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Junto com Lula, pragmatismo do PT foi parar na cadeia

Fernando Canzian
SÃO PAULO

Dos presidentes pós-redemocratização, Lula talvez tenha sido o que poderia ter reformado com mais facilidade a economia e nos livrado dos graves problemas que temos à frente.

“O cara” de Barack Obama era popular, não tinha pruridos para negociações fisiológicas no Congresso e foi pragmático na economia.

Mas como a insistência de sua candidatura natimorta revela, a pulsão do “Lula de novo, nos braços do povo” das caravanas é pela inebriação popular, o que o afastou de enfrentar tarefas espinhosas na Presidência.

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Coligação de Alckmin vai receber metade do novo fundo bilionário

Ranier Bragon / folha de SP
BRASÍLIA

coligação de nove legendas que se formou em torno da candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) receberá a metade do novo fundo de campanha que, nos próximos dias, injetará R$ 1,72 bilhão de dinheiro público nas contas dos partidos. Se na divisão da propaganda eleitoral na TV o tucano já detém a maior parte, 44%, a fatia da verba do chamado "fundão" é maior ainda, 48%, o que totaliza R$ 828 milhões.

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Dúvidas e certezas nas eleições

O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2018 | 03h00

Com a definição de nada menos que 15 candidaturas à Presidência, o maior número desde a eleição de 1989, é duvidoso que, no primeiro turno, haja algo próximo de um debate de ideias um pouco mais racional para tirar o País da imensa crise legada pelo lulopetismo. 

A cacofonia dos palanques não deverá facilitar a vida do eleitor, prolongando a hoje acentuada indefinição de voto provavelmente até a véspera do pleito, em 7 de outubro. Mesmo entre as candidaturas consideradas viáveis, não se sabe ainda com clareza quais são as propostas para os temas mais relevantes. Ou seja, o eleitorado, inclusive a parte dele que se informa bem e se interessa pelo debate político, dificilmente terá condições, neste momento, de fazer sua escolha de maneira firme.

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Doria e Skaf empatam em corrida para governo de SP, diz pesquisa

Artur Rodrigues / folha de sp
SÃO PAULO

A corrida para o governo de São Paulo está empatada entre João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB), de acordo com pesquisa CNT (Confederação Nacional do Transporte)/MDA divulgada nesta quarta-feira (8). 

Doria tem 16,4% das intenções de voto, seguido por Skaf com 16,2%. Como a margem de erro é de 2,2%, ambos estão tecnicamente empatados. 

A pesquisa realizou 2.002 entrevistas, em 75 municípios de todas as regiões do estado, entre os dias 02 e 05 de agosto, com 95% de nível de confiança. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral)  é BR-05911/2018 e no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), SP-04729/2018.

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Bolsonaro: modos de lidar

Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2018 | 03h00

Na véspera do primeiro debate na TV aberta da eleição presidencial, o da Band amanhã, as campanhas dos adversários de Jair Bolsonaro ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas.

Enquanto a necessidade de fazê-lo desidratar nas pesquisas poderia sugerir que ele seja o alvo natural dos ataques de todos os demais, as recentes sabatinas e entrevistas das quais o candidato do PSL à Presidência participou levaram os QGs rivais a reverem essa estratégia.

Um dos responsáveis pela preparação de um dos oito contendores observa que “o bizarro, o inusitado”, não tira voto de Bolsonaro. Ao contrário, parecem fortalecê-lo diante do eleitorado fiel.

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