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A força do populismo golpista - O ESTADO DE SP

Dois golpes, em poucos dias, um na Venezuela e outro no Paraguai, mostram que o populismo ainda tem força na América Latina, apesar dos reveses sofridos, principalmente na Argentina e no Brasil, aqui com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a acachapante derrota do PT nas últimas eleições municipais. Na Venezuela, as forças populistas agiram para manter no poder o chavismo, já sem disfarce “democrático”, e no Paraguai para facilitar a volta ao poder do ex-presidente Fernando Lugo.

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Vão terceirizar a vida? - FLÁVIO TAVARES

A terceirização do contrato de trabalho – panaceia para uns, monstruosidade para outros – não é mera reforma da legislação laboral. Vai além: altera de tal forma a filosofia e a concepção do que seja o trabalho em si que pode virar resíduo medieval em plena modernidade do século 21. Lástima é que o debate se baseie em pequenos interesses de parte a parte, sem análise do significado profundo.

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Um país de São Tomés - BOLÍVAR LAMOUNIER

Acreditar ou não acreditar que uma coisa exista é uma questão de grau. São Tomé era um moderado: vendo, acreditava. Radical era a operária imortalizada por Noel Rosa no samba Três apitos, que no inverno ia sem meias para o trabalho, não fazia fé com agasalho e nem no frio acreditava.

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Sem hesitação - o estado de sp

Políticos, é claro, são movidos a voto, razão pela qual trabalham sempre tendo em vista a ampliação de seu capital eleitoral e evitam, tanto quanto possível, situações que erodam sua popularidade. Mas há circunstâncias excepcionais, como esta crise que tumultua o País, em que fica bem claro quem são os politiqueiros – aqueles que não se importam com o País e se empenham somente em proteger seu capital eleitoral – e quem são os líderes políticos de verdade, aqueles que honram seu ofício ao ter coragem de contrariar a opinião pública e demonstrar à sociedade quais devem ser as prioridades neste grave momento.

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Pior seca em 73 anos traz fome e faz população dividir água com animais

AGUA NA BAHIA

Da porta de casa, um cenário desolador. O olhar atento de seu Antônio Ferreira do Sá se perde no horizonte em meio a um sentimento de angústia quando se percebe que o verde que dá vida à natureza a seu redor vai aos poucos desaparecendo, sendo devastado pela seca. De um lado, o solo árido não permite que as plantações vinguem; de outro, animais debilitados por fome e sede se reduzem a carcaças expostas aos urubus. É nesse contexto que o homem do campo de 70 anos, hoje um dos mais de 4,1 milhões afetados pela estiagem prolongada que assola a Bahia há cinco anos, tenta tocar a "vida pra lá de difícil", como ele mesmo diz.

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