Busque abaixo o que você precisa!

FHC: Bolsonaro é autoritário e Ciro Gomes, imprevisível e errático

Em entrevista exclusiva à ISTOÉ, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse considerar um atraso para o desenvolvimento do País a polarização entre Jair Bolsonaro, que para ele representará a volta do autoritarismo, e Ciro Gomes, considerado como “imprevisível” por não ser possível caracterizá-lo nem como direita nem como esquerda. Por isso, o ex-presidente, que nesta segunda-feira 18 completa 87 anos, defende com vigor a união dos sete candidatos do centro em torno de uma única candidatura que, necessariamente, não precisa ser a do PSDB. “Eu não posso dizer: só caso se for com a Maria”. FH afirma que até às convenções a negociação em busca da unidade será importante para a consolidação de um “projeto progressista e democrático”. Alegou estar convencido, porém, que Geraldo Alckmin é o melhor candidato e que o PSDB “não tem plano B”.

Leia mais:FHC: Bolsonaro é autoritário e Ciro Gomes, imprevisível e errático

uso da maconha”

Na história recente do País, o remédio mais eficaz contra as crises econômicas não foi encontrado nas prateleiras das farmácias, mas nas gôndolas da família Campos Meirelles, natural de Anápolis (GO). Atende pelo nome de Henrique Meirelles e não há genéricos capazes de substituí-lo à altura. Exagero ou não, é dessa maneira que o ex-presidente do Banco Central do governo Lula e ex-ministro da Fazenda de Michel Temer pretende se apresentar na campanha eleitoral.

Leia mais:uso da maconha”

A exterminação do social

*PAULO DELGADO, O Estado de S.Paulo

13 Junho 2018 | 03h00

O Brasil não é uma cômoda em que candidatos a presidente possam encher ou esvaziar suas gavetas. Basta alguém se achar importante que se autoriza a incomodar e ficar livre para trair o primeiro que nele confiar. Triste tempo em que as piores qualidades é que fazem alguém falado.

Há uma sobra de notícias que circula para um canto da sociedade onde a energia social é considerada baixa e pode ser tratada como resíduo. Bolsões frios se destacam no clima geral dos deserdados que julgam a democracia um resto. A gestão periódica desses resíduos é o que se costuma chamar campanha eleitoral.

Leia mais:A exterminação do social

MDB precisa ser destruído, diz Ciro

Rodrigo Borges Delfim
SÃO PAULO

O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, fez uma dura crítica ao MDB e disse que a legenda precisa ser destruída no cenário político brasileiro, pelos meios democráticos. 

"O MDB está no poder, destruiu o projeto PT, destruiu o projeto do PSDB e precisa ser destruído desta feita. Sempre lembrando aqui que 'destruir' aqui é pelo mecanismo democrático, que é simples: basta cortar a torneira da roubalheira que eles entram em extinção. 

Leia mais:MDB precisa ser destruído, diz Ciro

Delatado, Lupi suja a ‘hegemonia moral’ de Ciro

"Ciro Gomes, o presidenciável do PDT, adota uma retórica encrespada ao falar sobre corrupção. Chama Michel Temer de “escroque”. Eleito, desmontará o MDB, porque o partido “só existe para roubar”. Eventuais alianças com PP, DEM e assemelhados, só seriam cogitadas depois de um acerto com PSB e PCdoB, “porque a hegemonia moral e intelectual do rumo estará afirmada.” Sempre em riste, a língua de Ciro ganhou um desafio novo. Carlos Lupi, o presidente do PDT, foi delatado como beneficiário de uma mesada de R$ 100 mil mensais fornecida pela quadrilha do ex-governador fluminense Sérgio Cabral.

Leia mais:Delatado, Lupi suja a ‘hegemonia moral’ de Ciro

Compartilhe