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Lula, refém da mentira - *Carlos Alberto Di Franco, O Estado de S.Paulo

O marketing político, azeitado com dinheiro roubado do povo, produziu uma fraude gigantesca: Lula da Silva. Não se trata de uma frase de efeito ou de uma reação emocional. É a conclusão inescapável da farta documentação produzida pela Operação Lava Jato. Lula poderia ter sido uma bela história. Não foi. Definitivamente. Como lembrou editorial do Estado, Lula entra nessa história sórdida “na condição de poderoso, e não de fraco e oprimido perseguido pelos malvados inimigos do povo. Lula está com a polícia em seus calcanhares não porque é um nordestino que nasceu na pobreza e subiu na vida. Lula está nessa triste situação porque deixou que o poder lhe subisse à cabeça, deslumbrou-se com a veneração da massa, com o protagonismo político e com a vassalagem interessada de políticos medíocres, intelectuais ingênuos ou vaidosos e, principalmente, com a bajulação de homens de negócio gananciosos”. 

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A honestidade de Dilma - O ESTADO DE SP

Dilma Rousseff foi um desastre na Presidência da República, em todos os sentidos. Embora houvesse suficientes provas dos crimes de responsabilidade que justificaram plenamente seu impeachment, o fato é que a petista foi afastada igualmente porque levou o País para o brejo. Restou à inepta administradora ao menos tentar salvar algumas linhas de sua biografia ao protestar inocência diante do mar de lama que engolfou seu governo. Para isso, Dilma passou a tratar como ofensa capital qualquer suspeita a respeito de sua honestidade, como se o País tivesse simplesmente que aceitar que a petista, por definição e natureza, jamais poderia ter participado ou se beneficiado pessoalmente dos crimes em série praticados por seu partido no coração de sua administração. No entanto, os depoimentos prestados pelos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, ainda que careçam de confirmação, são suficientes para pelo menos lançar alguma dúvida sobre a propalada honestidade de Dilma.

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GOLPE DE JANOT 3: Temer faz encontro virtuoso com líderes da base

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O ambiente em Brasília está tão carregado de uma pré-pauta — “Temer tem de cair” — que até os êxitos do governo são oferecidos à opinião pública como se fossem insucessos. É uma coisa impressionante! Já os micos pagos pela vermelhada, ah, bem, seriam eventos impressionantes! As esquerdas tentaram ir às ruas gritar “Fora Temer” neste domingo. Deu tudo errado. Um mico! Pela primeira vez, não as ouvimos gritar: “O povo não é bobo/Abaixo a Rede Globo”. Desta feita, a turma que a esquerda entende por “povo” — seus militantes — e a emissora querem a mesma coisa: a deposição de Temer. Logo… Mas sigamos.

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GOLPE DE JANOT 2: Bondades a bandidos têm de acabar; apuração não

O 247, que é a outra página viciada em mim, resolveu atuar, como de costume, na base do 171 e fazer estardalhaço com o que NÃO ESCREVO. Eles gostam é do meu nome. Rendo cliques. Mandam-me aqui um título dos valentes, em letras garrafais, como sempre, e em caixa alta: “PREOCUPADO COM O FUTURO DO PSDB E DE TEMER, REINALDO QUER ANULAR DELAÇÃO DA JBS”.

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GOLPE DE JANOT 1: Se Senado acatar suspensão de Aécio, que feche!

Aqui e ali se noticia, quase como se uma conspiração estivesse sendo denunciada, que setores do Senado pensam em resistir ao afastamento do senador Aécio Neves (PSDB) do mandato. Leio também que sua defesa pode recorrer ao Supremo. Vamos lá. Acho, sim, que Aécio deveria recorrer à Mesa do Senado contra o absurdo afastamento. Até porque inexiste prescrição constitucional para tanto. O monocrata Fachin tomou essa decisão com base exatamente em quê? “Ah, Reinaldo, mas um parlamentar já foi afastado antes do exercício do mandato: Eduardo Cunha! E o relator era Teori Zavascki”.

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Temer põe em dúvida atuação de Edson Fachin

Michel Temer cogita pedir a anulação de todo o processo em que é investigado no Supremo Tribunal Federal por suspeita de corrupção, obstrução de justiça e formação de organização criminosa. Alega que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, não teria legitimidade para atuar no caso, pois a empresa JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, é investigada não no escândalo da Petrobras, mas em outras cinco operações: Sépsis, Greenfield, Cui Bono, Carne Fraca e a Bullish.

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