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Demissões já afetam 13% das famílias e 40% das empresas

Fernando Canzian / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

As demissõessuspensões de contratos ou cortes de jornada e de remuneração, entre outras medidas adotadas no mercado de trabalho, já afetaram 53,5% das famílias brasileiras.

Entre elas, as mais pobres, com rendimentos até R$ 2.100, foram as mais atingidas pelo encerramento definitivo de contratos, fato que afligiu uma em cada cinco dessas famílias.

Na média de todas as faixas de remuneração, quase 13% dos lares já tiveram ao menos um dos membros demitido.

Entre as empresas, cerca de 45% das que operam nos serviços e na construção, setores com mão de obra intensiva e geralmente de menor qualificação, já cortaram pessoal.

No comércio, mais de um terço do total foi pelo mesmo caminho; na indústria, uma em cada quatro também. Na média desses quatro setores, quase 40% já demitiram.

O primeiro grande retrato dos efeitos da epidemia da Covid-19 que emerge de pesquisa entre 2.528 empresas e 1.300 consumidores revela uma parada abrupta na economia, além de uma expectativa bastante reduzida de que a atividade volte ao normal tão cedo.

Realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre FGV), o levantamento foi a campo entre os dias 2 e 13 e constitui uma prévia de pesquisa com um universo ainda maior a ser divulgada no final do mês.

Segundo a pesquisa, são raros os segmentos ainda não afetados pelas medidas de distanciamento social. A grande exceção são os supermercados.

Na contramão, o tombo nas áreas de vestuário, alojamento e alimentação (sobretudo restaurantes) é impressionante (veja abaixo ).

Entre os consumidores, a grande maioria, mesmo os de maior renda, cortou o consumo de bens e serviços ao estritamente essencial, e quase a metade se vê impedida de trabalhar por conta das medidas de isolamento social.

A redução na atividade, a incerteza sobre a duração da epidemia e a queda prolongada do consumo de bens duráveis e de serviços não essenciais fazem com que cerca de 40% das empresas entrevistadas esperem uma volta à normalidade somente no final do ano ou ao longo de 2021.

Segundo Viviane Seda Bittencourt, economista do Ibre FGV, uma preocupação quanto a esse ponto é que as medidas de redução salarial e de jornada garantem aos afetados estabilidade no emprego somente durante um período futuro igual aquele em que o mecanismo esteve em vigor.

Caso não haja recuperação econômica após o fim do prazo de estabilidade previsto para o trabalhador, os empregadores poderão acabar demitindo com mais força.

A pesquisa mostra que o setor de serviços tem sido, proporcionalmente, o mais afetado pela crise, o que é preocupante pelo fato de a área representar cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) e dos empregos existentes no país.

Outra sondagem do Ibre FGV mostra que a expectativa dos agentes econômicos em relação ao futuro caiu ao menor patamar da série, iniciada em junho de 2008.

Agora em 39,7 pontos, antes o menor nível registrado pelo indicador havia sido de 62 pontos, em setembro de 2015. No começo de 2020, ele estava perto dos 90 pontos.

O economista Rodolpho Tobler afirma que o indicador já apontava tendência de piora antes mesmo da epidemia.

Um terceiro termômetro do Ibre FGV, sobre níveis de incerteza na política e na econômica, mostra o Brasil no topo de uma lista de 21 países.

Segundo a pesquisadora Anna Carolina Gouveia, o levantamento já havia atingido níveis extremamente elevados antes da chegada do coronavírus, refletindo as incertezas políticas e as dificuldades econômicas e fiscais do país.

“Isso tudo foi agravado agora pela percepção de que não há uma resposta coordenada do governo no enfrentamento dessa pandemia”, afirma.

Ex-presidente Dilma defende enfrentamento com militares

Um diálogo ocorrido na última quinta-feira, 14, entre a ex-presidente Dilma Rousseff e um dos vice-presidentes do PT mostra os desafios que a legenda terá de superar para se afirmar viável eleitoral e politicamente para este ano e, principalmente, para 2022. A direção do partido discutia estratégias diante dos pedidos de impeachment de Jair Bolsonaro e buscava propor saídas para as crises econômica e sanitária que se agigantam com a pandemia.

