Audiência discute situação de trabalhadores da Maternidade Escola e Hospital Universitário
>
Uma nova audiência de conciliação está marcada para amanhã (08/12), às 8h30min, na 7ª Vara da Justiça do Trabalho, para tentativa de solução amigável do impasse que ameaça o emprego de cerca de 700 trabalhadores da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac) e do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC). Os funcionários pedem manutenção dos empregos e prorrogação de contrato por mais cinco anos.
Os trabalhadores passam por ameaça de demissão em massa e “coação psicológica para a desistência desta ação”, conforme relatou o juiz Francisco Antônio da Silva Fortuna em ata da audiência realizada no dia 4 de novembro. Para amanhã, a expectativa dos funcionários é de conseguir renovação de convênio por cinco anos com a Universidade Federal do Ceará (UFC) e Sociedade de Assistência à Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Sameac), informa o grupo Crítica Radical.
Desde julho, os prestadores de serviço na Meac e no HUWC questionaram a não renovação dos contratos com a UFC e ameaça de demissão de 700 nos seis meses seguintes. A ameaça surgiu com decisão do Governo Federal, pela portaria n° 208, do dia 13 de março de 2015. Pelo documento, o Ministério da Educação determinou a substituição dos contratados pelas Fundações de Apoio que prestam serviços em atividade permanente aos Hospitais Universitários das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) por servidores concursados.
O rombo da Petros
O rombo atuarial de R$ 20 bilhões do fundo de pensão dos funcionários da Petrobrás (Petros) estimado por integrantes do conselho fiscal, embora imenso, é apenas o mais recente detectado nas instituições de previdência complementar vinculadas a empresas estatais. Se confirmado o valor, que a direção do fundo não reconhece oficialmente, a Petros será uma das principais responsáveis pelo déficit acumulado por todos os fundos de pensão, que no primeiro semestre alcançou R$ 46 bilhões, segundo a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), responsável pela regulamentação e fiscalização das entidades privadas de previdência complementar, nome oficial desses fundos.
Pelo menos dois fundos vinculados a estatais – o Postalis, dos empregados dos Correios, e a Funcef, dos funcionários da Caixa Econômica Federal – acumularam déficits atuariais superiores a 10% do patrimônio por três exercícios seguidos. Pelas regras que vigoraram até há pouco, esse quadro exigiria a execução de um programa de cobertura do rombo, com o aumento das contribuições da empresa patrocinadora e dos participantes do fundo. Há alguns meses, o Postalis iniciou um programa de ajuste, contestado na Justiça por participantes.
Mas o regulamento destinado a assegurar a solvência dos fundos foi abrandado por resolução aprovada no mês passado pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar, com a eliminação da regra de três anos consecutivos de déficit. A nova regra considera como limite para o déficit, em porcentagem, o prazo médio de pagamento dos benefícios (medido em anos), do qual são deduzidos quatro anos. Além disso, o plano de recuperação deverá cobrir apenas o que exceder o limite de tolerância.
Chamar o impeachment de golpe é trapaça criminosa do PT para cometer mais crimes
Já escrevi e reitero que acho mesmo uma pena que a presidente Dilma esteja sendo denunciada por crime de responsabilidade cometido na área fiscal. O ideal seria que estivesse respondendo pelos descalabros na Petrobras, que está sob o seu comando desde 2003. Mas, infelizmente, não é assim. Para arremate dos absurdos, o PT e esquerdas agregadas chamam o eventual impeachment de golpe. É claro que eles sabem ser uma mentira. Então por que o fazem? Resposta: estão querendo obter uma licença prévia para cometer novos crimes. Explico. Comecemos do óbvio: não pode ser golpe o que está previsto na Constituição e regulado por lei. Indague-se: Dilma transgrediu essa lei? Está demonstrado que sim. Ponto. Sigamos.
Ora, a possibilidade do impeachment está dada. Trata-se de um juízo principalmente político com base em evidências jurídicas. Ao contrario do que diz Edinho Silva, se a questão fosse só jurídica, Dilma teria apenas uma de duas coisas a fazer: procurar emprego ou viver de aposentadoria. Infelizmente, é a política que pode salvá-la. Que ela tenha transgredido vários dispositivos da Lei 1.079, bem, disso não se duvide: está demonstrado.
PMDB ataca governo do PT no Ceará
Eunício Oliveira também criticou o que classificou como falta de prioridade para as questões da seca e da geração de emprego e renda. Este ano, os encontros ocorreram nos municípios de Camocim, Quixadá, Sobral e Pacajus.
Entre os presentes neste sábado estavam o prefeito de Maracanaú; Firmo Camurça, o ex-prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa; o vice-prefeito de Fortaleza, Gaudêncio Lucena; além de lideranças políticas na Região Metropolitana. O pré-candidato à Prefeitura de Fortaleza, Marcelo Mendes, também esteve presente.
Procuradores deverão ser responsabilizados por ações que causem prejuízos, defende comissão de juristas

