Colapso dos rios brasileiros: mortos ou na UTI (2)
João Lara Mesquita / O ESTADO DE SP
Esta matéria tem o objetivo de comentar a sorte dos maiores RIOS QUE DESÁGUAM NA COSTA BRASILEIRA. Cem por cento deles estão contaminados por poluição, e 99%, completamente assoreados, já não se prestam à navegação. Outro problema dramático é a falta de educação da população. Das classes mais abastadas, portanto em condições de se informar, às mais baixas, quase todos jogam lixo nas ruas, riachos, rios, ou espaços públicos como praias. O resultado é assustador, réquiem para os rios brasileiros.
Ainda o problema dos lixões
O Estado de S.Paulo
16 Outubro 2018 | 03h00
A questão do fim dos lixões - um dos pontos importantes da Lei 12.505, de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos - continua a se arrastar. E o número de lixões só faz crescer. O prazo de 2014 não foi respeitado e um novo, fixado para 2021 por projeto de lei já aprovado pelo Senado, depende agora de aprovação da Câmara e, se isso ocorrer, da sanção do presidente da República. Embora tudo indique que o novo prazo será oficializado, nada garante, a julgar pelo histórico da questão, que dessa vez o prazo será respeitado.
Após 90 dias, Funceme volta a registrar chuvas acima de 90 milímetros no Ceará
Uma chuva de 94 milímetros foi registrada, na noite desta segunda-feira (15), em Ararendá, município localizado na macrorregião de Ibiapaba, oeste do Ceará, conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Última vez que a Funceme registrou precipitações de 94 milímetros foi no dia 10 de julho no município de Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Centrão avalia mudar nome para evitar pecha de fisiológico
Coluna do Estadão
15 Outubro 2018 | 05h30
O encolhimento do Centrão (PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade), que perdeu 22 deputados federais na eleição, tem forçado caciques do grupo a repensarem a formação do bloco que apoiou Geraldo Alckmin no 1.º turno. A avaliação é de que o eleitorado encarou a aliança como um agrupamento de tudo o que há de pior na política. Apesar disso, não vai se separar. A nova estratégia será descartar o nome “Centrão” e agir nos bastidores para tentar reconduzir Rodrigo Maia à presidência da Câmara, mantendo força política no Parlamento.
É verdade esse ‘bilete’
Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo
O PT mudou de roupa do domingo para a segunda-feira. Saíram as camisetas “Lula livre” que Fernando Haddad vestiu no primeiro turno nas visitas a Curitiba ou nos caminhões de som pelo Nordeste e pela periferia e entrou o terno alinhado do candidato no Jornal Nacional.
Juntamente com a nova indumentária vieram acenos a um novo programa de governo, novos aliados, pacto contra fake news e até um elogio, vejam só, à social-democracia.
O próprio Lula, que comandou a campanha até domingo direto de Curitiba, por meio de cartas, orientações nas visitas à sede da PF e aparições na propaganda do PT, resolveu sair de cena. Liberou Haddad das visitas por ora
Segurança e desenvolvimento
Em anos recentes, a criminalidade e a violência no Brasil atingiram proporções nunca vistas. De acordo com o Atlas da Violência 2018 do Ministério da Saúde, em 2016 o país superou a marca de 62 mil mortes violentas intencionais.
Os brasileiros se tornaram reféns de uma realidade que já ceifou duas vezes mais vidas do que a guerra da Síria.
Um dos vetores mais importantes dessa equação é a brutal expansão do mercado ilegal. Ano após ano, as cidades do país vêm sendo inundadas por produtos piratas, falsificados e contrabandeados, cuja comercialização é uma das principais fontes de financiamento das facções criminosas que aterrorizam o país de norte a sul.


