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Rio de Janeiro cria protocolo para flexibilizar isolamento social

pedestre no rio

O governo do Rio de Janeiro anunciou nesta quarta-feira, 20, o protocolo de flexibilização do isolamento social. O Pacto Social pela Saúde e pela Economia estabelece três bandeiras: vermelha, amarela e verde para a liberação das atividades econômicas e o retorno da população às suas rotinas. As bandeiras serão determinadas pela curva endêmica da doença e pela taxa de ocupação de leitos em UTI nos hospitais públicos. As bandeiras serão atualizadas às sextas-feiras.

Assim, o estado fica em bandeira vermelha (situação atual) quando a ocupação dos leitos de UTI foi superior a 90% ou se a ocupação for de 70% e a curva de contaminação estiver crescente.

O Rio de Janeiro entra em bandeira amarela quando a taxa de ocupação de UTIs ficar entre 70% a 90% e a curva de contaminação estiver decrescendo ou com a taxa de ocupação em UTIs inferior a 70% e a curva endêmica subir.

Vale ressaltar que apenas dois dos 10 hospitais de campanha previstos estão funcionando.

Na bandeira amarela, o uso de máscara por toda a população será obrigatório. Restaurantes e bares podem reabrir com 50% da capacidade ocupada e espaço de dois metros entre as mesas. Exceção para os restaurantes self-service que continuam proibidos. Transporte intermunicipal será liberado, mas passageiros terão de medir temperatura nas rodoviárias. Shoppings voltam a funcionar e lojas devem receber um cliente por cada dez metros quadrados. Não será permitido o acesso de menores de 12 anos. Academias também poderão ser reabertas nesta fase com um cliente por dez metros quadrados, mas as piscinas permanecerão fechadas.

Cinemas e teatros, com 50% de capacidade, poderão reabrir na bandeira amarela, shows, no entanto, permanecerão suspensos. Praias, parques e equipamentos turísticos não devem ser utilizados.

As competições esportivas serão retomadas na bandeira amarela, preferencialmente em ambientes abertos, e os torcedores terão aferição de temperatura na entrada do estádio. VEJA

Mundo ultrapassa 5 milhões de casos do novo coronavírus

O número de casos confirmados do novo coronavírus no mundo superou a marca de 5 milhões nesta quinta-feira, 21, segundo monitoramento em tempo real da Universidade Johns Hopkins. Ainda de acordo com a instituição, são mais de 328 mil mortos e cerca de 1,9 milhão de recuperados.

O vírus, que surgiu em Wuhan, na China, no fim de 2019, se espalhou com força pelo mundo e já foi registrado em 188 países. Desde abril, o Brasil viu uma escalada no número de casos e mortes e hoje ocupa o terceiro lugar entre os países mais atingidos pela pandemia, atrás de Rússia e Estados Unidos.

Atrás do Brasil estão Reino Unido e Espanha, que viram os números diários caírem drasticamente após duras medidas de isolamento social. O mesmo aconteceu na China, primeiro epicentro, e Itália, segundo epicentro do surto de Covid-19.

Pelo ritmo acelerado de diagnósticos positivos, com um recorde nas últimas 24 horas, o Brasil deve ultrapassar a Rússia em breve – hoje a diferença é de 17 mil casos.

Desde que a marca de 1 milhão foi registrada, no início de abril, a Covid-19 seguiu em ritmo estabilizado. Em média, a cada 12,3 dias o mundo registra 1 milhão de novos casos. Foi em 9 de maio que a marca de 4 milhões foi superada, exatamente 12 dias atrás. Com esse ritmo, o planeta pode chegar a 6 milhões de casos no início de junho.            veja

Vício petista - FOLHA DE SP

Se houver novidade na eleição para a prefeitura paulistana, não virá do PT. O candidato recém-definido pelo partido, Jilmar Tatto, é um velho conhecido do eleitorado local, em particular o da região da Capela do Socorro, na zona sul, apelidada de Tattolândia devido à influência de sua família.

