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Conheça os efeitos do uso exagerado de descongestionantes nasais

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Uso contínuo do descongestionante nasal pode causar problemas como taquicardia, hipertensão e insônia — Foto: Shutterstock

Uso contínuo do descongestionante nasal pode causar problemas como taquicardia, hipertensão e insônia — Foto: Shutterstock

 

De fato, não há sensação que traga mais alivio que respirar bem e, muitas vezes, quando bate aquela gripe, resfriado ou sinusite, a primeira reação é ir até a farmácia e comprar um descongestionante nasal.

Existem vários fatores que fazem com que esse tipo de medicamento tenha alto índice de venda nas farmácias. Seu preço varia entre R$ 4 e R$ 30, não é preciso uma receita médica para a compra e seu efeito ocorre entre cinco e 10 minutos após a aplicação.

Entretanto, toda essa eficácia vem acompanhada de um preço. Usado de forma exagerada, o medicamente pode trazer sérios riscos à saúde como taquicardia, hipertensão e insônia.

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RJ bate recorde na apreensão de fuzis em 2019; número de mortes por intervenção policial é o maior nos últimos 20 anos

Por Felipe Grandin e Matheus Rodrigues, G1 Rio

Dois números do último balanço trimestral da Segurança Pública divulgado no estado do Rio - relativos a janeiro, fevereiro e março de 2019 - se destacam na série histórica do estado. A quantidade de fuzis apreendidos foi a maior desde 2007, com 145 armas recolhidas. No entanto, o número de mortes por intervenção policial foi o maior dos últimos 20 anos: 434 casos.

A polícia do RJ apreendeu nos três primeiros meses do ano, 25 fuzis a mais do que no mesmo período de 2018. Neste total, não foram contabilizados os mais de 100 fuzis incompletos apreendidos na casa de Ronnie Lessa, preso por envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco. Essa apreensão foi notificada como "parte de armas".

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Advogados de Lula assinam petição contra pedido de habeas corpus ao ex-presidente

Advogados de Lula assinaram uma petição contra o pedido de habeas corpus ao ex-presidente protocolado nesta semana por Daniel Oliveira, ex-secretário de Justiça do Piauí, no Supremo Tribunal Federal.

NÃO QUERO 2 

Lula se nega a pedir o cumprimento da pena em regime domiciliar, objeto do habeas corpus. Quer que a Justiça reconheça a sua inocência.

EU POSSO 

Oliveira confirma ter ouvido “comentários” sobre o desejo de Lula. “Mas, independente da posição dele, esse é meu direito enquanto cidadão brasileiro”, afirma.

NÃO PODE  

Nesta quinta (2), o ex-secretário piauiense fez uma representação contra os advogados do ex-presidente no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A petição dos defensores de Lula, no entanto, foi feita com procuração do próprio presidente.

Mônica Bergamo / FOLHA DE SP

Governo finaliza propaganda pró-reforma; ‘Quem ganha mais vai contribuir com mais’, diz peça

Painel / FOLHA DE SP
O PRESIDENTE JAIR

Papo reto O Planalto finalizou a formatação da ofensiva publicitária a favor das mudanças nas regras de aposentadoria. O mote, “Nova Previdência, pode perguntar”, tenta desmontar críticas à proposta e apresentar de maneira palatável os principais troncos do projeto de Jair Bolsonaro. As peças dizem que nada muda para quem já é aposentado, que as alterações vão ampliar a margem para investimentos e que quem ganha menos vai contribuir com menos e quem ganha mais vai com contribuir mais.

Sou o caminho A campanha foi formulada pela Artplan. As peças feitas para a TV apostam na simulação de diálogos, no formato pergunta e resposta. A ideia central é apontar para uma gestão capaz de justificar e defender os principais pontos da proposta. Há ainda uma espécie de selo que classifica as informações oficiais como “Essa é a verdade”.

Paleta da moda As propagandas pró-reforma serão exposta em TV, rádio, jornais, internet e outdoors. A linguagem visual enaltece as cores da bandeira, o verde e amarelo, uma das marcas da campanha de Bolsonaro em 2018.

Tecla SAP O esforço para melhorar a comunicação da reforma mudou até o vocabulário do ministro Paulo Guedes (Economia). Ele passou a chamar a capitalização de “regime de poupança garantida”.

