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Eunício Oliveira e Lula trocam cartas

Ueslei Marcelino

Eunício Oliveira e Lula andaram trocando cartas. O senador enviou ao presidiário uma correspondência em que dizia apoiá-lo em sua luta pela liberdade e pedia que não esmorecesse.

Lula respondeu que estava firme e disse apoiar Eunício em sua tentativa de reeleger-se senador em outubro. Uma carta dessas de Lula para um emedebista vale um pote de ouro de votos no Nordeste. LAURO JARDIM / O GLOBO

De Lula para Eunício: 'Meu candidato prioritário no Ceará é você'

Ailton de Freitas

O PT cearense deu uma rasteira em José Pimentel e negou ao senador legenda para disputar a reeleição. O PT, com o o.k. de Lula, vai facilitar a vida de Eunício Oliveira, emedebista até a medula.

Mais do que isso, Eunício poderá exibir uma mensagem de apoio de Lula que vale um pote até aqui de votos no Ceará.

Gleisi Hoffmann tuitou no domingo um post tentando desmentir que Lula vá apoiar Eunício. Disse Gleisi:

— Lula não enviou nenhuma carta de apoio à candidatura de Eunício de Oliveira ao Senado da República pelo Ceará. 

Leia mais:De Lula para Eunício: 'Meu candidato prioritário no Ceará é você'

Um retrato dos partidos

O Estado de S.Paulo

01 Agosto 2018 | 03h00

O Partido dos Trabalhadores (PT) diz ter 2,19 milhões de filiados, mas conseguiu arrecadar até agora apenas R$ 440,8 mil de cerca de 4,6 mil doadores por meio do sistema virtual de doações para a campanha eleitoral à Presidência - a chamada “vaquinha online” -, mostra levantamento recente do Estado. Esses números expõem a dificuldade que mesmo partidos muito bem estruturados e com uma militância numerosa e aguerrida, como o PT, estão enfrentando para convencer seus eleitores a financiar sua campanha - reflexo não só da falta de uma cultura de envolvimento dos cidadãos com os partidos que dizem representá-los, mas também da incapacidade da maioria das legendas de sustentar uma atuação política sólida e ideologicamente coerente.

Leia mais:Um retrato dos partidos

ANÁLISE: Alianças não são para quem quer, só para quem pode

Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo

01 Agosto 2018 | 05h00

Na convenção que o lançou ao governo de São Paulo, o ex-prefeito João Doria deu uma resposta que pode parecer atrevida, mas é simplesmente verdadeira, às críticas contra a aliança do também tucano Geraldo Alckmin com o Centrão: “Quem advoga contra alianças é quem não conseguiu fazer”.

Marina Silva (Rede) pode até não vestir a carapuça, já que ela enfrenta dificuldades com seu próprio partido e tem sido seletiva nas suas conversas com outras siglas, como o PDT de Ciro Gomes. Mas a provocação de Doria, em estilo machadiano, atinge em cheio o próprio Ciro.

Leia mais:ANÁLISE: Alianças não são para quem quer, só para quem pode

Ciro discorda da estratégia do PT de levar candidatura de Lula às últimas consequências

Marcelo Osakabe, O Estado de S.Paulo

27 Julho 2018 | 17h58

O pré- candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse nesta sexta-feira discordar da estratégia do PT de manter, mesmo que sub judice, a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva até as últimas consequências. Para o ex-governador, a tática "não respeita o momento grave" que o País está passando.

"Penso que a estratégia do PT não respeita o momento grave que a população brasileira está passando. Se for correto o senso comum que a lei da ficha limpa vai prevalecer, o que está se promovendo é um grande teatro para comover o povo brasileiro e lá na véspera da eleição, o Lula eleger outro presidente por procuração", disse. "E o Brasil aguenta outro presidente por procuração?"

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