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Ministros do TCU passam até um terço do ano viajando com dinheiro público

Aroldo Cedraz preside o Tribunal de Contas da União.
Doze dias em Paris e Lisboa com com tudo pago. Dez dias na Austrália, sem custo nenhum. Dois meses inteiros nos Estados Unidos pra fazer um curso pago com dinheiro público. Esses são só alguns exemplos de viagens recentes dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU). A informação é da Rede CBN.
Em 2017, o campeão de viagens é o ministro Aroldo Cedraz. Em seis meses, foram 61 dias viajando, 56 deles no exterior. Onze dias nas Bahamas, 17 em Lisboa, 13 em Viena, 12 em Amsterdã e quatro em Bogotá. Foram mais de R$ 72 mil em diárias e passagens bancadas com dinheiro público.
Tudo começa por acabar com a mentira
FERNÃO LARA MESQUITA*, O Estado de S.Paulo
15 Agosto 2017 | 03h00
“Eleitor”, ao lado de “Brasil”, é a palavra que menos se ouve no reality show teratológico de Brasília, com suas câmeras abertas e seus gravadores ocultos porque o eleitorado brasileiro está preso num cercadinho. Não precisa ser capturado.
Que Bolsonaro e Gleisi olhem Charlottesville: o ódio não precisa ser majoritário para matar
Querem saber? É grande a possibilidade de Donald Trump ter ficado sabendo agora que existiu um tal general Robert Lee. E creio mesmo estar fora do seu registro a determinação de alguém de matar ou morrer por alguma causa. Talvez seja sua única qualidade intelectual… Lembram-se de Gary Johnson, o candidato dito libertário, quando lhe fizeram uma pergunta sobre o massacre da população civil de Aleppo, na Síria? Indagou: “Mas o que é Aleppo?”. Trump já perguntou “o que é Aleppo?” algumas dezenas de vezes desde que é presidente: e o fez na economia, na política interna, na política externa, no comércio internacional…
Em 2018, limite de despesa para cada presidenciável será de R$ 150 milhões
O Congresso votará limites de gastos para os candidatos às eleições de 2018, a serem financiadas com verbas públicas. Projeto de lei que complementa a reforma política prevê que cada candidato à Presidência da República poderá gastar no máximo R$ 150 milhões em sua campanha. Se houver segundo turno, os contendores terão direito a despender um valor adicional de até R$ 75 milhões, elevando o teto de cada campanha finalista para R$ 225 milhões.
A cifra é inferior aos valores declarados ao Tribunal Superior Eleitoral por Dilma Rousseff na sucessão de 2014. Mas é praticamente igual ao montante formalmente declarado por Aécio Neves, o tucano que perdeu a disputa no segundo turno para a ex-presidente petista. Noves fora o caixa dois, o comitê de campanha de Dilma contabilizou gastos de R$ 350,5 milhões. O de Aécio Neves, R$ 223,4 milhões. Os gastos foram bancados por empresas privadas.
Transferência de açudes é ilegal, alerta Dnocs

Iguatu. Os açudes federais que irão receber águas da Transposição do Rio São Francisco deverão ser administrados pelos Estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Pelo menos é o que prevê termo de compromisso firmado pelo Ministério da Integração Nacional com os respectivos governos estaduais. São 18 reservatórios que deixarão de ser administrados pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), que contesta a decisão.
De acordo com o termo de compromisso firmado pelo Ministério da Integração Nacional, a operação e manutenção integral dos reservatórios seria delegada aos quatro estados nordestinos. O Dnocs alega ilegalidade no ato de cessão administrativa dos reservatórios e contesta a decisão da pasta.
Somente no Ceará, sete açudes sairiam da gestão do Dnocs: Orós, Castanhão, Banabuiú, Atalho, Lima Campos, Quixabinha e Prazeres. A decisão ministerial foi tema de reunião promovida pelo Ministério Público Federal no Ceará (MPF/CE), na última semana, com o diretor geral do Dnocs, Ângelo Guerra, e o procurador, Francisco Arlem de Queiroz Souza.



