Busque abaixo o que você precisa!

Fachin multa Haddad e coligação por impulsionar conteúdo contra Bolsonaro na eleição

Amanda Pupo, O Estado de S.Paulo

28 de março de 2019 | 15h39

 

BRASÍLIA  – O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o candidato derrotado à Presidência da República Fernando Haddad (PT) e a coligação ‘O Povo Feliz de Novo’ paguem uma multa de R$ 176.515 por impulsionamento irregular de conteúdo contra Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha presidencial - candidato que saiu vencedor. Para Fachin, a prática desrespeita a regras eleitorais e provoca um desequilíbrio na campanha.

A multa, explicou o ministro, é correspondente ao dobro do valor do contrato (cerca de R$ 88 mil) de impulsionamento de materiais do site ‘A verdade sobre Bolsonaro’. A decisão foi dada em ação apresentada por Bolsonaro durante a campanha presidencial no ano passado. Na ocasião, o ministro Luis Felipe Salomão já havia dado uma decisão liminar para suspender o contrato que foi fechado com a Google. A empresa não sofreu nenhuma sanção porque, à época, interrompeu a prática. Por meio de assessoria, Haddad declarou “incredulidade e surpresa” decisão de Fachin, e disse que “ser multado por impulsionamento de notícias parece até irreal”. 

Leia mais:Fachin multa Haddad e coligação por impulsionar conteúdo contra Bolsonaro na eleição

TSE segue decisão do TRE-CE e cassa diplomas do prefeito e vice de Frecheirinha

h
 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na última terça-feira (19) confirmar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) e cassou os diplomas do prefeito de Frecheirinha, Carleone Júnior de Araújo (PP) e de seu vice, Cláudio Fernandes Júnior (MDB).Os ministros mantiveram a decisão do TRE-CE que condenou os políticos em razão da distribuição irregular de bens com caráter eleitoreiro, nas eleições de 2016.

 

“A doação de brindes, eletrodomésticos, ferramentas e a realização de sorteio de dinheiro em eventos comemorativos ocorridos no município, tiveram a participação direta do candidato à reeleição para o cargo de prefeito, com caráter eleitoreiro e gravidade apta a ensejar o desequilíbrio do pleito”, destacou o vice-procurador-geral Eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, no parecer enviado ao TSE.

Ele rebateu os argumentos da defesa, que pedia a anulação da condenação, pelo fato de os demais servidores públicos envolvidos na distribuição dos bens não terem sido citados no processo. Para Humberto Jacques, tal citação não era necessária, visto que o prefeito atuou de forma “direta e pessoal” nos ilícitos, sendo não apenas beneficiário, mas também autor das condutas.tse/cn7

 

Campanha de Bolsonaro gastou R$ 1 mil com impulsionamento de conteúdo no Google, diz empresa ao TSE

Rafael Moraes Moura/SÃO PAULO

12 Novembro 2018 | 18h09

 

A campanha do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) à Presidência da República gastou R$ 1 mil com impulsionamento de conteúdo no Google, informou a empresa ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite desta segunda-feira (12). As informações do Google foram incluídas na prestação de contas de Bolsonaro, que será analisada pelo TSE.

A legislação eleitoral permite a contratação desse tipo de serviço. O impulsionamento de conteúdo é considerado gasto eleitoral e deve ser devidamente identificado na internet, além de só poder ser contratado por partidos políticos, coligações ou candidatos.

Leia mais:Campanha de Bolsonaro gastou R$ 1 mil com impulsionamento de conteúdo no Google, diz empresa ao TSE

Capitão Wagner lidera com folga disputa para Prefeitura de Fortaleza em 2020

Deputado federal cearense é seguido por Heitor Férrer e Luizianne Lins
CAPITÃO WAGNER
 
Capitão Wagner na Câmara dos Deputados

O CN7 obteve nesta segunda-feira (11), com exclusividade, levantamento feito pela Paraná Pesquisas sobre a corrida para a Prefeitura de Fortaleza em 2020. Nos três cenários, o deputado federal cearense Capitão Wagner(PROS) lidera com folga, sendo seguido por Heitor Férrer (SD) e Luizianne Lins (PT).

A pesquisa foi feita entre 7 e 10 de março e ouviu 2.020 pessoas.

 

Em tempo

O levantamento também mostra que 59,5% da população aprova a gestão de Roberto Cláudio (PDT) e 37,2% desaprova (3,3% não soube ou não opinou).

Em tempo II

Pesquisa exclusiva foi feita em parceria com Instituto Paraná, Veja e CN7.

Veja cenários

 

 

A maioria venceu -Germano Oliveira é editor de política da ISTOÉ

A eleição de Jair Bolsonaro foi incontestável. Ele venceu com 57,1 milhões de votos (55,3%) ou 11 milhões de votos a mais do que Fernando Haddad (44,7%). Isso significa que a maioria da população quis a eleição do candidato do PSL, por mais críticas ele tenha merecido durante toda a campanha. Disseram, sobretudo a oposição e intelectuais alinhados com a esquerda, que ele era homofóbico, racista, misógino e que não podia ser eleito presidente. Mas ele provou que o povo queria alguém que tivesse exatamente o discurso que ele apregoava pelos quatro cantos do país já há alguns anos.

Leia mais:A maioria venceu -Germano Oliveira é editor de política da ISTOÉ

Compartilhe