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Vereadores querem liberar vagas de estacionamento, praças e mais calçadas para mesas de bares

RIO - A Câmara de Vereadores do Rio estuda reduzir de 2,5 metros para até 1,2 metro o espaço livre nas calçadas para a passagem de pedestres em vias onde bares e restaurantes receberem licença para instalar mesas e cadeiras. As mesas também poderiam ser autorizadas em praças públicas e ocupar vagas de estacionamento em frente aos estabelecimentos. Essas e outras propostas estão em debate em uma comissão especial criada pelos vereadores para propor mudanças na legislação que disciplina o funcionamento dos estabelecimentos. O assunto já foi alvo de duas audiências públicas no Palácio Pedro Ernesto— a mais recente nesta quinta-feira — e virou motivo de polêmica.

 

De um lado, estão os comerciantes, que defendem que as regras precisam mudar para estimular a ocupação de espaços públicos e ajudar a revitalizar a economia. Do outro, associações de moradores. As entidades reclamam que além da repressão dos abusos ser deficiente por parte da prefeitura, as normas atuais, que são mais restritivas, já não são cumpridas. Argumentam que eventuais mudanças poderiam servir para estimular mais ainda a desordem urbana, prejudicando os moradores.

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Polícia Civil e Universidade Federal do Ceará apuram denúncias de crimes sexuais ocorridos no Campus do Pici

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Alunas denunciam crimes sexuais em campus da Universidade Federal do Ceará — Foto: Daniel Aragão/Sistema Verdes Mares

 

A Polícia Civil apura uma denúncia de estupro e outra de uma tentativa de estupro dentro do campus do Pici da Universidade Federal do Ceará (UFC). A universidade abriu sindicância para apurar os supostos crimes sexuais.

G1 teve acesso aos dois boletins de ocorrência registrados na polícia. O estupro ocorreu em abril e foi denunciado em maio, relatou a denunciante à polícia. A suposta vítima diz três alunos a abordaram e a encostaram contra uma parede. Um deles levantou o vestido dela e a estuprou, ainda de acordo com a denúncia. Segundo o relato, a estudante foi sufocada ao tentar gritar por socorro.

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Um vagabundo no Planalto - Ricardo Melo

Não, não se assustem. Não estou cavando processos, nem desafiando decoros, liturgias ou normas legais. Tampouco comprometendo esta Folha. Apenas reproduzo no título palavras literais do então líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir.

Antes, as conversas divulgadas pelo site The Intercept mostraram um ambiente pior do que muitos imaginavam. Escolha o crime: promiscuidade judicial, um magistrado indigno desse nome, articulações com potências estrangeiras, delações selecionadas a dedo, atos de troça e desumanidade diante de tragédias de indiciados, manipulação de “provas”, desrespeito ao que deveria ser um Supremo Tribunal Federal, monetização de informações sob segredo judicial, procuradores que só encontram o que querem achar (desde que valham “400 k”). 

Tudo invocado em nome do “combate à corrupção”. Deixo as risadas ao sabor dos leitores.

 
 

Mesmo jornalistas iniciantes são capazes de identificar o jogo jogado desde a Lava Jato. Assim como os motivos. Governos de alguma preocupação social ameaçaram séculos de hegemonia do 1% mais ricos.

Ameaçar nem seria bem o termo. Arranhar soa mais adequado. Acusar os governos Lula e Dilma de “vermelhos”, “socialistas” e “bolivarianos” serviram de hipérboles típicas dos arautos de um sistema em que liberdade, fraternidade e igualdade são anátemas a riscar dos dicionários. Pergunte aos banqueiros, senhores da mídia, colunistas de aluguel e capitalistas internacionais apavorados com a nova crise mundial que se avizinha.

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Relator de marco legal do saneamento quer flexibilizar metas de universalização

Filipe Oliveira / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

O relator do Marco do Saneamento, Geninho Zuliani (DEM-SP), quer flexibilizar as metas de universalização do serviço. Vai propor que o governo possa fazer mudanças no prazo por decreto.  

De acordo com o texto atual do projeto, as concessionárias precisam cumprir o objetivo até 2033. O projeto deve ser votado em comissão especial na próxima semana.  

Percy Soares Neto, diretor executivo da ABCON (associação de concessionárias) defende que a meta não seja única para todo o país.

Segundo ele, o ideal seria que fosse feito um estudo de viabilidade para identificar qual o atraso em saneamento de cada região e, a tarifa que seria cobrada ali. A partir dos dados, seria definido o prazo para atingir o objetivo, levando em conta a viabilidade econômica, diz.

PAINEL S.A.

Relato

'Estão fazendo comigo um jogo tão sujo que nem o Lula fez', afirma Joice

Thais Arbex / FOLHHA DE SP
BRASÍLIA

Recém-destituída do posto de líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) se tornou alvo preferencial do clã Bolsonaro nas redes sociais. 

Em entrevista à Folha, a antiga aliada de primeira hora do presidente Jair Bolsonaro afirmou ser alvo de ataques que representam "um jogo tão sujo que nem o Lula fez". 

Joice atribui a ação ao chamado "gabinete da raiva" do Palácio do Planalto, onde estaria a coordenação do bombardeio contra desafetos do governo.

"Nunca, na história, passei por qualquer situação de machismo. É a primeira vez e pelas mãos de quem deveria lutar contra isso. A minha sorte é que sou muito mais forte do que esses três meninos juntos. Eduardo tem de comer muito feijão para ter 10% da minha força. Ele é um menino mimado. Se fosse meu filho, eu dava três tapinhas na bunda dele, resolvia e ele ficava quietinho", disse, em referência ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). 

A deputada diz que vai entrar com uma representação no Conselho de Ética da Câmara e acionar a Justiça comum contra o filho do presidente

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Para ela, no entanto, Bolsonaro "não corrobora com o que está acontecendo", mas ela diz que "o presidente não entendeu ainda o tamanho da Presidência da República" e que "continua agindo como aquele deputado do baixíssimo clero, do bloco do eu sozinho".

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Mudança climática determina ao menos 5 novas tendências na produção de vinhos

por Eric Asimov, The New York times

As mudanças climáticas estão transformando tradições e práticas de séculos no mundo dos vinhos. Os produtores testam adaptações, não apenas nos verões e invernos mais quentes, nas secas e nos eventos inesperados e às vezes violentos, como estranhas tempestades de granizo, geadas de primavera, inundações e incêndios florestais. O fato, porém, é que, no curto prazo, algumas dessas mudanças beneficiaram certas regiões.

 

Lugares, como a Inglaterra, historicamente inadequados a produção vinícola, ingressaram no negócio, com a transformação da economia local.

Em áreas como Borgonha, Barolo, Champagne e os vales do Mosel e do Reno na Alemanha, onde grandes safras eram raras, as estações mais quentes tornaram muito mais fácil a produção de vinhos excepcionais. Essa corrida de prosperidade elevou os valores da terra (e os preços do vinho). 

Lugares, como a Inglaterra, que historicamente não eram adequados para a produção de vinhos finos, tiveram a oportunidade de ingressar no mundo global do vinho

Lugares, como a Inglaterra, que historicamente não eram adequados para a produção de vinhos finos, tiveram a oportunidade de ingressar no mundo global do vinho Foto: Jas Lehal/Reuters

O fato é que os efeitos acelerados das mudanças de clima estão forçando a indústria do vinho a tomar medidas decisivas para se adaptar às mudanças. Até agora, esses esforços estão focados em cinco fatores:

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