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BC determina que BRB faça provisionamento de R$ 2,6 bi para cobrir fraude do Master

Adriana FernandesAdriana Fernandes / FOLHA DE SP

 

 

Banco Central determinou ao BRB (Banco de Brasília) que faça um provisionamento de R$ 2,6 bilhões em seu balanço para cobrir perdas com a compra de carteiras de crédito fraudulentas do Master.

Essas carteiras, sem lastro em operações reais, foram descobertas nas investigações que levaram à liquidação do Master e à prisão do dono do banco, Daniel Vorcaro, no dia 17 de novembro do ano passado, na primeira fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal.

As investigações do Ministério Público Federal, com base em denúncia feita pelo Banco Central, apontaram que o Master adquiriu carteiras de crédito da consultoria Tirreno, sem realizar qualquer pagamento, e logo em seguida, os papéis foram vendidos ao BRB. O banco público pagou R$ 12,2 bilhões por elas.

A exigência da provisão no balanço do BRB foi feita pelo BC por meio de um documento chamado de termo de comparecimento, encaminhado ao banco do governo do Distrito Federal no dia 7 de janeiro, segundo pessoas a par do tema ouvidas pela Folha sob a condição de anonimato.

Até a data da liquidação do Master, o BRB já tinha recuperado cerca de R$ 10 bilhões dos 12,2 bilhões. Essa recuperação foi feita por meio de transferência de ativos feitas pelo Master para cobrir as carteiras fraudulentas, faltando ainda R$ 2,6 bilhões a serem cobertos. É para dar conta dessa perda que o BC está exigindo o provisionamento.

O BRB ainda está avaliando a qualidade dos ativos que foram repassados pelo Master para calcular a necessidade de aporte adicional a fim de evitar o desenquadramento do banco das regras de capital, que exigem limites mínimos de patrimônio (o chamado índice de Basileia).

A depender do valor a ser provisionado, o controlador do banco, o governo do Distrito Federal, terá de fazer um aporte de capital com base num plano a ser apresentado ao BC. O patrimônio de referência do BRB é hoje de cerca de R$ 6,5 bilhões.

O BRB ainda está analisando o tamanho do aporte que será necessário, depois de uma auditoria externa que está sendo feita após a saída de Paulo Henrique Costa, que foi afastado do cargo após a operação Compliance Zero e está sendo investigado pela PF.

O banco tem R$ 80 bilhões de ativos e R$ 30 bilhões em depósitos judiciais. O novo presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, já conversou com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, sobre o pedido de provisionamento. Após assumir o cargo em 27 de novembro, Souza já fez uma operação de saneamento na diretoria do BRB no Conselho de Administração.

Procurado pela reportagem, o BRB informou que trabalha diariamente em conjunto com o BC e que está em curso investigação forense independente conduzida pelo escritório Machado Meyer, com suporte técnico da Kroll.

"A instituição reforça seu compromisso com a transparência, a governança e o cumprimento das normas do sistema financeiro, colaborando integralmente com as autoridades competentes", diz a nota encaminhada à reportagem.

Segundo o BRB, os possíveis prejuízos ligados à compra de carteiras do Master ainda estão em apuração pelo Banco Central e pela auditoria independente.

"Caso sejam confirmados, o BRB informa que já possui plano de capital que prevê aporte através de vários instrumentos de recomposição de capital".

"O BRB reafirma que segue sólido, com patrimônio líquido de R$ 4,5 bilhões e patrimônio de referência de R$ 6,5 bilhões, operando normalmente e assegurando todos os serviços financeiros".

OPÇÕES PARA APORTE

Até agora, são cinco as opções para cobrir as perdas: repasse direto do Tesouro do DF e dos minoritários, formação de um fundo com imóveis de propriedade do governo do DF a serem transferidos para o BRB, uma linha de financiamento do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), repasse de ações de empresas estatais e um empréstimo de um consórcio de bancos.

A primeira opção com que trabalham os executivos do BRB é um empréstimo do FGC.

A interlocutores, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), tem dito que o governo está preparado para fazer o aporte, mas não há ainda o valor que seria necessário.

Nos últimos dias, o banco tem enviado mensagens a correntistas com os dizeres: "Seguimos firmes, seguimos fortes, seguimos com você".

Elmano diz que contar com Camilo no Ceará será 'muito importante' para 'disputa intensa' em 2026

 
 
 
 
 

O governador Elmano de Freitas (PT) disse, nesta quarta-feira (21), que a participação do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), nas articulações eleitorais de 2026 será "muito importante". A fala acontece dias após o ministro anunciar esperar apenas o aval do presidente Lula (PT) para deixar o Ministério da Educação para se dedicar às pré-candidaturas à reeleição de Elmano e Lula. 

