O PROGRAMA DESTAQUE POLITICO EDIÇÃO DO DIA 20 DE JANEIR0 2020
AS MANCHETES
CONGRESSO PAGA R$ 30 MI A FILHAS SOLTEIRAS DE EX-PARLAMENTARES E EX-SERVIDORES
PRAZO DE VALIDADE DE TRÊS MPS EDITADAS POR BOLSONARO TERMINA NA VOLTA DO RECESSO DO CONGRESSO
BOLSONARO APROVA FUNDO ELEITORAL DE R$ 2 BILHÕES EM ORÇAMENTO PARA 2020
GOVERNO QUER ARRECADAR ATÉ R$ 4 BILHÕES COM VENDA DE AÇÕES QUE NEM SABIA QUE TINHA
É GUERRA! GOVERNO BOLSONARO VASCULHA CONTRATOS DA GLOBO COM CELEBRIDADES
O COMENTÁRIO DO DIA
O DRAMA DA INDÚSTRIA - O ESTADO DE SP
Entre 2015 e 2018, mais de 25 mil unidades industriais fecharam as portas no Brasil, uma média de 17 por dia. Em quatro anos o Rio de Janeiro perdeu 12,7% de suas unidades produtoras, São Paulo perdeu 7% e o País como um todo, 6,6%. A indústria nacional opera hoje 18,4% abaixo do pico alcançado no início de 2011.
Estes dados, levantados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para o Estado/Broadcast, evidenciam a desventura da indústria brasileira.
Embora o declínio tenha sido dramaticamente intensificado pela recessão, ele começou antes, pelo menos desde 2012, quando o desgaste do setor, resultante de mazelas históricas e estruturais, atingiu um nível de saturação que tornou o desenvolvimento industrial insustentável.
A política petista dos “campeões nacionais”, com seu protecionismo e sua distribuição arbitrária de anabolizantes fiscais, nada fez para sanar defasagens crônicas, como a logística e a infraestrutura precárias (com estradas malconservadas; ferrovias insuficientes; portos e aeroportos ineficientes), o sistema tributário intrincado, a burocracia excessiva, a mão de obra pouco qualificada ou a insegurança jurídica. Tudo isso veio à tona nos anos de recessão.
Somem-se a isso as transformações globais da 4.ª revolução industrial, mais do que qualquer outra impulsionada por investimentos em inovação, conhecimento, conectividade, novas tecnologias e outras áreas de conhecimento e especialização carentes no Brasil.
Nos países desenvolvidos, essa modernização, associada à expansão do setor de serviços, tem diminuído a proporção da indústria na composição do PIB. Mas o fenômeno das economias chamadas “pós-industriais” nada tem a ver com a retração da indústria em um país de industrialização recente como o Brasil.
Países emergentes mais dinâmicos, como China, Coreia do Sul e Cingapura, investiram por décadas em educação e pesquisa, assim como na absorção e geração de tecnologias, e com isso alavancaram sua indústria e foram alavancados por ela.
Nesse sentido, salta aos olhos no Brasil o contraste entre a indústria e a agropecuária, onde o investimento em pesquisa, inovação e formação, combinado a políticas públicas e programas de crédito eficientes, potencializou a produtividade e a competitividade a ponto de, em meio século, o País deixar de depender da importação para se tornar o segundo maior exportador do mundo, em vias de se tornar o primeiro.
Hoje o agro compõe mais de 20% do PIB nacional e é o maior responsável pelo superávit comercial. Prevê-se que a próxima safra será recorde.
Enquanto isso, a indústria, após ter retrocedido ao nível de 2009, está completamente estagnada. Como aponta a pesquisa da CNC, a média histórica do Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), que mede o quanto o parque industrial está sendo utilizado, é de 80%. Mas a última vez que o País esteve acima disso foi em 2014.
Desde 2015 o nível de utilização oscila na casa dos 70%. O fato de a recessão na Argentina, principal importadora dos manufaturados brasileiros, especialmente automotivos, ter influenciado tão sensivelmente a queda acumulada de 1,3% do ano evidencia o quanto a indústria nacional é pouco diversificada e integrada aos mercados internacionais.
Em 2020, as demandas da construção civil e o crescimento do consumo podem ajudar, mas as projeções são de fraco desempenho pelo menos até 2022.
Apesar disso, o problema tem sido pouco debatido na esfera pública, no mercado ou na academia. Não se veem em Brasília estratégias para a transição rumo à indústria 4.0 ou para a formação de capital humano, e a política industrial do governo não foi muito além de ensaiar benefícios fiscais, redução de custos trabalhistas e alguma desburocratização.
As reformas de Estado em curso são condição necessária, mas não suficiente para a retomada econômica. Não haverá crescimento consistente e sustentável sem uma indústria dinâmica, com tudo o que ela implica: empregos, tecnologia, conhecimento e inovação.
