado e candidato à reeleição, Rodrigo Garcia (PSDB), marca 23%. Esse é o último levantamento antes da votação.
O petista oscila dois pontos para baixo em comparação ao levantamento anterior, do dia 29 de setembro. Tarcísio aparece com a mesma pontuação e Garcia oscila um ponto para cima em relação à pesquisa anterior.
Carol Vigliar (UP) registra 2% dos votos válidos. Gabriel Colombo (PCB), Elvis Cezar (PDT), Antonio Jorge (DC), Edson Dorta (PCO) e Vinicius Poit (Novo) têm 1% cada um. Altino (PSTU) não pontua.
O resultado de votos válidos exclui da conta de intenção os votos brancos, nulos e indecisos, segundo critério usado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
O levantamento, contratado pela Folha e pela Globo, ouviu 3.700 pessoas, em 79 cidades do Estado, de 30 de setembro a 1º de outubro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE com o número SP-09987/2022.
Segundo turno
O Datafolha também traçou de cenários de segundo turno. Haddad vem perdendo a vantagem que tinha diante dos adversários. De acordo com o levantamento, o ex-prefeito vence o ex-ministro por 46% a 41%. Se a disputa for contra o atual governador, há empate técnico. Garcia tem 43% ante 42% do petista.

