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Convulsão petista - ISTOÉ

O PT entrou em estado de desespero. Com os principais líderes do partido na prisão – entre eles, os outrora todo-poderosos ex-ministros José Dirceu e Antônio Palocci –, o partido encontra dificuldades para sair das cordas com a Lava Jato cada vez mais em seus calcanhares. A busca desenfreada por um nome capaz de presidir a sigla até 2018 dá a exata de dimensão do nível da insanidade petista. Primeiro, tentou-se Luiz Inácio Lula da Silva. Mas o ex-presidente capitulou. Réu em cinco ações com condenações em primeira instância batendo à porta, Lula prefere dedica-se a salvar a própria pele.

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Perguntas da rua - FERNANDO GABEIRA

Numa entrevista de TV com a escritora norte-americana Sarah Chayes, estudiosa da corrupção e autora do livro 'Ladrões do Estado', o repórter Luis Fernando Silva Pinto perguntou mais ou menos assim: “Uma sociedade tão atingida pela corrupção tem condições de superar isso?”. Chayes respondeu que eram muito poucos os casos de sucesso. Mencionou o Peru, que depois de Fujimori se recuperou, assim mesmo de forma modesta. De fato, houve uma recuperação no Peru, apesar de a Odebrecht ter envolvido ao menos um ex-presidente nas teias da corrupção, Alejandro Toledo. A pergunta que se faz nas ruas é mais simples, mas vai na mesma direção do repórter: o Brasil tem jeito?

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Brasil tem 19 cidades em ranking de ONG com as 50 mais violentas do mundo

NATAL A MAIS VIOLENTA

O Brasil foi o país com o maior número de cidades entre as 50 mais violentas do mundo em 2016, segundo a lista divulgada nesta quinta-feira (07/04) pela ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal. O país possui 19 municípios no ranking. "Das 50 cidades da lista, 19 estão no Brasil, oito no México, sete na Venezuela, quatro nos Estados Unidos, quatro na Colômbia, três na África do Sul, duas em Honduras, uma em El Salvador, uma na Guatemala e uma na Jamaica", afirmou a ONG.

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Wanderléa puxa nova fase que revisita da 'apedrejada' Jovem Guarda

 Wanderléa

Alienados, superficiais, infantis, acéfalos, donos de uma capacidade ímpar de hipnotizar as massas com truques, gestos e canções ingênuas que desviavam o foco do combate contra os militares para o comércio milionário de uma inconveniente felicidade juvenil. Quem eram eles?, perguntavam Elis Regina, Geraldo Vandré, Edu Lobo, Gilberto Gil, MPB 4, Ronaldo Bôscoli, os críticos e os jovens universitários. Como se atreviam a tomar de assalto os espaços mais nobres da TV, do rádio e dos jornais em tempos de guerra? O que é que, afinal, havia nessa tal de Jovem Guarda?

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Novo movimento pressiona por reforma

Com a reforma da Previdência chegando na reta final, os grupos que se contrapõem às mudanças, até agora hegemônicos, deverão enfrentar resistências daqui para a frente. Na semana passada, foi lançado um novo movimento favorável à mudança, batizado de “Apoie a reforma”, cujo objetivo é esclarecer a população sobre a questão e pressionar os parlamentares a aprovarem a medida. “A voz das pessoas que são favoráveis à reforma não reverbera no Congresso”, diz Luiz Felipe d’Avila, articulador do movimento e presidente do Centro de Liderança Pública, uma organização voltada para a formação de líderes governamentais. “Hoje, o foco da comunicação tem de ser em cima dos parlamentares.”

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'Temos de esclarecer os mitos e lendas da reforma da Previdência'

Foto: Werther Santana/Estadãoctv-ljn-luiz-felipe-davila

O cientista político Luiz Felipe d’Avila, presidente do Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização voltada para a formação de líderes governamentais, resolveu organizar uma “tropa de choque” digital para apoiar a reforma da Previdência. Preocupado com o barulho provocado pelos sindicatos e grupos de interesse contrários à reforma e o impacto negativo que uma eventual rejeição da proposta teria para o País, ele lançou na semana passada o movimento “Apoie a reforma”. Trata-se de um site destinado a esclarecer a população sobre a questão e a pressionar os parlamentares em Brasília a aprovar a medida.

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