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PSDB cumpre seu papel

O que se espera de um partido de oposição é que esteja permanentemente disposto e preparado para, coerente com sua própria linha programática, posicionar-se claramente como contraponto aos detentores do poder. O que não impede, é claro, que, quando assim determinar o interesse nacional, eventualmente apoie o governo. Mas fazer oposição não é fácil. O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), por exemplo, desde que deixou o poder se tem debatido com grande dificuldade para sintonizar suas principais lideranças em torno de questões vitais, o que resulta frequentemente – talvez para evitar a exposição das contradições internas – em ambiguidades e omissões que acabaram custando aos tucanos a má reputação de estarem sempre em cima do muro. Estava mais do que na hora, portanto, de o PSDB se posicionar claramente sobre o tema mais relevante da pauta política: o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na quinta-feira passada, a direção do partido fechou questão a favor do afastamento da chefe do governo.

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A gravidade das pedaladas de DILMA

A presidente Dilma Rousseff aproveita qualquer oportunidade que surge para minimizar a gravidade das pedaladas fiscais. Na quarta-feira passada, durante cerimônia em Boa Vista (Roraima) de entrega de casas do programa Minha Casa, Minha Vida, a presidente voltou ao tema, tratando-o como se fosse uma questão formal. Em dilmês castiço, disse: “É por conta que nós fomos capazes de fazer o maior programa habitacional da história que nós hoje somos responsabilizados (...) é uma ação porque eles discordam da forma pela qual nós contabilizamos o gasto”.

Mais uma vez a presidente Dilma usava a retórica do conflito – “nós” contra “eles” – para desviar a atenção do que realmente está em jogo. Não está em julgamento uma opção política, e muito menos uma simples questão contábil – “a forma pela qual contabilizamos o gasto”. O que está em juízo é se Dilma cumpriu ou não a lei. Mas isso a presidente tem dificuldade de entender. Em Roraima, chegou a dizer que “não há nenhum delito, nenhum crime apontado contra nós”.

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PSDB: base do impeachment é a 'voz de milhões de brasileiros'

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Partido presidido pelo senador Aécio Neves (MG) disse em nota à imprensa nesta tarde que a base do impeachment "não está um partido político, mas a voz de milhões de brasileiros"; declaração foi em resposta à fala da presidente Dilma Rousseff, que afirmou a jornalistas que a base do impeachment "é e sempre foi" o PSDB; apoiador do golpe contra a democracia, o partido tucano destaca o fato do jurista Hélio Bicudo, um dos autores do pedido de impeachment, ser um dos fundadores do PT e diz que o pedido – "ao contrário do que o PT fez no passado, ao propor o impeachment dos ex-presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso" - tem fundamento. PORTAL 247

Com apoio de FHC, PSDB fecha posição pelo impeachment da presidente Dilma

Integrantes da cúpula do PSDB fecharam na noite desta quinta-feira posição a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Até aqui, algumas das principais lideranças da legenda vinham demonstrando falta de sintonia em torno do tema. O encontro realizado em Brasília contou com a participação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, dos seis governadores da legenda e lideranças do partido da Câmara e do Senado.

"São suficientes pelo seguinte: o impeachment, como foi dito pelo vice-presidente Michel Temer em seu livro a respeito do assunto, e outros juristas e os que subscrevem o pedido também, é um processo jurídico-político. Obviamente, você desrespeitar reiteradamente a Lei de Responsabilidade Fiscal, tendo em vista benefícios eleitorais, é uma razão consistente", afirmou Fernando Henrique.

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A grande obra de Dilma

Depois de garantir o pior desempenho da economia desde 1990, quando o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 4,35%, a presidente Dilma Rousseff adiciona mais uma grande marca a seu currículo, produzindo a maior inflação em 12 anos. Em novembro de 2002, a taxa acumulada em 12 meses chegou a 11,02%, como consequência de uma campanha eleitoral conturbada, muita especulação, fuga de capitais e enorme pressão sobre o câmbio. No mês seguinte, a alta de preços arrefeceu e o número final foi de 9,30%. Apesar de tudo, naquele ano a produção cresceu 2,66%. O contraste em relação ao ritmo da atividade é inegável. Quando sair o balanço econômico de 2015, ninguém se surpreenderá se o PIB tiver diminuído 3,50% ou até mais. O desastre geral já aconteceu. Nos 12 meses terminados em novembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou 10,48%, e o resultado final do ano, tudo indica, permanecerá em dois dígitos. Basta uma taxa de 0,40% em dezembro para se alcançar 10% em 2015.

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Dilma inventa um vírus, um ovo que pica, uma doença, um caos…

Vivemos em tempos de múltiplas barbáries — inclusive a do discurso. No sábado, em Recife, a presidente Dilma lançou, com 13 anos de atraso — refiro-me ao período em que o PT está no poder — um programa de combate ao Aedes aegypti, o mosquito que transmite os vírus da dengue e da chikungunya e o Zika vírus, que, tudo indica, está ligado ao surto de casos de microcefalia que se espalha especialmente pelo Nordeste, particularmente grave em Recife.

Não existe coisa fácil com Dilma Rousseff. Se alguém pedir que ela declame “Batatinha quando nasce”, fiquem certos de que a operação vai se perder em algum abismo da sintaxe. Não duvidem de que ela é capaz de se perder nos desvãos do ritmo, o que lhe dará tempo de fazer uma pausa para refletir em voz alta: “Mas o que é a batatinha?”.

Foi assim que ela já nos premiou com o lirismo da mandioca, que nunca mais será a mesma depois daquela reflexão.

Muito bem! No sábado, ela resolveu dar uma aula de Zika vírus. O vídeo segue abaixo. O trecho que transcrevo depois dele está entre 8min42s e 8min56s.

 

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Leiam o que disse a presidente: “Porque o mosquito transmite essa doença porque ele coloca um ovo. Esse ovo tem o vírus que vai transmitir a doença”

Entenderam? Dilma inventou o ovo que pica!!! Dilma inventou o ovo que voa! Alguém passou a esta senhora um briefing informando que o mosquito, macho ou fêmea, se alimenta de néctar. Mas a fêmea tem uma dieta adicional: sangue, necessário à maturação dos ovos.

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