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Desacatos em série - ISTOÉ

Declarações investidas de uma audácia ímpar proferidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo ex-m  Ciro Gomes, repletas de ofensas e críticas pesadas aos coordenadores da Operação Lava Jato, colocam os dois pretensos candidatos a presidente da República em 2018 na rota de colisão com o ordenamento jurídico. O tom raivoso de Lula, que chamou um procurador de “moleque”, pode ser enquadrado, no mínimo, como um crime de injúria. O despautério de Ciro, que afirmou receber “na bala (sic)” as pessoas porventura enviadas pelo juiz Sergio Moro para prendê-lo, configura uma ameaça gravíssima. Num passado não muito distante, declarações como essas levariam os dois a serem responsabilizados por desacato à autoridade. Se fossem cidadãos comuns, poderiam ser presos por isso.

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Renan vai rompendo com Temer em conta-gotas

Renan Calheiros inventou uma modalidade sui generis de rompimento político. O senador se afasta do governo do correligionário Michel Temer em ritmo de conta-gotas. Pinga sua insatisfação nas redes sociais. Nesta quinta-feira (30), deixoi cair uma gota mais caudalosa. Num vídeo curto, desancou as penúltimas medidas anunciadas pelo ministro Henrique Meirelles (Fazenda), para cobrir o rombo extraordinário de R$ 58 bilhões que se abriu ao lado da cratera ordinária de R$ 139 bilhões.

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Brasil e o lobo - O ESTADO DE SP

Nem a imprensa nem a polícia, sozinhas. O problema é quando as duas deixam de lado a função de controlar uma à outra para caírem numa espiral de mútua manipulação que anaboliza perigosamente a força de ambas e só pode resultar em catástrofes como a da “Carne Fraca”.

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Verdades enredadas (uma indústria bilionária)

Porque era sábado de manhã, porque o céu era azul e porque não fazia calor, o morador do Itaim Bibi, em São Paulo, tomou a resolução de sair a pé e comprar um CD para dar de presente a uma amiga que gosta de música. Mas... onde comprar? Ele foi ao Google. Na velocidade da luz, dois endereços se ofereceram na tela. O intrépido habitante do Itaim viu que as lojas ficavam bem perto do seu apartamento e pôs os pés à obra.

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Projeto permite terceirização irrestrita apenas no trabalho temporário

A recente aprovação do Projeto de Lei (PL) 4.302/98 pela Câmara dos Deputados tem gerado acirrado debate entre os defensores e os opositores da “terceirização”. Enquanto aqueles defendem que a regulamentação da matéria acarretará maior segurança jurídica nas relações de trabalho, o aumento da produtividade empresarial e o incentivo a mais contratações de trabalhadores; esses últimos ponderam que a referida proposição normativa trará gravíssimas consequências em detrimento da classe trabalhadora, como por exemplo a redução/precarização dos direitos trabalhistas, a consequente redução salarial e um maior número de acidentes/doenças ocupacionais, em virtude do menor investimento em medidas de saúde e segurança do trabalho.

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