O desembarque de Camilo deve ocorrer até março, dentro do prazo legal de descompatibilização, o que permitiria que Camilo concorresse a algum cargo eletivo — possibilidade que vem sendo levantada por aliados tanto a nível nacional como estadual.

As declarações de Elmano de Freitas foram feitas em coletiva de imprensa durante evento para entrega de 29 viaturas da Patrulha Maria da Penha e kits Athena, realizado na manhã desta quarta no Palácio da Abolição.

O governador reforçou que deve enfrentar uma "disputa muito intensa" no Ceará e, portanto, a participação de Camilo na campanha "é algo muito importante para a nossa candidatura". Até o momento, o nome mais citado para enfrentar o governador nas urnas é o do ex-ministro Ciro Gomes (PSDB). 

Ciro tem liderado as tratativas para formar uma 'frente ampla' da oposição no Ceará, que reúne partidos como o PSDB e parte do União Brasil, além de lideranças do PDT — que devem sair da legenda na janela partidária. O PL também estava na aliança, mas as negociações entre Ciro e o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foram suspensas. 

Camilo nas articulações do Governo Elmano

O governador reforçou o papel que Camilo Santana deve exercer nas negociações políticas, principalmente nestes primeiros meses de 2026. É nesse período que deve ocorrer a janela partidária, quando deputados estaduais e federais podem mudar de partido sem colocar em risco o mandato.

Este movimento é fundamental para montar as chapas que irão concorrer ao Legislativo em outubro. Também nestes meses deve se encerrar o prazo de descompatibilização, quando lideranças que pretendem ser pré-candidatos nas eleições precisam deixar cargos nas gestões públicas. 

"Vamos chegar em março para abril, evidentemente com intensificação das negociações políticas. Março é o prazo da janela partidária, após isso vamos começar a preparar nossas convenções. Vai ter muita discussão, muita negociação", pontua Elmano.

Além de reforçar a importância de Camilo nesse processo, Elmano também enfatizou a participação do "conjunto de lideranças" que integra a base governista. 

"(É importante) Poder contar com o ministro Camilo na articulação política, como vai ser muito importante contar com articulação e a liderança do senador Cid (Gomes, PSB), como é muito importante contar com o nosso (ex-) senador Eunício Oliveira (MDB), nosso deputado federal; do Domingos Filho (presidente do PSD CE), com as nossas lideranças partidárias, com AJ e Zezinho Albuquerque, do PP, se possível com as lideranças como a do Moses (Rodrigues), da Fernanda Pessoa, do União Brasil", disse.

Escrito por
e

  / DIARIONORDESTE


 

Penduricalhos para a PF

Por Notas & Informações / O ESTADÃO DE SP

 

Num movimento contrário ao combate dos privilégios, o governo Lula da Silva prepara a criação de duas gratificações para turbinar os salários dos agentes da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Penal Federal. A chamada gratificação de eficiência institucional, que poderá incrementar em 20% os contracheques dos policiais, será paga, inclusive, aos inativos. Já a gratificação variável de produtividade, de 10%, será devida apenas àqueles que atingirem metas.

 

De pronto, pode-se dizer que os benefícios desenhados ainda na gestão do então ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, distorcem a ideia de gratificação. É inimaginável que um trabalhador seja premiado sem nada ter feito para a obtenção de um determinado resultado. Numa inversão de valores, tais benesses apenas afrontam a meritocracia.

 

Os agentes da PF, da PRF e da Polícia Penal Federal prestam concurso público por vontade própria e, uma vez aprovados para cargos bastante disputados, assumem o compromisso de garantir a toda a sociedade a eficiência institucional das corporações que integram, assim como a sua produtividade. Ou seja, a prestação de um bom serviço público aos cidadãos brasileiros não é uma liberalidade dos policiais, mas sim uma obrigação.

 

Aliás, esses servidores públicos são muito bem remunerados para isso: um policial federal recebe um salário inicial de R$ 14 mil, enquanto um delegado na mesma condição ganha R$ 26,8 mil, muito acima da remuneração de policiais militares, civis ou bombeiros País afora. E esse ganho, de acordo com a proposta do governo Lula, só vai melhorar: as gratificações, na prática, serão uma espécie de aumento salarial de até 30% para os policiais da ativa e de até 20%, para os inativos.

 

Conforme revelou a Coluna do Estadão, esses dois bônus permitirão que quem já está no topo dessas carreiras possa receber acima do teto constitucional, hoje em R$ 46,4 mil brutos por mês, que é o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Assim, mal se consegue disfarçar o objetivo das gratificações: driblar o limite da remuneração no funcionalismo, assim como já o fazem a magistratura, o Ministério Público e a advocacia pública.