A ação de fiscais públicos que leve à interrupção de obras e serviços e depois mostre-se injustificada deverá receber sanções. Esse foi o ponto de vista do presidente da Comissão de Juristas da Desburocratização, Mauro Campbell, durante audiência realizada nesta-sexta-feira (4), com a participação do deputado estadual Ronaldo Santini (PTB-RS), que falou em nome da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).
Campbell deixou claro que uma das prioridades do anteprojeto que será apresentado pelo colegiado deverá ser a definição de critérios que valham para todo o país.
Para Santini, uma reclamação presente em todos os encontros da Unale é que a gestão pública estaria hoje de mãos atadas, causando prejuízos à sociedade na prestação de obras e serviços.
Segundo o deputado, a situação em que um procurador tem o poder monocrático de interromper uma política pública estaria sendo paradoxalmente um dos fatores que tem contribuído na má prestação em serviços. Ele citou o caso de uma obra realizada no porto de Rio Grande (RS).
— Eles entraram com ações todos os anos por superfaturamento, paravam as obras, e depois via-se que não tinha nada. A obra custou 15 vezes mais por causa desses atrasos inúteis — afirmou.
Dicas práticas para prevenir e combater a ansiedade de fim de ano

Ansiedade
"Com uma expressão bem variável, a ansiedade é marcada por preocupação excessiva, medo desproporcional e tensão antecipatória, associados a uma gama extensa de sintomas físicos", diz o neurologista Leandro Teles, da Academia Brasileira de Neurolobia. No fim de ano, isso pode se intensificar. "A aproximação do final do ano é um período de vulnerabilidade para muitas pessoas", explica. Veja dicas, apontadas pelo especialista, para combater a ansiedade de fim de ano.
Não se sobrecarregue
Muita gente acaba centralizando muito as coisas e tentando carregar o mundo nas costas antes que o ano termine, mas todo mundo tem um limite e é importante respeitar isso. "Evitar se comprometer com aquilo que não vai dar conta de fazer com qualidade evita o estresse físico e psíquico"
Gerencie seu tempo
Fazendo tudo rápido e ao mesmo tempo, perdemos a qualidade nas tarefas executadas e, assim, aumentamos a taxa de erros e frustração. Procure simplificar tudo ao máximo, priorize o que é importante, delegue atividades para as pessoas de sua confiança, antecipe tudo que for possível e evite perder tempo.
Organize-se
O cérebro ansioso traduz a expressão de um ambiente tumultuado e sem organização. Coloque no papel os afazeres importantes de final de ano, defina uma estratégia lógica e factível.
Foco no presente
"Ansiosos acabam vivendo em um mundo de expectativas e perdem o poder de execução e vivência do presente", diz. Direcione com mais frequência sua atenção para o momento vigente, para a situação em curso, para os problemas atuais. Sem dúvida, será um exercício interessante contra a ansiedade.
Aprenda a lidar com adversidade
Quer testar sua ansiedade? Coloque-se diante de uma adversidade. Alguém mais ansioso tende a amplificar a experiência, projetar com pessimismo desmedido e agir com rapidez e impulsividade, o que nem sempre é recomendado. A ansiedade torna os problemas urgentes, mesmo que a grande maioria deles não seja. Tente só tomar decisões após considerar todas as variáveis.

o estado de São Paulo.