Dilma decidiu citar um artigo do ex-ministro José Dirceu. O texto trata da politização das Forças Armadas no governo Bolsonaro, citando as nomeações de generais da ativa e da defesa que fazem do governo. Condenado por corrupção nos processos do mensalão e da Lava Jato, Dirceu escreveu que as Forças Armadas são uma instituição de Estado e não podem ser usadas como instituição de governo ou política. O ex-presidiário alerta para a possibilidade de um golpe.

A ex-presidente, que, assim como Dirceu, militou em grupos de extrema esquerda durante a ditadura, citou o artigo do companheiro petista para sustentar que o golpe é uma possibilidade real e precisa ser a pauta número 1 do PT nesse momento. Dilma pediu que o partido parta para o enfrentamento.

“O militarismo está de volta e a politização das Forças Armadas será inevitável, se não reagirmos e não dermos um basta a toda e qualquer ação militar fora dos marcos da Constituição”, discursou a ex-presidente, citando o texto de Dirceu. E concluiu, lendo o petista: “Frente à crescente reprovação de seu governo pela maioria do país e ao aumento do apoio popular a seu impeachment, Jair Bolsonaro não deixa dúvidas de que pretende dar um autogolpe de Estado. De novo vemos a ilusão política que não haverá golpe de Estado.”

A proposta de guerra de Dilma, porém, não empolgou seus interlocutores. Para a sua irritação, ainda ouviu de um dos vice-presidentes da legenda, Washington Quaquá, uma ironia: “E o que vamos fazer? Despertar o exército de terracota? Temos um exército chinês escondido em algum lugar?” A compreensão da cúpula do PT é que radicalizar o discurso agora não tem sentido prático nem é capaz de mobilizar a militância em tempos de pandemia, especialmente contra os militares. VEJA

Lula comemora impacto do coronavírus na política liberal de Guedes

Em live realizada na tarde desta terça, o ex-presidente Lula deu sinais de que é possível enxergar pontos positivos na tragédia provocada pelo coronavírus, que evolui para chegar a 20.000 mortes no país nesta semana.

Na lógica política do petista, o estrago produzido pelo coronavírus na agenda liberal do governo de Jair Bolsonaro é algo a ser comemorado. “Ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado coronavírus para que as pessoas percebam que apenas o Estado é capaz de dar a solução, somente o Estado pode resolver isso”, disse Lula.

O petista produziu a pérola ao criticar a postura de Bolsonaro que tenta a todo custo reabrir as cidades para evitar prejuízos econômicos enquanto pessoas morrem e o SUS se aproxima do colapso. Na avaliação do petista, Bolsonaro deveria parar de choramingar contra governadores e colocar o motor do Estado para sustentar a atividade econômica na pandemia.

“Imagina quando Roosevelt teve que agir na guerra. Você acha que ele estava preocupado com orçamento? Não! Ele tinha que fazer armas para vencer a guerra. Na guerra contra o coronavírus, eles não cumprem sequer a promessa de dar 600 reais para as pessoas ficarem em casa e se protegerem”, afirmou.

A lógica petista de que o estado deve ser o indutor da economia fecha os olhos ao passado. Não fossem os escândalos de corrupção e os descalabros na política econômica da era PT, talvez agora o caixa estatal não tivesse tão quebrado, e talvez agora o país não tivesse Bolsonaro no Planalto. VEJA

Governo do Rio cancela contrato suspeito com estudante de 19 anos

respirador 1

governo do Rio de Janeiro decidiu rescindir um contrato milionário assinado durante a crise do coronavírus com uma empresa de um estudante de 19 anos de idade. Em abril, VEJA revelou que, sem licitação, a secretaria de saúde do estado encomendou por 56,2 milhões de reais 300 aparelhos respiradores para pacientes infectados em estado grave. Até hoje, esses equipamentos não foram entregues.

Após a denúncia vir à tona, o Ministério Público estadual deflagrou uma operação para apurar suspeitas de fraudes em compras de respiradores feitas pelo governo do Rio de Janeiro. Entre os alvos da investigação, estavam o ex-subsecretário-executivo Gabriel Neves, preso na semana passada, e a MHS Produtos e Serviços, uma pequena empresa controlada por Guilherme Sismil Guerra, um jovem de 19 anos que mora fora do Brasil e ocupa o seu tempo administrando um podcast na internet.

