Busque abaixo o que você precisa!

Casuísmo contra Moro - ISTOÉ

Está sendo desenhado um dos maiores casuísmos eleitorais já vistos no País. Os presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Câmara, com o apoio do presidente Bolsonaro, pretendem tirar das eleições presidenciais de 2022 o ex-ministro Sergio Moro — justamente um dos nomes mais fortes para o pleito, com índices de intenção de voto que só rivalizam com os do presidente.

 

Em uma sessão do Conselho Nacional de Justiça na quarta-feira, 29, o ministro Dias Toffoli propôs uma quarentena de oito anos para ex-magistrados com o objetivo de que seu poder não “seja usado para fazer demagogia, aparecer para a opinião pública e, depois, se fazer candidato”. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, no mesmo dia deu declarações endossando a iniciativa. “Acho que essa matéria está sendo amadurecida e está muito perto de chegar a um entendimento de que a estrutura do Estado não pode ser usada como trampolim pessoal”, disse. Nenhum dos dois citou nominalmente Moro, mas é evidente que esse movimento visa tirar o ex-juiz da Lava Jato das eleições presidenciais de 2022.

 

O vice-presidente, Hamilton Mourão, criticou no mesmo dia a “judicialização da política”. Disse que “o Judiciário tem atuado como linha auxiliar da política em ações movidas por legendas que perderam as últimas eleições ou que são derrotadas em votações no Congresso”. Suas declarações miravam ações no STF que ameaçam o presidente e podem ter repercussões nos julgamentos da impugnação da chapa Bolsonaro-Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O casuismo gerou críticas da Associação dos Magistrados Brasileiros, que aponta uma violação dos direitos políticos dos membros da magistratura. Segundo Maia, o tema já pode ser analisado neste segundo semestre. Para atingir o ex-juiz da Lava Jato, o que se pretende é aplicar a regra retroativamente, o que contraria o bom senso e a Constituição. Além disso, não há justificativa para a extensão dessa regra apenas a juízes, procuradores e promotores, e não aplicá-la a outras categorias de servidores que igualmente podem usar suas prerrogativas para ganhar visibilidade ou moldar suas ações para futuras carreiras políticas. O prazo de oito anos é excessivo por qualquer critério, comparando-se a penas previstas no Código Penal. Um verdadeiro caso de criminalização da política, conveniente para as forças que se sentem ameaçadas pelo nome que encarnou o combate à corrupção na Lava Jato.

Não há justificativa para a extensão da regra da quarentena apenas a juízes, e não aplicá-la a outras categorias de servidores públicos

Está tudo dominado - istoé

Desde que a Lava Jato se firmou como a maior operação anticorrupção da história do País, sua força parecia imbatível. Entrou no imaginário popular, ganhou manchetes no mundo e ajudou a criar o fenômeno Bolsonaro. Agora, a maré virou. Com o apoio do presidente, as forças-tarefa estão ameaçadas como nunca e o cerco contra os procuradores e as normas que garantiram a prisão inédita de políticos e altos empresários são ameaçadas em várias frente, incluindo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso.

 

Esse novo momento foi sintetizado pelo procurador-geral, Augusto Aras, na terça-feira, 28. Em transmissão organizada pelo Grupo Prerrogativas, de advogados e juristas, ele afirmou que “é hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”. Segundo ele, a força-tarefa em Curitiba tem mais dados armazenados que todo o sistema único do Ministério Público Federal. “Todo o MPF, em seu Sistema Único, tem 40 terabytes. A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba tem 350 terabytes e 38 mil pessoas com seus dados depositados. Ninguém sabe como foram escolhidos, quais foram os critérios”, afirmou. A manifestação aconteceu exatamente no momento em que o procurador-geral investe de forma mais contundente contra as forças-tarefa da Lava Jato. Em uma queda de braço com os procuradores do Paraná, ele havia determinado que todos os documentos fossem franqueados à PGR. Encontrou resistência, mas teve o apoio do presidente do STF, Dias Toffoli, que determinou a liberação dos documentos.

 

 

REAÇÃO Coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol rebateu Aras: “Ilação de que há caixas de segredos e milhares de documentos ocultos é falsa” (Crédito:PAULO LISBOA)

“Desconheço segredos ilícitos no âmbito da Lava Jato. Ao contrário, a Operação sempre foi transparente e teve suas decisões confirmadas pelos tribunais de segunda instância e também pelas cortes superiores, como STJ e STF”, rebateu o ex-ministro Sergio Moro. “A ilação de que há caixas de segredos no trabalho dos procuradores da República é falsa, assim como a alegação de que haveria milhares de documentos ocultos”, retrucou em nota a força-tarefa de Curitiba. Não há um consenso jurídico sobre o tema do compartilhamento de dados, que deve, para o bem das instituições, ser objeto de análise dos órgãos de controle.

