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'Rainha do Rádio', cantora Angela Maria morre aos 89 em São Paulo

Cristina Camargo / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

A cantora Angela Maria morreu na noite de sábado (29), por volta das 22h, após 34 dias internada no Hospital Sancta Maggiore, na Mooca, em São Paulo. Segundo informações de sua assessoria, ela não resistiu a uma infecção bacteriana. A artista, chamada de "Rainha do Rádio", tinha 89 anos e acabara de completar 70 de carreira. 

Nascida em Conceição de Macabu, distrito de Macaé (RJ), Abelim Maria da Cunha, seu nome de batismo, começou a cantar ainda muito jovem no coro de uma igreja batista no Estácio, tradicional bairro carioca. Filhos do pastor da igreja, ela e os irmãos cantavam nos cultos.

Angela costumava mostrar seu talento também na fábrica de lâmpadas em que trabalhava e, mesmo contra a vontade da família, começou a participar de programas de calouros em busca do sonho de sua vida: ser artista de rádio. 

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Os perigos da cláusula de renovação "automática" nos contratos de locação

É comum em muitos contratos a existência de cláusulas absolutamente genéricas de renovação automática, sem o estabelecimento de condições claras para sua renovação, para que as partes possam de forma objetiva declarar que pretendem realmente renovar o contrato. A um leitor desatento, pode parecer que, findo o período do contrato, outro se iniciaria automaticamente, mas não é bem assim.

Em geral, quando se trata de uma prestação de serviços, não há muito o que questionar, pois a eventual troca de prestadores de serviços, por mais inconveniente que seja, não chega a ser um transtorno incontornável.

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Só falta Haddad prometer embaixada na Venezuela para Gleisi

Depois de jogar para debaixo de um ônibus as ideias ruins do economista do PT Marcio Pochmann e de sinalizar que o espaço de Dilma Rousseff em seu governo seria o de senadora por Minas, só falta a Fernando Haddad prometer a Gleisi Hoffmann a embaixada do Brasil na Venezuela.

Se passar para o segundo turno, em breve o mais tucano dos petistas vai acabar na cama com a XP Investimentos. Desde já, Haddad procura evitar o mesmo destino da ex-presidente Dilma, de ter de fazer o contrário do que prometeu no pós eleição.

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Ao investigar corrupção, ministério acha fantasmas

Coluna do Estadão

20 Setembro 2018 | 05h30

 

Polícia Federal no dia da Operação Carne Fraca. Foto: Dida Sampaio/Estadão

 

Ao cruzar dados das catracas eletrônicas e dos relógios de ponto, o Ministério da Agricultura flagrou 40 servidores que só iam ao trabalho marcar presença e saíam em seguida. Todos são alvo de procedimentos administrativos. As denúncias começaram a chegar ao comando da pasta após ser criado um programa de compliance, para receber informações sobre ilícitos, num desdobramento da Operação Carne Fraca. Uma das prioridades desse programa é o Controle de Risco. A Carne Fraca revelou esquemas nas superintendências estaduais da pasta.

Ache o erro. A ideia do programa de compliance é mapear as áreas mais vulneráveis à corrupção. A primeira fase da Operação Carne Fraca, por exemplo, investigou frigoríficos que ofereciam propina a servidores por certificados de qualidade adulterados.

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Dilma tardia

CARLOS ANDREAZZA 

Nada me parecia mais exótico nesta excêntrica corrida eleitoral do que a absoluta ausência, do que a inexploração, do maior trauma político do Brasil recente: Dilma Rousseff — entre os mais doridos baques da história eleitoral brasileira. Uma obviedade. No entanto, até semana passada era como se Dilma — a tragédia Dilma, ativo potencial poderoso na mão dos adversários — jamais houvesse existido.

 

Por quê?

 

Para muitos, dirá em breve o povo de Minas Gerais, a ex-presidente teria sofrido suficientemente, pagado já sua conta, com o processo de impeachment; e então se tornado café com leite, poupada de ter exposto o conjunto de crimes e incompetências que caracterizou sua presidência, e aparentemente desejada até para o Senado. Eis uma hipótese. Essa, contudo, seria uma história relativa ao eleitorado. Mas: e os adversários?

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Colapso dos rios brasileiros: mortos ou na UTI

Colapso dos rios brasileiros: poluídos e maltratados

Colapso dos rios brasileiros: rios e corpos d’água que deságuam na costa:

Esta matéria  tem o objetivo de  comentar sobre a sorte dos maiores RIOS QUE DESÁGUAM NA COSTA BRASILEIRA. Cem por cento deles estão contaminados por poluição, e 99%, completamente assoreados, já não se prestam à navegação.  O outro problema dramático é a falta de educação da população. Das classes mais abastadas, portanto em condições de se informar, às mais baixas, quase todos jogam lixo nas ruas, riachos, rios, ou espaços públicos como praias. O resultado é assustador,  réquiem para os rios brasileiros.

Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul não tem grandes rios, apenas arroios.

imagem de arroio na praia do Cassino

O grande corpo d’água do estado é o lago Guaíba. E o Guaíba deságua na Laguna dos Patos que, por sua vez, despeja suas águas no mar, portanto entra na lista. Com bons e maus exemplos.

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