Ao entrar em contato com a MHS no fim de abril, VEJA descobriu que a empresa nunca havia atuado no setor de saúde e que, na verdade, pertencia a Glauco Oliveira, pai de Guilherme e ex-auditor da Receita Federal. O servidor aposentado admitiu que sempre foi o responsável pelo negócio, mesmo não fazendo parte oficialmente da sociedade. Além disso, reconheceu que houve certo “descontrole” do governo do Rio durante a pandemia, que o estado “não tinha planejamento efetivo” e que contratou os respiradores “meio a toque de caixa”. O ex-auditor  também foi alvo da operação do Ministério Público. Ele estava foragido, mas foi localizado e preso pela Polícia Federal em Belém.

Além da MHS, outras empresas que fecharam contratos milionários com o governo do Rio durante a pandemia estão na mira de investigações. Na semana passada, a Polícia Federal deflagrou a Operação Favorito para apurar suspeita de corrupção em negócios que totalizam 700 milhões de reais.

Após esses escândalos virem à tona, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), decidiu exonerar o secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, conforme VEJA antecipou.

Bolsonaro leva ministros a manifestação na frente do Planalto

MAIS UMA VEZ HOMENAGEADO PELO POVO

 

 

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro foi ao Palácio do Planalto no fim da manhã deste domingo para, mais uma vez, acompanhar uma manifestação em seu favor. Ele apareceu no alto da rampa do prédio às 12h12, acompanhado de pelo menos 11 ministros, entre eles Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), André Mendonça (Justiça), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Onyx Lorenzoni (Cidadania), Tereza Cristina (Agricultura), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Abraham Weintraub (Educação) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

 

Algumas dezenas de pessoas estavam no local, na frente da Praça dos Três Poderes, a maioria delas vestida de verde e amarelo. Nas faixas exibidas diante do Planalto havia mensagens como "não queremos FFAA [Forças Armadas] no poder, queremos Bolsonaro presidente", "deixe Bolsonaro trabalhar", "a vontade do povo é democracia" e "nossa bandeira jamais será vermelha".

Diálogo com o 'centrão':  Em meio à crise política provocada pela saída de Moro, Bolsonaro reorganiza apoio ao governo

Durante o ato, Bolsonaro ressaltou que o movimento ali era democrático, sem palavras de ordem que afrontassem a Constituição.

— Existe política com participação espontânea popular. Isso não tem preço. Agradeço a todos que estão aqui, que torcem para que o Brasil realmente ocupe o lugar de destaque que ele merece. Nenhuma faixa, nenhuma bandeira que atente contra a nossa Constituição e contra o Estado democrático de direito. Nisso, o movimento está de parabéns — disse o presidente, durante transmissão ao vivo do ato por sua rede social.

Apesar da fala do presidente, no início da manifestação, antes da chegada de Bolsonaro, manifestantes tentavam convocar os apoiadores a irem para a frente do Supremo Tribunal Federal (STF) protestar contra a Corte. Um grupo de manifestantes do chamado grupo "300 do Brasil" acabou se aproximando do STF e passou a gritar palavras de ordem como "STF preste atenção, sua toga vai virar pano de chão" e "ministro, você come e o povo passa fome".

No alambrado metático bem em frente ao Planalto, foi fixadada uma faixa com as inscriçõe:s "Fora Congresso, STF, sabotadores. Nova Constituição anti-comunista. Criminalizar o comunismo!". Vídeo divulgado pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra o momento em que os donos da faixa são abordados por um homem que conversa com o grupo e a faixa é retirada do local.

Além das faixas, havia também um mastro com bandeiras de três países — Brasil, Israel e Estados Unidos —, além de diversas bandeiras brasileiras.

Agentes do Gabinete de Segurança Institucional se posicionaram dentro Planalto enquanto policiais militares do Distrito Federal atuam na rua, em meio aos manifestantes.

Procuradoria vê influência de empresário ‘capo’ de organização em contrato de R$ 850 mi de hospital de campanha no Rio

Pepita Ortega e Fausto Macedo / O ESTADO DE SP

17 de maio de 2020 | 17h09

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Segundo o Ministério Público Federal, há indícios de participação ou influência do empresário Mário Peixoto sobre a Organização Social IABAS, contratada pelo Estado do Rio de Janeiro implantação de hospitais de campanha para tratamento de pacientes contaminados pelo novo coronavírus. Ele foi preso no âmbito da Operação Favorito nesta quinta, 14, e é apontado como a figura ‘do capo’ de organização criminosa investigada por supostos desvios na saúde do Rio.