O sucesso e a dimensão da Lava Jato criaram a necessidade de se pacificar a questão sobre a independência dos procuradores, garantida na Constituição, e o controle centralizado da PGR em Brasília, o que já gerava atritos na gestão da antecessora de Aras. Mas a sinceridade das declarações do atual PGR contra a equipe da Lava Jato escancarou um movimento inédito contra a operação, apesar de ela ter sido referendada em várias instâncias.

Ela resistiu até ao ataque hacker que desnudou todas as comunicações dos procuradores e do então juiz Moro.

“Existe em curso uma intensa movimentação para acabar com a Lava Jato e para desqualificar todos os atores públicos responsáveis pelo êxito dessa operação. Não podemos permitir esta inversão absurda que pretende absolver todos os que foram condenados pela Lava Jato e ao mesmo tempo condenar os responsáveis pela existência desta operação”, declarou o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR).

Membros da bancada pró-Lava Jato no Senado se disseram preocupados. Eles se reuniram em videoconferência com Augusto Aras e disseram que “não ficaram satisfeitos com as posições do procurador-geral”. Questionaram o PRG, e ele disse que não tinha provas de ilegalidades no uso dos dados dos investigados. “As manifestações e ações do PGR militam contra o combate à corrupção, enfraquecem a credibilidade do próprio MPF e foram objeto de críticas por parte dos senadores”, disse Alessandro Vieira (Cidadania).

CENTRALIZAÇÃO A PGR quer controlar as ações e arquivos das forças-tarefa
da Lava Jato (Crédito:José Cruz/Agência Brasil)

Um dia depois da declaração de Aras, o principal símbolo da Lava Jato, Sergio Moro, virou o alvo do presidente do STF, que pregou a ampliação da quarentena de seis meses para oito anos para ex-juízes. Isso interessa diretamente ao presidente Bolsonaro, que nomeou Aras para a PGR à revelia dos candidatos eleitos pelos seus pares e enxerga em Moro a maior ameaça à sua reeleição.

Para o presidente, asfixiar a Lava Jato também ajuda na sua cooptação do Centrão, grupo fisiológico que tem vários membros investigados e já condenados pela operação. Além disso, o maior pesadelo jurídico do clã Bolsonaro, o escândalo das rachadinhas que envolve o senador Flávio Bolsonaro, nasceu de uma operação derivada de Curitiba. A demissão de Moro se deu exatamente quando o ex-ministro resistiu à interferência do presidente na Polícia Federal fluminense, o que gerou um inquérito em tramitação no STF.

Nesse momento, desmontar a Lava Jato é conveniente para o lulismo, para o bolsonarismo e para o Centrão, além de todos os empresários e empreiteiros que tiveram seus negócios atingidos.

As declarações de Aras revigoraram no Congresso a tentativa de criar uma CPI da Lava Jato. Há um pedido nesse sentido de autoria do deputado André Figueiredo (PDT), com apoio do PT, que aponta indícios de “fraude processual, prevaricação, advocacia administrativa e abuso de autoridade”. O requerimento de criação da CPI já foi lido em plenário, após a validação de 176 assinaturas, cinco a mais que o necessário. É a segunda tentativa de criar uma CPI contra o operação. A primeira, em 2018, foi frustrada.

Ao longo do tempo, a operação precisou superar vários obstáculos. O STF mudou a jurisprudência sobre a prisão em segunda instância, beneficiando o ex-presidente Lula. O projeto no Congresso que visa restabelecer a norma era uma bandeira de Moro e dos parlamentares que defendem a Lava Jato, mas sua aprovação parece cada vez mais ameaçada. Há outros riscos para a operação. A pedido dos advogados lulistas, a Segunda Turma do STF deve julgar em breve a suspeição de Moro à frente do julgamento que condenou Lula no processo do triplex do Guarujá.

O procurador Deltan Dallagnol, que coordena a Lava Jato no Paraná, enfrenta vários processos disciplinares no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Três deles serão julgados em 18 de agosto.

CERCO O presidente do STF, Dias Toffoli, referendou ação contra a Lava Jato (Crédito:Mateus Bonomi)

A fala de Aras, que é cotado para a vaga do STF que se abrirá em novembro com a aposentadoria do ministro Celso de Mello, desagradou diferentes correntes dentro do Ministério Público. Viram uma afronta à independência funcional.

Para o PGR, “a correção de rumos não significa redução do empenho no combate à corrupção”. “O lavajatismo há de ser superado pelo natural, bom e antigo enfrentamento à corrupção”, disse o procurador-geral. Esse é o problema. O País pode retomar a tradição que vigorou até 2014, quando políticos e milionários não iam para a cadeia.