 

Parece que não bastam tantos privilégios autoconcedidos nos outros Poderes da República. Agora, é a administração lulopetista que investe nos penduricalhos ao atender, decerto, ao lobby remuneratório da companheirada da polícia. Assim, em vez de liderar um debate sério sobre uma reforma do Estado, o governo Lula reafirma sua irresponsabilidade na gestão da máquina pública.

 

As duas propostas já foram encaminhadas para a análise do Ministério da Gestão e da Inovação. Como a pasta comandada por Esther Dweck tem sido sensível aos interesses do sindicalismo federal, ninguém duvida de que os novos bônus engordarão em breve os contracheques dos policiais dessas três carreiras, fortalecendo não a segurança pública do Brasil, mas o corporativismo da elite do funcionalismo.

Os riscos que vão além do Master

Por Notas & Informações / O ESTADÃO DE SP

 

Os novos e escabrosos detalhes do caso Master somente confirmam que o Banco Central (BC) agiu corretamente, em novembro passado, ao decretar a liquidação extrajudicial do banco de Daniel Vorcaro, figura conhecida por suas muitas conexões em Brasília.

Embora interesses poderosos venham agindo de forma nada sutil para suscitar dúvidas sobre o processo de liquidação, o trabalho incessante da imprensa tem feito com que decisões no mínimo insólitas por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Contas da União (TCU) sejam repensadas.

Mesmo sob pressão extrema, o BC decretou a liquidação extrajudicial da antiga Reag, gestora de recursos que, tal como o Master, teve crescimento vertiginoso nos últimos anos, e da Will Bank. A Reag é suspeita de ter ajudado o Master em um sofisticado esquema de fraude financeira por meio de fundos de investimento.

Apesar de as liquidações estarem seguindo seu curso, há grande inquietação no mercado financeiro sobre o impacto desses eventos sobre a credibilidade do sistema. Por essa razão, especialistas defendem o aprimoramento de regras existentes, bem como indicações estritamente técnicas para as diretorias do BC e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Hoje responsabilidade da CVM, a fiscalização de fundos de investimento, à luz do caso Reag, tem se mostrado inconsistente. O sigilo de fundos de cotista único, em especial, tem sido causa de grande preocupação.

Em entrevista ao Valor, o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga defendeu que o sigilo seja repensado. Tal como funciona atualmente, o sigilo permite que, na prática, fraudadores lavem dinheiro por meio dos fundos de cotista único, que favorecem a utilização de “laranjas”.

Na mesma entrevista, Fraga também defendeu a adoção do modelo “twin peaks”, pelo qual o BC e a CVM se converteriam em superórgãos reguladores, responsáveis pelo monitoramento, a regulação e a supervisão do mercado financeiro.

Por sua vez, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu, em entrevista ao UOL, que o perímetro regulatório do BC seja ampliado. De acordo com Haddad, “tem muita coisa que deveria estar no âmbito do Banco Central e que está no âmbito da CVM”, o que para ele é um equívoco.

De vital importância para a robustez do sistema financeiro nacional, toda essa discussão se dá em um contexto de instituições desfalcadas e de demandas ainda mais ferozes do Centrão.

Um exemplo é a CVM, cujo colegiado é composto por cinco membros (o presidente e quatro diretores) e que atualmente está sem presidente e conta com apenas dois diretores.

No início de janeiro, impondo mais uma derrota a Haddad, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou o advogado Igor Muniz para uma das diretorias da autarquia, e o advogado Otto Lobo para a presidência. As indicações têm de ser referendadas pelo Senado. A Fazenda defendia outros nomes.

Lobo liderou a CVM de forma interina entre julho e dezembro no ano passado, período no qual esteve envolvido em uma série de polêmicas, entre as quais votações no colegiado que acabaram por favorecer o Master, mas não só.

No momento em que as entranhas do Master são pouco a pouco expostas ao público, era de se esperar que alguém com perfil distinto de Lobo fosse indicado para liderar um órgão tão importante quanto a CVM.

Consta, porém, que Lobo tem ótimo trânsito com políticos do Centrão, membros do Judiciário e da elite corporativa do País, razão pela qual não se espera que o nome dele seja barrado no Senado. Ao contrário. Para aprovar o ungido de Lula ao STF, Jorge Messias, o Centrão teria exigido Lobo na CVM. Não bastasse isso, há interesse também nas duas diretorias atualmente vagas no BC.

Apesar de todo o prejuízo à imagem do País e aos investidores, o caso Master ainda pode se converter em um paradigma de como aproveitar uma crise para o bem público.

