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A prepotência petista

O Estado de S.Paulo

16 Outubro 2018 | 03h00

 

As análises estatísticas do primeiro turno da eleição presidencial mostram aquilo que todos já sabem: o PT continua a reinar soberano nos remotos grotões do País, onde eleitores sustentados pelo assistencialismo do Bolsa Família idolatram o chefão petista Lula da Silva. Foi basicamente esse clientelismo que impulsionou a transferência de votos de Lula para seu preposto na eleição, Fernando Haddad, levando o ex-prefeito paulistano para o segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSL).

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Gleisi lamenta nanismo da frente anti-Bolsonaro

Sob o impacto da nova pesquisa do Ibope, que apontou vantagem de 18 pontos de Jair Bolsonaro sobre Fernando Haddad, a presidente do PT lamentou a baixa adesão à ideia de formar uma “frente democrática” contra o capitão. Gleisi Hoffmann manifestou-se sobre o tema em nota veiculada na noite desta segunda-feira (15), no Twitter. Afirmou que o PT não se omitiria se o adversário de Bolsonaro fosse outro.

“Se o PT não estivesse no segundo turno, apoiaria o adversário do deputado Bolsonaro”, escreveu Gleisi, “porque ele não vai promover a democracia no país. Esperávamos que isso fosse um movimento natural e estou vendo que não é. Adiante, a história avaliará a todos nós.”

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'Não dá para o PT pedir desculpas porque venceu', diz Gleisi

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Desabafo de Cid perfura como prego em caixão

Ao chutar o balde num ato pró-Fernando Haddad, no Ceará, o senador eleito Cid Gomes espalhou o cheiro de enxofre que emana dos subterrâneos da candidatura presidencial do PT. O miasma ficará no ar até o próximo dia 28, quando o eleitor voltará às urnas. O desabafo do irmão de Ciro Gomes foi perfurante como prego em caixão: o PT “vai perder a eleição”, declarou. Vai ''perder feio''.

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Análise: Mensagens simples e eficazes fazem campanha de Bolsonaro decolar

BRASÍLIA — Ao confirmar a tendência detectada pelo Datafolha na semana passada, a pesquisa do Ibope mostra que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro , caminha para uma vitória estrondosa no dia 28 – a não ser que um cataclismo aconteça.

É normal que candidatos com maior votação no primeiro turno saiam na frente no round seguinte. Mas Bolsonaro foi além disso. O candidato do PSL não só manteve uma sólida base de seguidores fiéis — 41% deles dizem não ter dúvidas de que votarão no capitão — como atraiu mais eleitores que optaram por outros candidatos no primeiro turno do que Fernando Haddad, do PT.

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