‘A guerra às drogas é uma guerra às pessoas’, diz especialista em segurança pública
RIO - Acostumada a lidar com informações técnicas em sua trajetória como especialista em segurança pública e política de drogas, Ilona Szabó recorreu a cinco personagens — baseados em pessoas reais — para ampliar o debate sobre o tema ao grande público. Lançado neste mês, “Drogas: as histórias que não te contaram” (ed. Zahar) tem nestas histórias, entrelaçadas, a representação de todo o ciclo de circulação das drogas, passando pela produção, transporte e consumo. O livro tem extensão em um site, que traz um quiz e terá até material para aulas sobre as drogas.
A hora é agora - Marco Antonio Villa
O Brasil vive a crise institucional mais grave da história. Os últimos ataques entre os membros dos três Poderes chegou ao limite do tolerável – mesmo para uma República imperfeita como a brasileira. Não há na história nacional nenhum momento em que as instituições foram tão desmoralizadas como agora. A elite dirigente está na ofensiva E contra os interesses nacionais.
Paciência tem limite - Rodrigo Constantino
Há quase uma década, participei de um famoso “debate” com Ciro Gomes, no qual ele, de forma deselegante, interrompia constantemente meu raciocínio e, lançando mão de sofismas, afirmava ser difícil encontrar “um bilhão” para cortar no gigantesco gasto público. E pensar que esse mesmo Ciro quer ser presidente em 2018…
E se TSE cassa chapa Dilma-Temer? REINALDO AZEVEDO
Embora eu já tenha escrito bastante a respeito e muito se tenha repetido por aí, persistem as perguntas sobre o que pode acontecer se o TSE resolver mesmo cassar a chapa por inteiro. Bem, meus caros, o Parágrafo 1º do Artigo 81 da Constituição define o que tem de ser feito: “Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei.”
Mudança em terceirizações favorece politicagem
Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (25), pelo jornalista Érico Firmo: A mudança nas regras de terceirizações amplia horizontes para empresas e dá mais segurança jurídica a elas, enquanto retira garantias dos trabalhadores. Essa ampliação de assimetria não é boa para o conjunto da economia, mesmo numa lógica de mercado. Mesmo na concepção dos liberalismos utópicos que ganham corpo no Brasil. Mas, o problema vai além. O que a Câmara dos Deputados aprovou abre a brecha para ampliar o uso político dos cargos públicos, para o favorecimento em contratos e para o compadrio de forma geral.
Conceder prisão domiciliar a mães não é coisa vã, mas diretriz a implementar
Conceder prisão domiciliar a mães não é coisa vã, mas diretriz a implementar
| Robson Ventura/Folhapress | ||
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| "A questão não deveria ser tratada como privilégio" |
Na liminar que suspendeu o decreto judicial concedendo prisão domiciliar para Adriana Ancelmo (casada com o ex-governador Sérgio Cabral) o desembargador do TRF sediado no Rio de Janeiro usa estranho argumento: a decisão criava "expectativas vãs ou indesejáveis" para outras mulheres presas. O que cria a "expectativa", na verdade, é a lei editada em março de 2016, que dispõe sobre "políticas públicas para a primeira infância" e modificou o Código de Processo Penal para estimular magistrados à substituição da prisão preventiva pela domiciliar para a "mulher com filho de até 12 anos de idade incompletos".


