Esquerda tentava caracterizar cidadão 'normal' como exceção, diz presidente do BB
27 de abril de 2019 | 17h53
BRASÍLIA - Dois dias após se tornar público o veto de Jair Bolsonaro a uma propaganda do Banco do Brasil (BB), o presidente da instituição, Rubem Novaes, afirmou que a retirada precisa ser vista “num contexto mais amplo em que se discute à diversidade no País”.
Segundo ele, no ano passado, durante as eleições, houve confronto de duas visões de mundo e “um povo majoritariamente conservador fez uma clara opção no sentido de rejeitar a sociedade alternativa" que os meios de comunicação procuravam impor.
“Durante décadas, a esquerda brasileira deflagrou uma guerra cultural tentando confrontar pobres e ricos, negros e brancos, mulheres e homens, homo e heterossexuais etc, etc. O ‘empoderamento’ de minorias era o instrumento acionado em diversas manifestações culturais: novelas, filmes, exposições de arte etc., onde se procurava caracterizar o cidadão ‘normal’ como a exceção e a exceção como regra”, afirmou o presidente por meio de sua assessoria de imprensa. “É este o pano de fundo para nossos debates atuais”, completou Novaes.
A internet entre os imbecis e a democracia

Em artigo no O POVO deste sábado (27), o juiz federal Nagibe de Melo Jorge Neto observa que as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis, mas também tornam a democracia mais participativa. Confira:
Vivemos um tempo inédito e estranho. Se a invenção dos tipos móveis por Gutenberg possibilitou a Revolução da Imprensa e a ampla difusão da informação, a invenção da internet e das redes sociais possibilita que qualquer pessoa publique ideias (nem sempre bem articuladas) e distribua informação (nem sempre verídica) com alcance jamais imaginado por Gutenberg. Pessoas comuns não são mais meros leitores inofensivos.
Umberto Eco dizia que “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”. Mas não é só isso. O problema vai além porque a voz dos imbecis é amplificada por robôs, pessoas e empresas mal intencionadas cujo objetivo é distribuir informações falsas, difamar, implantar a cizânia, a ponto de influir no funcionamento do Estado. Alguns especialistas falam de ameaça real à democracia.
Presidente da Fiec reitera ao general Hamilton Mourão necessidade da reforma da Previdência

José Filho (Fiep), General Hamilton Mourão, Freitas Neto e Beto.
O presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart, foi um dos convidados, nessa sexta-feira, em Teresina (PI), de almoço em torno do vice-presidente Hamilton Mourão, aquele que é bombardeado pelo filho de Bolsonaro.
Beto aproveitou ali para, na condição não só de presidente de federação, mas integrante da cúpula da Confederação Nacional da Indústria (CNI), reiterar que a reforma da Previdência é uma exigência da indústria.
No encontro, estavam também o presidente da Federação das Indústrias do Piauí, José Filho, e o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Piauí, Freitas Neto. COM BLOG DO ELIOMAR
Reforma da Previdência deve estabilizar dívida pública em 2023, diz estudo

Principal medida do governo para reequilibrar as contas públicas, a reforma da Previdência deve estabilizar a dívida bruta do Governo Geral a partir de 2023. A projeção consta de estudo divulgado esta semana pela Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão auxiliar do Senado.
Segundo a edição mais recente do Relatório de Acompanhamento Fiscal, dedicada aos efeitos da reforma da Previdência, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – só voltará a registrar superávit primário em 2023. Definido como economia para o pagamento dos juros da dívida pública, o superávit primário representa o principal instrumento para segurar o endividamento do governo.