Documento

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Segundo o Ministério Público Federal, Mário Peixoto era o real controlador da Organização Social IDR, que administrava dez Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Rio de Janeiro, e instituiu um esquema de desvio dos recursos públicos por meio da contratação de suas empresas de prestação de serviço – as quais receberam a maior parte do orçamento destinado à administração das UPAs estaduais e de diversas prefeituras da baixada fluminense.

Ainda de acordo com a Procuradoria, o empresário teria, entre 2012 e 2019, pagado sistematicamente propinas a conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e aos deputados estaduais Paulo Melo e Jorge Picciani. Os pagamentos teriam como objetivo garantir a manutenção dos contratos de gestão de UPAs por meio da Organização Social IDR, a qual Peixoto controlava por intermédio do operador Luiz Roberto Martin Soares, diz o MPF.

Para manter seu poder econômico e político, Mário Peixoto ainda instituiu uma complexa rede composta por mais cem interpostas pessoas físicas e jurídicas como forma de distanciar o seu patrimônio da origem nos contratos públicos, indica ainda a Procuradoria.

A operação desencadeada nesta quinta, 14, estava autorizada desde fevereiro, mas havia sido adiada por causa do novo coronavírus. No entanto, a interceptação telefônica mostrou que o grupo criminoso se valeu da situação de calamidade relacionada à pandemia para obter contratos de forma ilícita com o poder público. Além disso vinha destruindo provas sobre o esquema e realizando ações de contrainteligência.

A suposta relação entre Mário Peixoto e a contratação para administração do hospital de campanha para tratamento de infectados pelo novo coronavírus é apontada pela Procuradoria e também registrada na decisão do juiz federal Marcelo Bretas, que determinou a abertura da ‘Favorito’, com base em e-mails do empresário Alessandro Duarte, apontado como principal operador de Peixoto, e Juan Neves, apontado como contador do grupo criminoso.

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As mensagens, referentes ao dia seguinte à contratação, contém planilhas com números detalhados dos custos dos hospitais de campanha implantados pelo IABAS, arquivos detalhando o cronograma físico de implantação dos hospitais de campanha e documentos com custos detalhados de aquisição de equipamentos médicos e de serviços de infraestrutura.

A Procuradoria registra ainda que com o material obtido com o afastamento do sigilo telemático de Alessandro, foi possível identificar diversas mensagens que o operador de Mário Peixoto se enviou no dia 15 de abril, referentes a modelos de orçamentos e propostas de implantação de hospitais de campanha para o combate ao coronavírus.

Segundo o Ministério Público Federal, as mensagens indicam ‘que a organização criminosa de fato está agindo para expandir seu mercado e aproveitando as contratações emergenciais por conta da pandemia para angariar mais contratos públicos, ao mesmo tempo em que permanece com forte atuação nos bastidores políticos, negociando atos com o Poder Público em troca de pagamento de vantagens indevidas’.

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Recursos recebidos durante a pandemia

Além das movimentações para conseguir novos contratos e de fraudes na compra de álcool em gel para a Marinha, a Procuradoria destacou na representação enviada a Justiça que a organização criminosa mantém atualmente contratos milionários com a Fundação Estadual de Saúde do Rio, recebendo recursos dos cofres públicos inclusive nesse momento de calamidade por conta da pandemia do Coronavírus.

O pedido do MPF destaca aditivo contratual de R$ 27 milhões firmado em dezembro com empresa Rio de Janeiro Serviços e Comércio Ltda – de Alessandro Duarte e Cassiano Luiz – para prestação de serviços de limpeza em todas as dependências das Unidades de saúde sob a gestão da Fundação de Saúde, com vigência, ao menos até 18 de dezembro de 2020.

Além disso, os procuradores ressaltam que a empresa Atrio Rio Service – principal empresa de Mário Peixoto contratada pela OS IDR – recebeu mais de R$ 4 milhões do Fundo Estadual de Saúde, somente entre janeiro e março deste ano.

COM A PALAVRA, OS INVESTIGADOS

A reportagem busca contato com os investigados. O espaço está aberto para manifestações.

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