PROGRAMA DESTAQUE POLITICO EDIÇÃO DO DIA 20 DE JANEIR0 2020
AS MANCHETES
CONGRESSO PAGA R$ 30 MI A FILHAS SOLTEIRAS DE EX-PARLAMENTARES E EX-SERVIDORES
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É GUERRA! GOVERNO BOLSONARO VASCULHA CONTRATOS DA GLOBO COM CELEBRIDADES
O COMENTÁRIO DO DIA
O DRAMA DA INDÚSTRIA - O ESTADO DE SP
Entre 2015 e 2018, mais de 25 mil unidades industriais fecharam as portas no Brasil, uma média de 17 por dia. Em quatro anos o Rio de Janeiro perdeu 12,7% de suas unidades produtoras, São Paulo perdeu 7% e o País como um todo, 6,6%. A indústria nacional opera hoje 18,4% abaixo do pico alcançado no início de 2011.
Estes dados, levantados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para o Estado/Broadcast, evidenciam a desventura da indústria brasileira.
Embora o declínio tenha sido dramaticamente intensificado pela recessão, ele começou antes, pelo menos desde 2012, quando o desgaste do setor, resultante de mazelas históricas e estruturais, atingiu um nível de saturação que tornou o desenvolvimento industrial insustentável.
A política petista dos “campeões nacionais”, com seu protecionismo e sua distribuição arbitrária de anabolizantes fiscais, nada fez para sanar defasagens crônicas, como a logística e a infraestrutura precárias (com estradas malconservadas; ferrovias insuficientes; portos e aeroportos ineficientes), o sistema tributário intrincado, a burocracia excessiva, a mão de obra pouco qualificada ou a insegurança jurídica. Tudo isso veio à tona nos anos de recessão.
Somem-se a isso as transformações globais da 4.ª revolução industrial, mais do que qualquer outra impulsionada por investimentos em inovação, conhecimento, conectividade, novas tecnologias e outras áreas de conhecimento e especialização carentes no Brasil.
Nos países desenvolvidos, essa modernização, associada à expansão do setor de serviços, tem diminuído a proporção da indústria na composição do PIB. Mas o fenômeno das economias chamadas “pós-industriais” nada tem a ver com a retração da indústria em um país de industrialização recente como o Brasil.
Países emergentes mais dinâmicos, como China, Coreia do Sul e Cingapura, investiram por décadas em educação e pesquisa, assim como na absorção e geração de tecnologias, e com isso alavancaram sua indústria e foram alavancados por ela.
Nesse sentido, salta aos olhos no Brasil o contraste entre a indústria e a agropecuária, onde o investimento em pesquisa, inovação e formação, combinado a políticas públicas e programas de crédito eficientes, potencializou a produtividade e a competitividade a ponto de, em meio século, o País deixar de depender da importação para se tornar o segundo maior exportador do mundo, em vias de se tornar o primeiro.
Hoje o agro compõe mais de 20% do PIB nacional e é o maior responsável pelo superávit comercial. Prevê-se que a próxima safra será recorde.
Enquanto isso, a indústria, após ter retrocedido ao nível de 2009, está completamente estagnada. Como aponta a pesquisa da CNC, a média histórica do Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), que mede o quanto o parque industrial está sendo utilizado, é de 80%. Mas a última vez que o País esteve acima disso foi em 2014.
Desde 2015 o nível de utilização oscila na casa dos 70%. O fato de a recessão na Argentina, principal importadora dos manufaturados brasileiros, especialmente automotivos, ter influenciado tão sensivelmente a queda acumulada de 1,3% do ano evidencia o quanto a indústria nacional é pouco diversificada e integrada aos mercados internacionais.
Em 2020, as demandas da construção civil e o crescimento do consumo podem ajudar, mas as projeções são de fraco desempenho pelo menos até 2022.
Apesar disso, o problema tem sido pouco debatido na esfera pública, no mercado ou na academia. Não se veem em Brasília estratégias para a transição rumo à indústria 4.0 ou para a formação de capital humano, e a política industrial do governo não foi muito além de ensaiar benefícios fiscais, redução de custos trabalhistas e alguma desburocratização.
As reformas de Estado em curso são condição necessária, mas não suficiente para a retomada econômica. Não haverá crescimento consistente e sustentável sem uma indústria dinâmica, com tudo o que ela implica: empregos, tecnologia, conhecimento e inovação.