A corrupção tem raízes históricas e está entranhada na sociedade há séculos, o que atrasa o desenvolvimento e aumenta a miséria. É a luta contra isso que a sociedade enxergou na operação. Numa ironia da história, Jair Bolsonaro pegou carona no “lavajatismo” para chegar ao poder e, a partir do Palácio do Planalto, conseguiu autonomia para interferir nos órgãos de controle e para articular com os outros Poderes o arrefecimento no combate à corrupção.

Como fez Getulio Vargas, “montou no cavalo que passou encilhado” quando o destino sorriu e o momento histórico lhe favoreceu. Agora, pode enfraquecer o combate ao crime de colarinho branco e retomar a tradição patrimonialista que tanto favoreceu a elite, e tanto atraso trouxe ao País.

Blogueiro bolsonarista Allan dos Santos diz que saiu do Brasil para se proteger

blogueiro bolsonarista Allan dos Santos afirmou em uma live transmitida pela deputada federal Bia Kicis (PSL) que fugiu do Brasil por motivos de segurança.

Investigado no inquérito e na CPMI das fake news, Allan afirma que se algo acontecer com ele os suspeitos serão os chineses, os coreanos, ministros do STF e o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay.

"Se alguma coisa acontecer comigo ou minha família, só veio dessas pessoas e grupos, da embaixada da China em Brasília, da embaixada da Coreia do Norte em Brasília, do Kakay, que é do Partido dos Trabalhadores, do [ministro do STF Luís Roberto] Barroso ou do [ministro do STF] Alexandre [de Moraes]. Não tem como vir de outra pessoa", afirmou ele à parlamentar.

"Estou colocando a minha vida em risco dando essa informação porque eu tenho essa informação e estou aqui transmitindo para vocês. A única maneira de eu poder dar essas informação era fora do país, Hoje eu já estou fora do país, seguro, e estou aqui. trazendo essa notícia para vocês", afirmou ele na live.

Allan dos Santos, que sofreu duas operações de busca e apreensão ordenadas pelo STF, diz ainda que a intenção dos investigadores era colocar uma escuta telefônica em sua casa para reunir provas e criminalizar o presidente Jair Bolsonaro.

"A notícia é tão absurda , falsa nos mínimos detalhes. Eu sequer sou do PT, nunca tive filiação partidária.Uma mentira canalha que só poderia partir de uma mente doentia e covarde. A indústria das fake news, que alimenta o ódio, só serve para para transitar no submundo, no esgoto onde vivem estes ratos que tentam conspurcar a honra alheia. Eu nem respondo, pois sequer honra eles têm para preservar. São a escória humana", diz Kakay.

Mônica Bergamo

Jornalista e colunista. FOLHA DE SP

Facebook não cumprirá decisão de Moraes e manterá perfis de bolsonaristas no ar fora do Brasil

O Facebook decidiu que não cumprirá a determinação de Alexandre de Moraes desta quinta-feira (30) e não tirará do ar internacionalmente os perfis de bolsonaristas que são alvos do inquérito das fake news no momento. A empresa recorrerá ao plenário do STF e, enquanto isso, manterá as contas no ar fora do Brasil.

"Respeitamos as leis dos países em que atuamos. Estamos recorrendo ao STF contra a decisão de bloqueio global de contas, considerando que a lei brasileira reconhece limites à sua jurisdição e a legitimidade de outras jurisdições", diz nota da assessoria de imprensa do Facebook.

 

O Painel apurou que a empresa acredita que o bloqueio de perfis internacionalmente a partir de uma instância de jurisdição local como o STF poderia criar um precedente danoso ao funcionamento da plataforma.

Caso juízes em diversos países do mundo decidissem ordenar a suspensão de conteúdos globalmente devido a contextos locais, o Facebook teria seu espaço de atuação bastante limitado, avaliam.

O Facebook suspendeu os perfis no Brasil desde sexta-feira (24).

Com a decisão, o Facebook adota estratégia diversa do Twitter, que tirou do ar os perfis no mundo todo. O Twitter também afirmou que recorrerá da determinação de Moraes.

 Figuras como o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), Sara Giromini (conhecida como Sara Winter), o blogueiro Allan dos Santos e os empresários Luciano Hang (da Havan) e Edgard Corona (das academias Smart Fit), alvos de investigação no âmbito do inquérito das fake news, tiveram suas contas suspensas no Twitter.

O inquérito das fake news investiga ameaças e disseminação de notícias falsas contra integrantes do STF nas redes sociais e representa um dos principais pontos de tensão entre o Palácio do Planalto e a corte.

Moraes pediu a suspensão dos perfis internacionalmente após constatar que o bloqueio que solicitou na sexta-feira (24) teve impacto reduzido. Após mudarem suas configurações de localização, os perfis bolsonaristas voltaram a publicar e, inclusive, a xingar o próprio ministro, como mostrou o Painel.

