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O Farol de Alexandria, o maior porto do mundo antigo

Os faróis sempre foram amigos dos navegantes, especialmente antigamente quando não havia a tecnologia hoje disponível. Era através deles que os navegadores  confirmavam sua posição no mar. Até hoje  são indispensáveis à navegação. O mais icônico, e primeiro,  é o Farol de Alexandria, considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo.

O Farol de Alexandria, imagem de ilustração do O Farol de Alexandria
O Farol de Alexandria (ilustração: revista galileu)

Segundo o wikipedia ” o Farol da Alexandria foi  construído pelo Reino Ptolomaico  entre 280 e 247 a.C. na cidade de Alexandria, pelo arquiteto grego Sóstrato de Cnido. Ele tinha entre 120 e 137 metros de altura e era uma das sete maravilhas do mundo antigo. Por muitos séculos foi uma das estruturas mais altas do mundo. Danificado por três terremotos  entre os anos de 956 e 1323, tornou-se uma ruína abandonada.

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Tentativas de blindagem pioram as maracutaias

No Brasil, a corrupção sempre foi full time. A apuração, um feriadão hipertrofiado. Nunca deixe para amanhã o que pode ser deixado hoje, eis a máxima que norteava as investigações. Na era pós-Lava Jato, surgiram rachaduras no sistema de blindagem de malfeitores. Desde então, visitas dos rapazes da Polícia Federal e ações do Ministério Público provocam chiadeira. Em época eleitoral, investigados julgam-se seres inimputáveis. E investigadores são tratados como usurpadores.

É grande a gritaria provocada pelas ações praticadas por procuradores e promotores contra o petista Fernando Haddad e os tucanos Geraldo Alckmin e Beto Richa. O ministro Gilmar Mendes farejou nas iniciativas um “abuso do poder de litigar”. Avalia que é preciso “colocar freios”. O ministro parece desconsiderar a hipótese de que o abuso possa ter ocorrido na efetivação da eventual delinquência. Prefere, desde logo, frear a apuração.

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Fundador do Facebook diz que 1 bilhão de perfis falsos foram removidos para impedir interferência eleitoral

Em nota publicada em seu perfil no Facebook, Mark Zuckerberg, fundador da rede social, disse que a empresa hoje foca em evitar interferências eleitorais por desinformação e contas falsas. Segundo ele, entre outubro e março deste ano, o Facebook removeu cerca de 1 bilhão de perfis fakes na rede social.

Zuckerberg mencionou que o Facebook removeu uma rede de 196 páginas administradas por 87 perfis falsos no Brasil, que estariam disseminando notícias mentirosas e desinformação.

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Funciona Assim: quais são as funções dos três poderes?

A divisão dos três poderes em Executivo, Legislativo e Judiciário foi definida pela Constituição de 1988. No vídeo acima, o G1 explica quais as funções de cada um deles.

Esse é o primeiro episódio da série Funciona Assim: Eleições 2018, que explicará também as principais responsabilidades dos cargos de presidente, governador, senador, deputados federal e estadual – e o que fazer para escolher os candidatos.

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Liberação de armas reduziria a criminalidade?

O Brasil é um dos países mais violentos do mundo. Neste ano de eleições, veremos diversas propostas para reverter esse quadro desesperador –entre elas, facilitar o acesso da população a armas de fogo. Alguns candidatos admitem flexibilizar o Estatuto do Desarmamento, que desde o final de 2003 restringe fortemente o porte legal de armas no país.

A teoria econômica aponta que há sim mecanismos pelos quais mais armas poderiam reduzir crime. Se há mais pessoas armadas na população, criminosos podem pensar duas vezes antes de atacar alguém. Mas para essa história fazer sentido é importante que a arma esteja escondida. Caso contrário, o meliante apenas escolhe atacar quem não tem arma.

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Carretas adaptadas ajudam a diminuir fila de espera por exames e cirurgias

Jaime Costa, Patrícia Coelho e Sylvia Maria / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

"A gente tinha uma África em São Paulo." Foi a partir dessa constatação, durante a visita a uma favela na zona leste de São Paulo, em 2000, que o endoscopista Roberto Kikawa, 48, decidiu que precisava fazer algo em benefício da saúde da população.

A inspiração para usar carretas veio do modelo do Sesi (Serviço Social da Indústria), criado para qualificação profissional. "Pensei que seria legal pegar aquelas carretas-cozinha e transformá-las em carretas médicas", afirmou Kikawa. Com essa ideia na cabeça, o médico começou em 2006 o processo de captação de recursos para a construção de um protótipo.

O projeto foi recebido com ceticismo pelos potenciais investidores, pois havia dúvidas sobre as viabilidades técnica e financeira. O médico apostou, então, em uma solução bem pessoal: usou sua rede de contatos com fornecedores de equipamentos hospitalares, pediu doações e colocou dinheiro próprio.

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