Beto Studart recebe nesta sexta-feira a Medalha Ivens Dias Branco

Em sua fala nesta sexta-feira, às 19 horas, no Palácio da Abolição, após receber a Medalha Ivens Dias Branco das mãos do governador Camilo Santana (PT), o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiec), Beto Studart, baterá na mesma tecla, em discurso: o País só sai da crise se a Reforma da Previdência for aprovada.
Instituída em setembro de 2016, através do Decreto 32.037, a condecoração escolhe o homenageado por meio de votação realizada entre os integrantes das câmaras setoriais representantes dos mais diversos setores produtivos cearenses. As câmaras estão instauradas no âmbito da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece).
Em 2017, a medalha foi destinada ao empresário José Dias de Macêdo. COM BLOG DO ELIOMAR
Devemos nos indignar contra a loucura que está aí

A distopia é o contrário da utopia. É um lugar imaginário e obscuro em que regimes despóticos exercem seu poder para deixar as pessoas sem liberdades, ignorantes e privadas de direitos fundamentais. O escritor Ignácio de Loyola Brandão, 82, que acaba de ser eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL), é um mestre das distopias. No ano passado, ele lançou o livro “Desta terra nada vai Sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela”, uma ficção que transcorre num futuro indeterminado onde as pessoas, assim que nascem, ganham tornozeleiras eletrônicas e passam a ser seguidas e vigiadas por câmeras instaladas nas casas, nas ruas e banheiros. Em 1981, já havia lançado o romance “Não verás país nenhum”, passado em um país fictício governado, no começo do século 21, por uma entidade chamada Esquema — “essa coisa abstrata que consegue se manter em meio à anarquia, ao caos estabelecido como ordem, à anomalia mascarada de progresso”. Os dois livros dialogam com a realidade atual, em que se insinua um governo populista autoritário. “Corro na frente da realidade”, disse Loyola à ISTOÉ. “E a realidade é tão absurda hoje que só resta fazer um livro distópico”.
Entre malucos e cachaceiros / ISTOÉ

A que nível desceu o debate político. O Brasil não se envolve mais em discussões sobre plataformas, soluções, caminhos a seguir. Nada construtivo. Prefere o xingamento entre facções distintas nesse embate polarizado, à direita e à esquerda. Seus proeminentes líderes atiçam e participam ativamente do bate-boca. Eles próprios estabeleceram assim o nível rastaquera, invariavelmente rude e ignorante da luta ideológica.
Lula, o comandante condenado dos petistas, o escroque das finanças públicas que não perde, jamais, a verve um tanto quanto tosca com pitadas de blague, disse que o País não pode ser governado por esse “bando de maluco”. Bolsonaro, que deveria ter ficado calado, preservando o rito cerimonioso do posto que ocupa, tascou de lá a resposta no estilo apoquentado que já o marcou:”pelo menos não é um bando de cachaceiros”. Ficamos assim então, entre malucos e cachaceiros.
Falta macho no governo
É surpreendente a evolução científica no campo da oncologia. Pelo mundo todo são anunciadas novas terapias quase que semanalmente. Descobertas que aumentam a sobrevida e a qualidade de vida daqueles que batalham contra os mais variados tipos de câncer. Os brasileiros, porém, estão distantes dessa evolução. Milhares de pessoas que passaram anos e anos pagando um plano de saúde, quando precisam dessas drogas, se vêem abandonadas. Sim, são remédios caríssimos! Mas, para boa parte da população também foram caríssimas as mensalidades dos convênios. E só quando estão fragilizadas física e emocionalmente é que vão perceber que além do plano de saúde precisam contratar advogados para obter a medicação por via judicial.
Palocci atuou para beneficiar Amil, diz Receita
Palocci (TV Globo/Reprodução)
Um relatório da Receita pode criar problemas para a Amil. De acordo com o documento, o fundador Edson Bueno (já falecido) comprou apoio político para a criação de leis que perdoaram 200 milhões de reais em multas e prorrogaram incentivos de 880 milhões.
O caso, que faz parte da operação Zelotes, envolve Antonio Palocci, a atuação incansável de Eduardo Cunha, pagamentos para intermediários e um depósito de 100 milhões de dólares para um fundo chamado Angel Strategies nas Ilhas Cayman.
De acordo com a Receita, Bueno estava empenhado pessoalmente no caso.
“Foi uma longa jornada, trilhada nos gabinetes do Congresso e do Executivo”, diz o documento.
Aberta a janela para “doações” em 2014, a Amil, “fugindo completamente ao seu perfil”, entregou nada menos que cerca de 30 milhões às agremiações partidárias com representação significativa no Congresso. Desses “mimos” se destacam 11,8 milhões deixados para o partido de o MDB, 7 milhões para a campanha presidencial de Dilma Rousseff e 4,95 milhões para o PSDB. VEJA
Pauta-bomba é trunfo do STF em relação com o Planalto
STF (Cristiano Mariz/VEJA)
O STF tem um trunfo na manga se a relação com o Planalto entornar.
Tratam-se de bombas fiscais, que podem resultar em perdas de 50 bilhões de reais aos cofres públicos.
São processos tributários que aguardam uma decisão da Corte há muito tempo ou que foram interrompidos por pedidos de vista.
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