Infelizmente, contudo, os sinais vindos de todos os lados são de que o BC e a CVM, em vez de terem seus quadros e processos protegidos de interesses estranhos a seus propósitos, estão cada vez mais ameaçados de sucumbir ao aparelhamento político.

Tragédia das enchentes em São Paulo expõe deficiências urbanas no país

Por  Editorial / O GLOBO

 

 

Fica a cada dia mais evidente que as grandes cidades brasileiras continuam despreparadas para enfrentar o agravamento das tempestades e enchentes resultante das mudanças climáticas. Faltam obras essenciais e até proteções básicas para evitar tragédias, como a do casal de idosos cujo carro foi arrastado na semana passada por uma enxurrada no bairro de Campo Limpo, em São Paulo. Os corpos foram encontrados dois dias depois. Faltavam simples muretas de proteção na área, onde foram registrados ao menos 25 casos de alagamento desde 2017, segundo reportagem do GLOBO.

 

Não se trata de caso isolado. Levantamento da Confederação Nacional de Municípios revela que, entre 2013 e 2023, foram registradas 2.143 mortes causadas por chuvas, média de 18 por mês. O dado comprova que as prefeituras não têm investido o suficiente para proteger a população.

 

Houve em São Paulo 663 enchentes ou alagamentos no ano passado, 47% acima de 2024 e 164% acima de 2021. A Prefeitura argumenta que o dado inclui não apenas alagamentos relacionados às chuvas, mas também os decorrentes de estouro de tubulação — e afirma que o número ficou abaixo da média de 751 entre 2010 e 2024, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergência Climáticas. De todo modo, o aquecimento do planeta permite prever que as chuvas não arrefecerão. Ao contrário. De 1941 a 1950, o volume anual sobre São Paulo somava 12 mil milímetros. Entre 2011 e 2020, subiu para 16 mil milímetros

 

Cobertas de asfalto, concreto ou cimento, as cidades brasileiras carecem de áreas capazes de absorver as águas. Depois das enchentes trágicas de Pequim em 2012, o arquiteto Kongjian Yu concebeu as cidades-esponja como solução. Nelas, cursos d’água são ladeados por parques lineares, calçamentos são permeáveis e há praças capazes de reter grandes quantidades de água, depois escoada. Várias dessas ideias têm sido adotadas no Brasil — a prefeitura paulistana afirma que a cidade já tem 473 jardins de chuva e diz que, dos 120 parques municipais, 23 são lineares. Não se pode também descuidar da construção de piscinões subterrâneos, para recolher o excesso de água, bombeada para os rios (como ocorre nas regiões do Pacaembu, em São Paulo, ou da Praça da Bandeira, no Rio). Para não falar nas simples, mas eficazes, muretas de contenção.

 

A construção do piscinão prometido pela prefeitura para o ano passado na região do acidente que vitimou o casal paulistano está atrasada (segundo a prefeitura, as escavações esbarraram numa rocha). Estudos mostram, contudo, que são necessários não só um, mas sete piscinões, além de um parque linear, para evitar alagamentos na área.

 

Grandes cidades brasileiras costumam ter inúmeros córregos canalizados que transbordam para a superfície nos temporais. Para evitar a sucessão de tragédias, é preciso realizar as obras necessárias e prestar atenção às melhores práticas adotadas nas cidades-esponja pelo mundo. As mudanças climáticas não podem estar à frente da resposta dos governos.

116 cidades do CE têm avisos de chuvas intensas, 15 delas até domingo (25)

Escrito por Nícolas Paulino / DIARIONORDESTE
 
 
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta terça-feira (20), dois avisos meteorológicos de chuvas intensas para o Ceará. Um é válido até as 23h59 de quarta-feira (21), enquanto o outro segue até a noite de domingo (25). 

De acordo com a entidade, 101 municípios estão sob "perigo potencial" no aviso mais curto, que abrange Norte Cearense, Noroeste Cearense, Região Metropolitana de Fortaleza, Jaguaribe e Sertões Cearenses.

Já a lista mais longa envolve 15 cidades do Sul Cearense.

Nos dois casos, há riscos potenciais de chuva entre 20 mm/h e 30 mm/h ou de até 50 mm/dia, além de ventos intensos, de 40 km/h a 60 km/h. O cenário aponta para baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

Cuidados durante as chuvas

Em caso de rajadas de vento, o Inmet indica que a população não se abrigue debaixo de árvores, uma vez que há leve risco de queda e descargas elétricas. 

Além disso, não se deve estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. As pessoas também devem evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil, pelo telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193.

CHUVA EM FORT

 

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