Ao rebater Paulinho, Maia diz que vai trabalhar para economia de R$ 1 tri com reforma
01 de maio de 2019 | 17h26
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), minimizou nesta quarta-feira, 1.º as declarações do líder da Força Sindical, o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), que afirmou que o Centrão quer evitar aprovar uma reforma da Previdência com uma grande economia, para evitar a reeleição do presidente Jair Bolsonaro.
Ao Estadão/Broadcast, Maia afirmou não acreditar que essa é uma posição de todo o Centrão e disse que vai trabalhar para aprovar uma reforma que garanta a economia de R$ 1 trilhão.
"Vou trabalhar para uma economia de R$ 1 trilhão. Uma economia que garanta o pagamento das futuras aposentadorias e pensões, uma economia que garanta no prazo de três anos uma geração de 8 milhões de empregos", disse, completando: "Não estou preocupado com a eleição de 2022".
Petrobrás conclui venda da refinaria de Pasadena
01 de maio de 2019 | 21h00
A Petrobrás informou nesta quarta-feira, 1.º, que finalizou, por meio de sua subsidiária Petrobrás America Inc. (PAI), a venda de 100% de suas ações nas empresas que compõem o sistema de refino de Pasadena, nos Estados Unidos, para a multinacional americana Chevron.
A conclusão do acordo marca o fim de um polêmico projeto da empresa brasileira, que trouxe severos prejuízos à petroleira. A compra da refinaria de Pasadena, em 2006, desencadeou uma investigação sobre corrupção. A refinaria, porém, custou cerca de US$ 1,2 bilhão (quase R$ 4,8 bilhões) à companhia.
A compra de Pasadena foi realizada em duas etapas. Em 2006, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, a Petrobrás, com o aval do conselho de administração, pagou US$ 360 milhões à empresa belga Astra Oil por 50% da refinaria. Em 2012, a Petrobrás pagou mais US$ 820 milhões pelos 50% remanescentes.
Advogados pedem que Supremo retraia a pena e mande Lula ao semiaberto
Dois advogados foram ao Supremo Tribunal Federal pedir a soltura do ex-presidente Lula. Em Habeas Corpus, eles pedem que, com a redução da pena por decisão do Superior Tribunal de Justiça, seja decretada a retração: o cumprimento mínimo para transferência ao semiaberto deve ser contado conforme a pena atual, e não a original. Portanto, Lula já poderia estar solto, diz a petição, distribuída ao ministro Luiz Edson Fachin, por prevenção.
Brasil Confidencial
Adeus Lula
Acabou o sonho do PT de se erguer em São Bernardo do Campo o Museu do Trabalhador, o chamado Museu do Lula, onde seria guardada toda “tralha” que o ex-presidente acumulou em oito anos de governo. Acontece que durante a gestão de Luiz Marinho (PT) como prefeito de São Bernardo, o partido decidiu construir o museu em homenagem a Lula no centro da cidade, gastando R$ 21 milhões na obra, com recursos do Ministério da Cultura, da gestão de Dilma. A construção começou em 2012, mas a Justiça a suspendeu depois de detectar um superfaturamento de R$ 7,9 milhões. Agora, o atual prefeito Orlando Morando (PSDB) resolveu terminar a obra, mas ao invés de homenagear o líder petista, vai construir no local uma fábrica de cultura.
Papa Francisco diz que desemprego é tragédia mundial
O papa Francisco definiu hoje (1º) o desemprego como uma tragédia mundial e pediu a intercessão de São José por aqueles que perderam o emprego ou não conseguem encontrá-lo.
Ao final da Audiência Geral na Praça São Pedro, diante de milhares de fiéis, o pontífice fez votos de que a figura de São José, “o humilde trabalhador de Nazaré, nos oriente em direção a Cristo, sustente o sacrifício daqueles que praticam o bem neste mundo e interceda por aqueles que perderam o próprio emprego ou não conseguem encontrá-lo, uma tragédia mundial nesses tempos”.
*Com informações da rádio pública do Vaticano
Sem reforma, sobra o atoleiro
01 de maio de 2019 | 03h00
Com dinheiro curto, orçamento engessado, investimentos comprimidos e gastos sem freio na Previdência, o setor governo continua preso no atoleiro das contas públicas, com déficit total de R$ 81,14 bilhões no primeiro trimestre, soma equivalente a 4,64% do Produto Interno Bruto (PIB). Com o rombo previdenciário funcionando como um buraco negro, têm sobrado cada vez menos verbas para investimentos em obras e até para a operação da máquina pública no dia a dia. O saldo negativo total inclui os juros vencidos.
Sem perspectiva de resultados melhores nos próximos meses, a equipe econômica do governo central batalha agora para fechar o ano com um déficit primário (sem juros) de R$ 139 bilhões. Essa é meta original definida no Orçamento, mas o pessoal do Ministério da Economia chegou a mencionar, em alguns momentos, a esperança de um resultado melhor, talvez próximo do obtido no ano passado, quando o déficit das contas primárias foi contido em R$ 120,2 bilhões, bem abaixo da meta de R$ 159 bilhões.