Ele e quatro irmãos já conquistaram cargos legislativos com os votos do reduto, onde o poder do clã remonta aos anos 1980. O prefeitável petista conhece como poucos a máquina municipal, tendo ocupado cargos importantes nas gestões de Marta Suplicy (2001-2004) e Fernando Haddad (2013-2016).

Tampouco se pode chamar de inovadora a proposta mais vistosa apresentada por Tatto em entrevista à Folha —a gratuidade do transporte de ônibus na cidade.

 

Essa era, afinal, a bandeira dos movimentos que protestaram contra os reajustes de tarifas promovidos pelos governos paulista e paulistano em 2013, quando o hoje candidato ocupava justamente a pasta municipal de Transportes. A negativa da época contribuiu para desencadear uma onda nacional de manifestações, não raro violentas.

“Eu sei onde buscar os recursos”, diz Tatto, acerca dos exorbitantes subsídios necessários para custear a promessa. É curioso que não soubesse sete anos atrás, quando seu partido estava instalado no poder federal e as condições orçamentárias se mostravam muito menos dramáticas que as atuais.

Em valores de então, calculava-se que a benesse obrigaria a prefeitura a elevar de R$ 1 bilhão para R$ 5,6 bilhões o gasto anual com o transporte coletivo. Note-se que Tatto, hoje, ainda pretende implantar um programa de renda básica.

O PT vai persistindo na prática de abandonar, na oposição, o realismo político e financeiro que conseguiu respeitar em boa parte de suas administrações —e o estelionato reeleitoral de Dilma Rousseff é o contraexemplo mais doloroso para a legenda e o país.

Com tal estratégia desgastada, arrisca-se a pregar apenas para militantes e convertidos, se não for essa a intenção. Não parece ser diferente com o recém-anunciado “Plano Lula para o Brasil”, um pretenso programa de reconstrução econômica do país que por ora só tem de concreto a reverência ao cacique.

Divulgou-se depois que o próprio Lula estaria decidido a retirar seu nome da empreitada, de modo a facilitar a adesão de outras forças. Soa tão farsesco quanto a intenção, manifestada no segundo turno da disputa presidencial, de reunir uma frente política ampla em apoio a Fernando Haddad —aliás, o coordenador do novo plano.

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Lascados ou polidos? Renato Ochman, O Estado de S.Paulo

“É de admirar que um adivinho não ria ao encontrar outro adivinho”, essa foi uma das contribuições de Marco Túlio Cícero à humanidade. O advogado, político, escritor e filósofo romano deu muitas outras durante sua vida, entre os anos 106 e 43 antes de Cristo. Ao reler isso contenho minhas previsões sobre o futuro, ainda que acredite que possa contribuir com uma reflexão sobre o mundo pós-coronavírus.

De repente, um mundo – a parte privilegiada que criou conforto ou proteção, que urge ser mais inclusiva – que se dedicava a pesquisar novas fórmulas para prolongar a vida, até mesmo com estudos médicos avançados, a encontrar respostas para planos de previdência social capazes de dar conta de mais décadas ativas, vê-se assustado, trancado, sem poder sair às ruas, com medo de contaminação e morte; ou vê aumentar o estado de desgoverno de uma doença ainda sem solução, mesmo sendo a principal fonte de esforços dos maiores centros técnicos do planeta. 

Bem rápido, passou-se de um sonho longo para um pesadelo concreto de curtíssimo prazo, que se agrava com o placar do avanço dela. Sem falar na catástrofe econômica e social que ameaça jogar todos numa crise de proporções inéditas. Se o bem-estar está longe de abarcar todos, o pesadelo se fantasia de amplo e irrestrito, ameaçando ricos e pobres. Quem cumpre o isolamento com algum conforto, se controlar as angústias, mesmo que mantendo uma intensa rotina de trabalho, ganha algo cada vez mais raro: tempo. 

