O Brasil foi às ruas em junho de 2013
Gustavo Villela
O Brasil acordou. Convocados pelas redes sociais, os protestos de junho de 2013 levaram centenas de milhares de brasileiros às ruas e sacudiram a política do país. Sem o comando tradicional dos partidos políticos, no dia 17 de junho, as manifestações em nove capitais e 16 outras cidades mobilizaram quase 300 mil pessoas. Em meio a problemas de mobilidade urbana, a redução dos preços das passagens de ônibus era a principal bandeira das passeatas, que reuniram principalmente jovens, e o estopim de um novo movimento social que varreu o Brasil.
Não é política, é caso de polícia
O Estado de S.Paulo
25 Maio 2017 | 03h01
Mais uma vez, a oposição dita de esquerda evidencia o seu parco respeito pela democracia e pela ordem pública. Nos últimos dias, transformaram Brasília num campo de batalha, dentro e fora do Congresso. Ontem, hordas de manifestantes impuseram o caos na capital do País, fazendo necessário que o presidente Michel Temer, a pedido do presidente da Câmara dos Deputados, convocasse as Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem.
Forças Armadas dão gás para guerra feroz, mas decreto é constitucional
Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo
25 Maio 2017 | 01h28
O emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem, a chamada GLO, é previsto no artigo 142 da Constituição Federal exatamente para casos como os que aconteceram ontem no coração da capital do País: quando as forças de segurança não são capazes, sozinhas, de controlar situações graves de perturbação da ordem. O que o presidente da República, fosse ele João, Maria ou Michel Temer, poderia fazer diante de vândalos que se infiltraram na manifestação de centrais sindicais para quebrar, saquear e incendiar ministérios, com funcionários dentro? Poderia e deveria recorrer à Constituição.
'O rei está morto, mas não enterrado', argumenta cientista político
As cenas de depredação e conflito ocorridas durante manifestação contra o governo Michel Temer em Brasília podem recrudescer à medida que o presidente se mantenha no cargo. A avaliação é do cientista político Fernando Abrucio, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), para quem o clima de descontentamento e desrespeito ao poder tende a aumentar à medida que "o rei está morto, mas não enterrado".
Protesto em Brasília termina com depredação, 49 feridos e 8 detidos
O Estado de S.Paulo
24 Maio 2017 | 21h39
Atualizado 25 Maio 2017 | 00h45
BRASÍLIA - Organizado para pedir a renúncia do presidente Michel Temer e protestar contra as reformas da Previdência e trabalhista, o ato que desencadeou o uso das Forças Armadas em Brasília terminou com pessoas feridas, prédios depredados, pontos de ônibus destruídos, fogo ateado em banheiros químicos e manifestantes presos.
BNDES e Caixa perderam mais de R$ 3 bi com ações da JBS, informa Economatica
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal perderam juntas mais de R$ 3 bilhões com a queda das ações do frigorífico JBS, que tem como um dos sócios Joesley Batista, delator de denúncias contra o presidente Michel Temer. Os dois bancos públicos são os principais detentores de ações em circulação do frigorífico. O BNDES Participações possui 21,32% das ações ordinárias da JBS e a CEF, 4,92%.


