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Os custos da criminalidade

O Estado de S.Paulo

30 Agosto 2017 | 03h00

Além de intranquilizar a população e mantê-la sob permanente ameaça, o aumento da criminalidade no Rio de Janeiro impõe custos crescentes à atividade econômica e já inviabiliza empreendimentos legalmente constituídos. A ação dos bandidos – que cada vez mais se aproveitam da fragilidade operacional do sistema estadual de segurança pública decorrente de corrupção e incapacidade administrativa em diferentes áreas – não afugenta apenas turistas. O rápido crescimento do número de roubos de caminhões de carga, que ocorrem à média de um por hora, fez muitas transportadoras rejeitarem pedidos de entrega de mercadorias no Estado e elevou o preço do frete em até 35% nos últimos 12 meses, como mostrou reportagem do Estado.

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O festival de privilégios em castas do Estado

Um saudável desdobramento da crise têm sido pesquisas sobre vantagens que segmentos privilegiados da burocracia da União usufruem — uma festa com o dinheiro do contribuinte que também se reproduz em estados e municípios. A grave crise fiscal instalada a partir do governo lulopetista de Dilma Rousseff força um ajuste que passa, por necessário, pela revisão dos grandes itens da despesa pública.

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À espera de Janot

No papel, o governo Michel Temer (PMDB) promoveu uma reforma administrativa com expressivo corte do número de cargos de livre nomeação, moeda corrente de barganhas com o Congresso. Na prática cotidiana, constata-se agora com clareza, pouco mudou.

De absurdos 22,9 mil ao final de 2014, os postos do tipo DAS (Direção e Assessoramento Superior) ocupados no Executivo caíram a ainda excessivos 11,4 mil hoje. Parte das vagas foi extinta; a maioria mudou de nome e foi reservada a servidores de carreira.

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Crianças em vulnerabilidade têm menos acesso à água potável, diz Unicef

Mais de 35 milhões de brasileiros não têm acesso ao serviço básico de abastecimento de água (Foto: Igor de Melo, em 01/04/2011)

Na Semana Mundial da Água, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou nesta terça-feira, 29, um alerta para o fato de que as crianças que vivem em situações de vulnerabilidade têm quatro vezes mais probabilidades de não ter acesso à água potável do que as populações em situações não-frágeis. Os dados são de um estudo recente do Unicef e da Organização Mundial de Saúde.

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A desfaçatez de Dilma

O Estado de S. Paulo

28 Agosto 2017 | 03h00

A cada manifestação pública da presidente cassada Dilma Rousseff – e elas são cada vez mais frequentes –, a maioria da população que apoiou o seu impeachment, consumado pelo Senado há quase um ano, é tomada por um misto de realização e alívio por não ver mais o destino do País entregue às mãos ineptas de alguém capaz de tanta confusão, tantos erros e tanta dissimulação.

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A vírgula entre o sujeito e o verbo e o verbo sem sujeito da direita

Pois é… Agora ninguém assume aquela vírgula espantosa entre um sujeito chamado “Rio” e seu verbo, o “está”, na faixa em que OZARTISTA, juízes e intelectuais asseveram: “BRETAS O Rio, está com você”. OZARTISTA dizem que é coisa do movimento “Vem pra Rua”. O “Vem Pra Rua” diz que o troço já estava por lá. A coordenadora do grupo no Rio, diga-se, deixa claro que seus liderados têm ideias muito próprias sobre a formação do plural. Segundo Adriana Balthazar, a faixa que a sua turma havia levado tinha a seguinte inscrição: “Precisamos de mais Moros e Bretas e menos Toffolis e Gilmars”.

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