Fugindo do dito “mente vazia, oficina do diabo”, busco entender esse mundo todo conectado, praticamente sem barreiras, ver as fronteiras serem fechadas em oposição à solidariedade humana, cada um de nós sente na pele e na alma o lado negativo do isolamento e a concretude da interdependência. Penso na dirigente francesa denunciando que não tem condições de pagar à vista, e a preço três vezes superior, o carregamento de material de saúde que então ganha outro destino, ou nos sequestros desses produtos em trânsito: cada país pensando apenas na sua população. Sairemos dessa mais juntos ou separados? Olhando o mundo como um quintal ou mirando as origens, a aldeia, e nos fechando?

Quero ouvir o sociólogo americano Richard Sennett. Como o conceito de cidade aberta responderá às implicações dessa crise? Em 2008, após a quebra do Lehman Brothers, as vendas do livro A Cultura do Novo Capitalismo dispararam. De Juntos, cujo subtítulo é Os rituais, os prazeres e a política de cooperação, destaco: “A cooperação azeita a máquina de concretização das coisas, e a partilha é capaz de compensar aquilo que acaso nos falte individualmente”, e “voltar a olhar para fora gera um vínculo social melhor do que imaginar que os outros estão refletidos em nós mesmos ou fazer como se a própria sociedade fosse construída como um salão de espelhos. Mas olhar para fora é uma habilidade que devemos aprender”. No Construir e Habitar ele explora as diferenças entre ville e cité, o físico e concreto x a experiência e a cultura, e como as fissuras sociais, tecnológicas e arquitetônicas, e o tempo, devem ser incluídas no planejamento do viver. Precisaremos disso! 

Ali em janeiro, o temor mundial era de uma guerra a ser iniciada pelo Irã como reação à morte do líder Qassim Suleimani. A bolsa brasileira batia recordes e a fumaça do incêndio australiano chegava aqui. No dia em que o dirigente chinês Han Zheng falaria em Davos, 21 de janeiro, os jornais brasileiros noticiaram pela primeira vez um vírus que havia causado quatro mortes em Wuhan e contaminado quatro pessoas na Coreia do Sul. A matéria mencionava que a Sars, entre 2002 e 2003, matara 650 pessoas na China e incluía a estimativa do Imperial College de Londres de que em 12 de janeiro havia 1.723 casos em Wuhan. Zheng não abordou o assunto, durante o fórum, que foi até dia 24, o problema foi mencionado e os rumos se mantiveram. 

No dia 23 de janeiro a B3 encerrou seu pregão em 119.527 pontos, recorde histórico. Em pouco mais de dois meses, o mundo virou de cabeça para baixo, poucos se prepararam como deveriam. Foi preciso o Imperial College estimar o número de contaminados e de mortes para alguns governantes darem prioridade a vidas sobre a economia. O pavor devolveu à ciência e ao conhecimento seus valores, ainda que sem o consenso do necessário para enfrentar as enormes dificuldades. Vivemos um período que marcará a História, é preciso tirar lições e evitar a repetição de erros.

Quando o homem abandonou o período paleolítico, conhecido como da pedra lascada, por volta de 8.000 a.C. e deixou o nomadismo, sedentarizando-se e dando início a agricultura, entramos no período neolítico, ou da pedra polida. Estaremos lascados, polidos ou saberemos usar este período de freio e reflexão para partirmos, coletivamente, para uma solução mais efetiva? Não dá mais para sermos uma sequência de cópia de humanos, ditados pela moda e por ideias escaneadas. Mais do que nunca a solução terá de fazer sentido para todos os continentes. Aprendemos com Cícero a não tentar ser adivinhos.