"As redes sociais Twitter e Facebook continuam permitindo que os perfis sejam acessados através de endereços IP de fora do Brasil, ou seja, permitindo que sejam acessados normalmente a partir de outros países. Isto possibilita que usuários do Brasil utilizem serviços de roteamento de conexão, como VPNs, contornando este tipo de bloqueio e acessando os perfis em território nacional, como se estivessem em outros países", diz laudo citado por Moraes em sua decisão.

"Portanto, para atender corretamente a ordem judicial, as redes sociais Twitter e Facebook deveriam bloquear o acesso aos perfis através de qualquer endereço IP", completa.

Com Mariana Carneiro, Guilherme Seto e Nathalia Garcia /FOLHA DE SP

Após deixar blocão, líder do MDB acena a Bolsonaro e nega discutir sucessão na Câmara

BRASÍLIA

Presidente do MDB e líder do partido na Câmara dos Deputados, Baleia Rossi (SP), 48, atribuiu a decisão de deixar um bloco majoritário na Casa, que inclui siglas do centrão hoje próximas ao governo Jair Bolsonaro, à necessidade de manter a independência em votações.

Mas fez acenos ao Palácio do Planalto de que não vai abandoná-lo na agenda econômica. "Não muda absolutamente nada essa saída do bloco da relação com o presidente Jair Bolsonaro", afirma.

O deputado teve nesta quarta (29) uma reunião com o ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e afirmou a ele que vai trabalhar para aprovar a reforma tributária.

Autor da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) sobre o assunto na Câmara, Baleia Rossi rejeita a criação de novos tributos, mas diz que o Congresso precisa discutir a "nova CPMF" que Paulo Guedes (Economia) quer enviar. Também cobrou que o governo envie a reforma administrativa neste ano.

Apontado como um dos favoritos à sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara, inclusive apoiado pelo próprio, Baleia Rossi afirma não ser candidato e diz que antecipar a discussão sobre a disputa poderia "prejudicar o país".

Leia mais...

Moraes ordena bloqueio de contas de bolsonaristas no exterior, e Twitter diz que vai recorrer de decisão 'desproporcional'

Marlen Couto / O GLOBO

O Twitter retirou do ar nesta quinta-feira também no exterior contas de empresários, políticos, blogueiros e militantes apoiadores do presidente Jair Bolsonaro alvos do inquérito das fake news, após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do caso, Alexandre de Moraes, que ampliou, portanto, o bloqueio já feito no Brasil. A rede social anunciou, em nota, que vai recorrer da decisão e ressaltou que considera a suspensão dos perfis "desproporcional".

nquérito do Supremo Tribunal Federal (STF). Embora não caiba ao Twitter defender a legalidade do conteúdo postado ou a conduta das pessoas impactadas pela referida ordem, a empresa considera a determinação desproporcional sob a ótica do regime de liberdade de expressão vigente no Brasil e, por isso, irá recorrer da decisão de bloqueio", informou a rede social.

AnalíticoPor que bolsonaristas foram bloqueados só após a segunda ordem do STF

O Twitter e o Facebook já haviam suspendido no Brasil contas dos alvos do inquérito no último dia 24, mas, como mostrou o Sonar, alguns investigados continuaram a fazer postagens visíveis apenas no exterior. Moraes também ampliou a decisão porque alguns deles tentaram ainda driblar a decisão do STF ao mudar configurações de localização das contas. 

RelembreBolsonaro critica projeto contra fake news: 'não vai poder mais se manifestar sobre nada'

Entre os alvos da suspensão de redes sociais, estão os blogueiros Allan Lopes dos Santos e Bernardo Pires Kuster, os empresários Luciano Hang e Edgard Gomes Corona, a extremista Sara Giromini, e o ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson. Os demais alvos do inquérito — que também foram alvo de uma operação de busca e apreensão em maio e agora da decisão pelo bloqueio de redes sociais — são os assessores do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), Edson Pires Salomão e Rodrigo Barbosa Ribeiro, os ativistas Eduardo Fabris Portella, Marcelo Stachin e Marcos Domingues Bellizia, o youtuber Enzo Leonardo Suzi Momenti, o blogueiro Rafael Moreno, Paulo Gonçalves Bezerra, o empresário Otávio Fakhoury, o humorista Reynaldo Bianchi e o militar reformado Winston Rodrigues Lima. 

Alguns dos alvos do inquérito também buscaram contas alternativas para se manifestar, após o bloqueio. O blogueiro Allan dos Santos passou a usar um perfil criado em junho de 2009 e que não está listado na decisão de Moraes. Já Roberto Jefferson chegou a assumir no Twitter a conta da sua filha, Cristiane Brasil, pré-candidata à prefeitura do Rio. 

Compartilhar Conteúdo

444