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Planalto desconfia que gravação de Joesley foi editada e envia áudio de Temer a peritos

Rebobine, por favor O Planalto decidiu enviar a peritos a gravação feita pelo empresário Joesley Batista, da JBS, com o presidente Michel Temer. Auxiliares do peemedebista desconfiam que a conversa foi editada. Comprovada a existência de montagem nos áudios, o governo vai reforçar a tese de que Temer foi vítima de uma “conspiração”, como ele próprio disse a aliados inicialmente. O grampo foi feito por Joesley antes de ele e executivos de seu grupo fecharem acordo de delação com a Lava Jato.

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Temer não renuncia, foi renunciado pelos fatos

Vinte horas e quarenta minutos depois da divulgação da notícia segundo a qual sua voz soara numa conversa vadia gravada por um delator, Michel Temer veio à boca do palco nesta quinta-feira (18), para bradar, a plenos pulmões: “Não renunciarei. Repito: não renunciarei.” O presidente não se deu conta. Mas sua reação é a mais forte evidência de que ele já foi, por assim dizer, renunciado pelos fatos. Se a autodefesa de Temer revela alguma coisa é que ele se tornou um presidente indefensável.

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Nas mãos dos bandidos - O ESTADO DE SP

Que a corrupção corre solta nos superlotados presídios do País, onde os presos, bem armados e organizados, mandam e desmandam – e, divididos em facções rivais, se matam em massacres que se repetem cada vez com maior frequência –, é coisa mais do que sabida, e há muito tempo. Mas essa verdade fica ainda mais chocante quando exposta com os números colhidos durante varredura feita pelas Forças Armadas, mostrados em reportagem do jornal O Globo.

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‘Pra cima de mim?’ - O ESTADO DE SP

Os petistas, há muito tempo, especializaram-se em insultar a inteligência alheia, seja quando garantiam ser o baluarte da ética na política, enquanto seus dirigentes já tramavam o assalto ao erário assim que chegassem ao poder, seja ao louvar as “conquistas” dos governos de Lula da Silva e de Dilma Rousseff, no momento em que o País tenta a duras penas recolher o que restou da economia depois de estraçalhada pela dupla. Nos últimos tempos, os petistas levaram essa expertise a níveis inéditos para defender, contra carradas de evidências, a inocência de Lula da Silva e de Dilma Rousseff.

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Pelo choque de verdade no paraíso da mentira

*Fernão Lara Mesquita, O Estado de S.Paulo

18 Maio 2017 | 03h02

Nos primeiros dias do segundo ano do governo Temer e indo para o quarto de paralisia, o Brasil segue perdido nos falsos diagnósticos do mal que o acomete. A última vez que os fatos que a Lava Jato investiga foram avaliados no seu devido contexto foi nas sentenças do mensalão. Desde então, tanto a imprensa quanto o Ministério Público deixaram a conspiração pelo poder de lado, focaram nos indivíduos e têm tratado tudo como se a acumulação de dinheiro fosse o fim último de toda essa roubalheira.

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Para PGR, só desarticulação de caciques do PMDB, PT e PSDB encerra Lava Jato

A gravação do presidente Michel Teme dando aval para a compra do silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha e do doleiro Lúcio Funaro, faz parte de uma estratégia de trabalho da Procuradoria Geral da República. A linha dos procuradores é desarticular os caciques dos principais partidos do país: PMDB, PT e PSDB. Sem isso, afirmam, a Lava Jato não terá fim. Temer, de acordo com o jornal  "O Globo", foi gravado pelo empresário Joesley Batista. >> “Vai acabar todo mundo preso”, disse Joesley Batista no fim de abril / ÉPOCA

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