ADVOGADO, BOARD MEMBER DA NEW YORK UNIVERSITY – SCHACK INSTITUTE

Bolsonaro deve vir ao Ceará para a chegada das águas da Transposição

CANAL PARA S. FRANCISCO

Com o reservatório de Jati, na Região do Cariri, já pronto para receber as águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf), o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, anunciou, em entrevista no Palácio do Planalto, que o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) deve vir ao Ceará em junho, quando os recursos hídricos do Velho Chico podem chegar ao Estado. A pandemia não deve afetar a nova data de previsão para a chegada da água.

"Estamos realmente numa expectativa muito grande que agora em junho estão chegando as águas do São Francisco lá no Ceará e nós vamos resolver um problema de quase 500 anos. Por exemplo, a segurança hídrica de Fortaleza, que nunca mais vai sofrer de falta de água. O presidente provavelmente vai visitar o Ceará e todo o Projeto do São Francisco no meio de junho, e essa é uma obra que vai ficar na memória de todos os nordestinos", afirmou Marinho.

 

A chegada das águas ao Ceará estava prevista para março, mas problemas técnicos na barragem de Negreiros, localizada em Salgueiro (PE), atrasaram, outra vez, o envio da água para o reservatório de Milagres (PE) - última barragem a receber as águas da transposição antes do Ceará - para Jati, no Cariri.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), no entanto, os últimos serviços para garantir a funcionalidade do empreendimento até o reservatório de Jati serão concluídos até o final de maio, permitindo que as águas da Transposição cheguem em meados de junho ao Ceará, como anunciou o ministro. Depois disso, o reservatório irá encher e, conforme a Pasta, em agosto a água poderá ser entregue ao Cinturão das Águas (CAC), empreendimento responsável por levar os recursos hídricos de Jati ao Castanhão e que possibilitará o abastecimento de 4,5 milhões de pessoas.

As águas da Transposição vêm para o Ceará por meio do Eixo Norte do Pisf, responsável também por levar os recursos a Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Os trabalhos no Eixo Norte estão em fase final, hoje com 97,44% de execução física.

Cinturão das Águas

Já sobre o Cinturão dos Águas, o superintendente e Obras Hidráulicas do Ceará (Sohidra), Yuri Castro, responsável pela condução das obras do CAC, garante que o empreendimento já está pronto para receber os recursos hídricos da Transposição, com mais de 95% da construção do trecho emergencial concluídos.

O trecho, de 53 km de extensão, irá transportar por gravidade o recurso hídrico até Missão Velha, onde será direcionado para o Riacho Seco, seguindo pelo Rio Batateira e Rio Salgado, principal aquífero do Açude Castanhão e afluente do Rio Jaguaribe.

De acordo com ele, os cerca de 5% restantes para a conclusão do trecho emergencial não atrapalham o envio da água ao Castanhão, por corresponderem apenas a acabamentos, e não ao canal por onde o recurso hídrico passará.

"Esses 5% são obras complementares que continuam, como estradas de acesso ao canal, drenagem, calha, meio-fio, que não impedem que a água passe pelo canal, que já está pronto", explica Yuri.

Ao todo, o Cinturão das Águas deverá ter 145 km de extensão. Como 53 km já do trecho emergencial já estão prontos, que correspondem aos lotes 1 e 2, ficam faltando entregar 92 km de canal dos lotes restantes. Os últimos lotes serão responsáveis por aduzir as águas de Jati a Nova Olinda, no Rio Cariús, afluente do Açude Orós, que também abastece o Castanhão.

Sobre essa obra do outro eixo do CAC, Yuri diz que, dos 145 km, 70% já estão prontos, e que o restante do trecho deve levar 18 meses para ser concluído. No entanto, ele salienta que os prazos podem ser alterados, já que, no momento, as obras nos lotes 3 e 4 se encontram-se paralisadas por conta da pandemia. A perspectiva, segundo ele, é que elas sejam retomadas em meados de junho.