Impostura - Denis Lerrer Rosenfield, O Estado de S.Paulo
É bem verdade que o atual governo tem dado ensejo a um pendor autoritário, como quando o próprio presidente mostra intolerância no tratamento com a imprensa ou seus filhos investem nas mídias sociais tratando todos os que deles discordam como inimigos. A crítica não é bem vista, apesar de constituir um elemento central de qualquer sociedade democrática, baseada no diálogo, seja com os Poderes republicanos, seja com a opinião pública em geral. Contudo a reação de setores da esquerda a essa atitude bolsonarista, colocando o PT, seus grupos e partidos assemelhados como defensores da democracia, é claramente uma impostura. Que essa esquerda queira se colocar como polo democrático só serve para enganar incautos. Pretende borrar o seu próprio passado.
O presidente Jair Bolsonaro, apesar de seus arroubos, não tomou nenhuma medida autoritária no encaminhamento de leis ou no exercício do Poder Executivo. Uma coisa é a sua narrativa, que obedece a uma lógica eleitoral, outra, muito diferente, é sua não apresentação de medidas concretas que coíbam a liberdade de pensamento ou empreendam a perseguição social ou policial de seus adversários. Algo inverso fazia o PT no governo. Sua narrativa era supostamente democrática e suas medidas práticas na arte de governar eram frequentemente autoritárias, embora procurassem se legitimar “socialmente”. Aqui “socialmente” significa o controle petista da sociedade.
No governo Lula, mais que no governo Dilma, várias foram as iniciativas de criação de conselhos ditos populares, visando, no discurso, a “democratizar” a sociedade. Várias foram as iniciativas, nesse sentido, de controle dos meios de comunicação, além do financiamento das mídias “amigas”, irrigadas com dinheiro público, o que, aliás, hoje criticam no atual governo. “Conselhos populares” foram constituídos pretensamente enquanto órgãos de interlocução com a sociedade, quando, na verdade, eram instrumentos de controle do próprio partido, seja atuando diretamente ou por intermédio de seus “movimentos sociais”. O governo Bolsonaro não só não tomou nenhuma iniciativa desse tipo, como aboliu os ditos conselhos, ferramentas autoritárias.
Quando começou a governar cidades e Estados, o PT “inventou” o orçamento participativo, que pessoas e políticos imprudentes compraram por seu valor de face, como se estivéssemos diante de uma reelaboração da democracia. Na verdade, o que aconteceu foi que o partido, por meio de seus militantes, tomava conta dessas assembleias, criando uma clientela cativa que se tornava, dessa maneira, um poderoso instrumento eleitoral. De democráticas essas assembleias não tinham nada senão a narrativa, sendo decisões autoritárias e preestabelecidas o seu modo de funcionar.
É analiticamente estabelecido que a corrupção corrói as instituições democráticas, minando-as de dentro. A representação política se enfraquece ao ser comprada, como quando era usual comprar deputados e senadores para os petistas se apoderarem ainda mais do Estado. O resultado, hoje bem conhecido, foi o mensalão, que deu origem à Lava Jato enquanto instrumento estatal de controle dessa chaga, que alcançava patamares perigosos, até mesmo de destruição dos Poderes republicanos. Se, agora, o ex-presidente Lula da Silva é alguém condenado, tendo passado vários meses preso, é por que cometeu crimes, cuja repercussão não foi somente penal, mas também política. Que hoje se coloque como defensor da democracia contra o atual presidente é literalmente hilário.
Em sua trajetória rumo ao poder, nos municípios, o PT também dizia defender uma nova forma de democracia e a ética na política. A narrativa era persuasiva, embora sua prática a contradissesse. Várias foram as denúncias de prática de corrupção na coleta de lixo e nas empresas municipais de ônibus, houve até o assassinato de prefeitos petistas, até hoje não esclarecidos, como o de Celso Daniel, cuja família clama por justiça. Será que tudo isso deve ser varrido para debaixo do tapete em nome da “luta democrática” contra o presidente Bolsonaro? Qual é a sua moral?
O campo brasileiro, nos governos petistas, mais no governo Lula que no de Dilma, foi controlado pelo MST, com apoio político e financeiro desses governos. Invasões de propriedade eram a regra. Produtores e trabalhadores rurais eram vítimas sistemáticas de violência, embora o discurso petista fosse o de “ocupações pacíficas”. De pacíficas não tinham nada, pois a lei era simplesmente desrespeitada, armas brancas eram brandidas e armas de fogo eram empregadas em missões percussoras nas madrugadas das invasões, galpões e tratores eram queimados, fogo era posto nas casas e nos alojamentos, além de animais terem seus tendões cortados, morrendo logo depois. Onde estava a lei? Talvez nos bonés do MST usados com entusiasmo pelo então presidente Lula, cercado por militantes desse “movimento” e do PT. O que acontece hoje no campo, sob o governo Bolsonaro? A ordem pública e o respeito à lei e às instituições.
