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Coligação de Alckmin vai receber metade do novo fundo bilionário

Ranier Bragon / folha de SP
BRASÍLIA

coligação de nove legendas que se formou em torno da candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) receberá a metade do novo fundo de campanha que, nos próximos dias, injetará R$ 1,72 bilhão de dinheiro público nas contas dos partidos. Se na divisão da propaganda eleitoral na TV o tucano já detém a maior parte, 44%, a fatia da verba do chamado "fundão" é maior ainda, 48%, o que totaliza R$ 828 milhões.

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Doria e Skaf empatam em corrida para governo de SP, diz pesquisa

Artur Rodrigues / folha de sp
SÃO PAULO

A corrida para o governo de São Paulo está empatada entre João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB), de acordo com pesquisa CNT (Confederação Nacional do Transporte)/MDA divulgada nesta quarta-feira (8). 

Doria tem 16,4% das intenções de voto, seguido por Skaf com 16,2%. Como a margem de erro é de 2,2%, ambos estão tecnicamente empatados. 

A pesquisa realizou 2.002 entrevistas, em 75 municípios de todas as regiões do estado, entre os dias 02 e 05 de agosto, com 95% de nível de confiança. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral)  é BR-05911/2018 e no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), SP-04729/2018.

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Bolsonaro: modos de lidar

Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2018 | 03h00

Na véspera do primeiro debate na TV aberta da eleição presidencial, o da Band amanhã, as campanhas dos adversários de Jair Bolsonaro ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas.

Enquanto a necessidade de fazê-lo desidratar nas pesquisas poderia sugerir que ele seja o alvo natural dos ataques de todos os demais, as recentes sabatinas e entrevistas das quais o candidato do PSL à Presidência participou levaram os QGs rivais a reverem essa estratégia.

Um dos responsáveis pela preparação de um dos oito contendores observa que “o bizarro, o inusitado”, não tira voto de Bolsonaro. Ao contrário, parecem fortalecê-lo diante do eleitorado fiel.

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Dúvidas e certezas nas eleições

O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2018 | 03h00

Com a definição de nada menos que 15 candidaturas à Presidência, o maior número desde a eleição de 1989, é duvidoso que, no primeiro turno, haja algo próximo de um debate de ideias um pouco mais racional para tirar o País da imensa crise legada pelo lulopetismo. 

A cacofonia dos palanques não deverá facilitar a vida do eleitor, prolongando a hoje acentuada indefinição de voto provavelmente até a véspera do pleito, em 7 de outubro. Mesmo entre as candidaturas consideradas viáveis, não se sabe ainda com clareza quais são as propostas para os temas mais relevantes. Ou seja, o eleitorado, inclusive a parte dele que se informa bem e se interessa pelo debate político, dificilmente terá condições, neste momento, de fazer sua escolha de maneira firme.

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Nas eleições 2018, PT se alia a partidos que apoiaram impeachment

Felipe Frazão, O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2018 | 05h00

BRASÍLIA - Apesar do discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um “golpe”, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente cassada em 2016 e integraram o governo Michel Temer. Levantamento feito pelo Estado mostra que o PT será cabeça de chapa ao governo nas eleições 2018 em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Na mão inversa, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo afastamento de Dilma vão ter o apoio do PT.

Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre o senador Renan Calheiros e o governador Renan Filho na passagem da caravana petista por Alagoas, em agosto de 2017 Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Desses nove, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB – que sempre foi um aliado histórico dos petistas – fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência.

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