Incerteza sobre recursos

Com a crise econômica e sanitária instalada por conta do avanço da Covid-19 no País, o titular da Sohidra, Yuri Castro, afirma que as obras do outro trecho do Cinturão das Águas (CAC), que levará as águas de Jati a Nova Olinda, podem sofrer atrasos por conta da pandemia.

"Nós tivemos muita interrupção de recursos financeiros na execução do Cinturão das Águas, o que ocasionou diversos atrasos. Os recursos são 81% do Governo Federal e 19% do Estado. Não dá para garantir que teremos dinheiro para continuar conforme o calendário", afirma.

Apesar do cenário de incerteza, ele salienta que mais R$ 41 milhões foram enviados no início desse mês pelo Governo Federal para dar continuidade às obras em andamento. DIARIONORDESTE

Pesquisadores chineses dizem ter tratamento que pode interromper a pandemia sem uma vacina

Pesquisadores chineses dizem ter desenvolvido um tratamento capaz de interromper a pandemia de Covid-19, enquanto uma centena de laboratórios em todo o mundo compete para produzir uma vacina contra o novo coronavírus. Um medicamento em fase de testes na prestigiada Universidade de Pequim (Beida) permitiria não apenas acelerar a cura dos doentes, mas também imunizar temporariamente contra a Covid-19. Em entrevista à AFP, o diretor do Centro de Inovação Avançada em Genômica de Beida, Sunney Xie, explicou que o tratamento funciona em camundongos. Seu laboratório extraiu anticorpos de 60 pacientes curados da doença e os injetou em roedores.

 

- Após cinco dias, sua carga viral foi dividida por 2.500. Isso significa que esse medicamento em potencial tem um efeito terapêutico - afirmou.

Um estudo sobre esta pesquisa, publicado no domingo na revista especializada "Cell", considerou que é um remédio potencial contra a doença e apontou que permite acelerar a cura.

Escolas:Há sinais de que crianças possam não ser transmissoras de Covid-19 como os adultos, dizem epidemiologistas britânicos

- Somos especialistas em sequenciamento de células únicas, não imunologistas ou virologistas. Quando constatamos que nossa abordagem nos permitiu encontrar um anticorpo que neutraliza o vírus, ficamos muito felizes - comentou o professor Xie.

Segundo ele, o tratamento pode estar disponível antes do final do ano.

- A preparação dos ensaios clínicos está em andamento - acrescentou o pesquisador, especificando que serão realizados na Austrália e em outros países.

Com o declínio da pandemia na China, o país não tem portadores suficientes do vírus para realizar testes em humanos.

- O que esperamos é que esses anticorpos se tornem um medicamento especial para interromper a pandemia - disse.

Imunidade momentânea

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, embora mais de 100 laboratórios mundiais tenham se lançado na busca por uma vacina, ela pode demorar entre 12 e 18 meses para estar disponível. Um tratamento baseado em anticorpos poderia ser mais rápido para alcançar a população. Na China, mais de 700 doentes já receberam plasma de pacientes curados, uma técnica que, segundo as autoridades de saúde, produziu efeitos muito bons.

De acorco com Xie, a quantidade de plasma disponível é limitada, enquanto os 14 anticorpos usados em sua pesquisa podem ser reproduzidos rapidamente em larga escala. Essa abordagem já foi aplicada com sucesso no combate a outros vírus, como HIV, ebola e na Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers). Foi relatado que um tratamento contra o ebola, o remdesivir, deu bons resultados nos Estados Unidos contra a Covid-19, acelerando a cura de doentes, mas sem reduzir significativamente a taxa de mortalidade. Segundo o professor Xie, o tratamento desenvolvido em Pequim pode oferecer imunidade momentânea ao vírus. O estudo revela que, se os anticorpos forem injetados em um camundongo antes da administração do vírus, ele fica protegido da infecção. Isso permitiria proteção  por algumas semanas, talvez alguns meses, espera o especialista chinês

 - Poderíamos conter a pandemia com um tratamento que funciona, mesmo sem uma vacina. O GLOBO

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