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Nêumanne entrevista Tabata Amaral

Nêumanne – Deputada, a senhora conquistou uma grande admiração da sociedade brasileira quando pôs o ex-ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez contra a parede numa sessão da Câmara dos Deputados, onde está estreando aos 27 anos. Quanto a mim, não foi grande surpresa, pois considero um gesto ainda mais corajoso seu, o anterior, de entrar no covil de raposas da política enfrentando todas as desvantagens aparentes de sua origem, de sua condição minoritária feminina no plenário da Casa e, sobretudo, de suas convicções. O que a levou a enfrentar esta batalha do episódio bíblico da casta Suzana enfrentando os anciães que a assediavam?

Tabata  – Na minha opinião, a audiência com o ex-ministro da Educação Ricardo Vélez simbolizou muito do sentimento que as pessoas estavam compartilhando na sociedade de modo geral, e não só no Congresso. Foram 6 horas de audiência, mas a gente está falando de 100 dias de Governo em que a gente ouvia falar dos cortes, ouvia falar das grandes fumaças, mas não via nenhum projeto concreto. Acho que é um pouco esse o [nosso] papel, o de lutar, aqui no Congresso, quando a gente fala não da nova ou da velha política, mas da boa política. Será que a gente ainda vai conseguir ir além da polarização? Será que a gente consegue ir além dos grandes conflitos, do Fla x Flu que se vê todos os dias no Plenário e falar do que tem de mais concreto? Falar do que afeta mais a vida das pessoas? Então, para mim, foi simplesmente o resumo de um sentimento de muito tempo que eu via na sociedade, que vejo aqui, no Congresso, também, o de que, tudo bem, a gente pensa diferente em várias coisas – mas será que a gente consegue achar um consenso e fazer acontecer avaliações como o ENEM, uma formação nacional dos professores, uma política nacional de formação, a renovação do FUNDEB? Então, para mim, foi um pouco emblemático nesse sentido.

Tabata na Vila Missionária com ex-craque do Corinthians e comentarista na TV Casagrande. Foto: Bruna de Araújo/Estadão

N – A senhora considera a política uma vocação, uma escolha feita superando outras veleidades de ofício das carreiras corriqueiras de professora, médica, engenheira, enfermeira, dentista ou arquiteta? Ou é uma escolha de cidadania, resolvida por convicção, que considera não um ofício ou mesmo uma tarefa, mas uma missão?

T – Quando penso no que me levou à política, a primeira coisa que me vem à cabeça é a missão que eu tenho na Educação, e não tanto na política. Por quê? O que explica minha trajetória? Eu poder ter feito escolhas, ter terminado o ensino médio, feito faculdade, escolhido realmente o meu futuro enquanto quase todo mundo ao meu redor não teve nenhuma dessas opções, nenhuma dessas oportunidades e muitos morreram muito jovens; o que explica essa diferença, essa contradição, foram as oportunidades que eu tive na Educação. Então, acho que a maneira de eu conciliar minha história, de eu entender o que aconteceu comigo e o que aconteceu com quem estava ao meu redor é trabalhar pela Educação, é entender que esse é o caminho que a gente tem. Quando você trabalha com a Educação de forma profunda – e eu já trabalhei, já dei aula, já trabalhei na Secretaria da Educação, trabalhei em movimentos sociais, nos três setores –, o que fica de resumo é que o problema da Educação é político no Brasil; a Educação não muda porque precisamos de mudanças urgentes na política e nos políticos. Para mim, a questão era se a minha missão é na Educação, e eu acredito que é, se eu me considero uma ativista pela vida na Educação, para mim é muito importante que eu tenha coragem de fazer essa mudança na política, que eu tenha coragem de dar esse passo e dizer que, “então, tá bom, vou agora para essa próxima trincheira, para essa próxima barreira, que é a da transformação política, acreditando que é nesse lado apenas, hoje, que vou conseguir fazer a transformação que quero na Educação”.

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Joice cria 'gabinete de inteligência' para tirar dúvidas sobre reforma da Previdência

Camila Turtelli, O Estado de S.Paulo

02 de maio de 2019 | 14h04

 

BRASÍLIA - A líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), vai criar um "gabinete de inteligência" para tirar dúvidas de parlamentares sobre a reforma da Previdência. Segundo ela, a ideia foi gestada com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, e o gabiente vai funcionar na sala da deputada na Câmara.

Joice Hasselmann
Para Joice, houve avanço na articulação entre Executivo e Legislativo nas últimas semanas. Foto: Adriano Machado/Reuters

De acordo com a líder, a ideia é manter sempre um técnico do Ministério da Economia à disposição dos parlamentares. Serão três ou quatro especialistas que vão se revezar na função, disse, sempre com dados disponíveis, inclusive regionalizados.

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