No que se refere às narrativas, o PT foi e é um ardoroso sustentáculo das ditaduras de esquerda, em nome, evidentemente, da “democracia popular”. Durma-se com uma contradição dessas! Sempre defendeu o “socialismo do século 21”, bolivariano, em que as piores atrocidades são cometidas, com as instituições democráticas destruídas, o povo venezuelano vivendo na miséria e a violência no modo de governar sendo a regra. Hugo Chávez foi, para os petistas, um “democrata” e Nicolás Maduro é um símbolo da luta anti-imperialista. A ditadura comunista em Cuba, além de defendida, é tratada com mimos pela esquerda. Até o porto de Mariel foi objeto das benesses petistas! É um paraíso de onde ninguém consegue fugir. A população é mantida sob rigoroso controle pelo aparato policial e pelos comitês “populares” de bairro. São esses os modelos democráticos?
A impostura parece não ter limites!
PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UFGRS. E-MAIL: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Grandes empresas ajudaram filha de ex-presidente de Angola a se tornar bilionária

NOVA YORK - Isabel dos Santos, a mulher mais rica da África e a filha de José Eduardo dos Santos, ex-presidente de Angola, afirma que sua fortuna estimada em mais de US$ 2 bilhões foi construída por seu próprio esforço, sem a ajuda de fundos do Estado.
Mas uma imagem diferente surgiu por investigações nos últimos anos: ela pegou para si uma parte da riqueza de Angola, muitas vezes por meio de decretos assinados por seu pai. Ela tinha participação nas exportações de diamantes do país, na maior empresa de telefonia móvel,em dois de seus bancos e em sua maior produtora de cimento, além de ter feito uma parceria com a gigante estatal de petróleo do país para comprar a maior companhia petrolífera de Portugal.
Agora, um conjunto de mais de 700 mil documentos obtidos pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) e compartilhados com o New York Times e outras jornais mostra como uma rede global de consultores, advogados, banqueiros e contadores a ajudou a acumular essa fortuna e guardá-la no exterior. Algumas das principais empresas de serviços profissionais do mundo — incluindo o Boston Consulting Group, McKinsey & Company e PwC — facilitaram seus esforços para lucrar com a riqueza de seu país, emprestando a própria legitimidade.
O império que ela e o marido ergueram vai de Hong Kong aos Estados Unidos, e inclui mais de 400 empresas e subsidiárias. Abrange propriedades em todo o mundo, incluindo uma mansão de US$ 55 milhões em Monte Carlo, um iate de US$ 35 milhões e uma luxuosa mansão em Dubai em uma ilha artificial em forma de cavalo-marinho.
Entre os negócios estão uma joalheria suíça, que, revelam registros e entrevistas, era liderada por uma equipe recrutada pela Boston Consulting. Sob seus cuidados, milhões de dólares em fundos estatais angolanos ajudaram a financiar festas anuais na Riviera Francesa.
Navegue por panoramas da orla da cidade, fotografada por um ângulo incomum no dia a dia do carioca

RIO — Seja da praia, seja da Baía de Guanabara, a sensação que se tem ao avistar a cidade da água é a de ver cartões-postais enfileirados. E não é exagero. O arquiteto e historiador Nireu Cavalcanti diz que o fascínio com o skyline da cidade é um elemento comum entre os que deitam os olhos sobre a entrada marítima do Rio:
— O primeiro governador-geral, Tomé de Souza, quando entrou na Baía, escreveu para o rei que deveria ocupar esse território e que seria muito difícil para um pintor alcançar a beleza da paisagem — diz Cavalcanti.
Ao navegar próximo ao Centro e à Zona Portuária, também salta aos olhos o quanto algumas edificações contemporâneas convivem com as centenárias. Detalhes de nossos deslumbrantes contrastes, sob a bênção de São Sebastião, padroeiro cujo dia é celebrado nesta segunda-feira. O GLOBO
quadrilha roubava remédios de dentro de hospital público e revendia a outros órgãos públicos
Foi em uma casa de Nilópolis, na Baixada Fluminense, que a polícia descobriu um esquema criminoso de distribuição de remédios. No material apreendido, medicamentos roubados e material cirúrgico. Entre os medicamentos, remédios de uso controlado, uso contínuo, antibióticos e até para tratamento de câncer, incluindo medicamentos caros. Em um dos cômodos, a polícia chegou a encontrar medicamentos vencidos.
A quadrilha tirava a identificação dos lotes dos medicamentos, dos produtos roubados, para dificultar a fiscalização e facilitar a revenda. Segundo a Polícia Civil, as planilhas apreendidas indicam que a quadrilha tinha mais de quatro mil clientes. Na casa de Nilópolis funcionavam cinco das 19 empresas envolvidas no esquema, a maioria em nome de laranjas. Para parecerem sérias, as empresas da quadrilha tinham alvará de licença e até uma farmacêutica contratada — que se diz inocente, mas está sendo investigada. Na reportagem em vídeo, veja flagrantes e a investigação completa. PORTAL G1

