A liberdade de informação
O Estado de S.Paulo
27 Outubro 2018 | 03h00
Tem havido, nos últimos anos, um grande debate sobre os efeitos políticos e sociais da difusão, por meio das redes sociais, das fake news. A discussão ganhou intensidade com a eleição do presidente Donald Trump, em novembro de 2016. No caso, as atenções estiveram voltadas para o Facebook, o que depois levaria a empresa a alterar o modo como apresenta os diferentes conteúdos na timeline de cada usuário.
No Brasil, as fake news não são propriamente uma novidade. Nas campanhas eleitorais, sempre houve a difusão de notícias falsas. Por exemplo, em várias eleições presidenciais, o PT afirmou que, caso o PSDB saísse vencedor das urnas, o candidato tucano iria acabar com o programa Bolsa Família. Nesta eleição, a questão das fake news voltou à tona, com discussões voltadas mais especificamente para o compartilhamento de notícias por meio do aplicativo WhatsApp.
Conciliação política é a nova prioridade naciona
Num instante em que o Brasil vive um triste momento —a disputa presidencial entre o candidato ungido pelo padrinho-presidiário e uma chapa puro-sangue militar— vale à pena recordar uma das melhores passagens da história republicana: a conciliação política conduzida por Tancredo Neves. Há 33 anos, o país estava em ruínas. O governo, sem rumo. A mobilização pelas eleições diretas atolara no Congresso, abrindo um fosso entre a rua e o aparato de uma ditadura em fim de linha.
Ciro Gomes chega a Fortaleza, mas não fala com a imprensa
O candidato derrotado à Presidência Ciro Gomes (PDT) chegou nesta sexta (26) em Fortaleza depois de temporada na Europa após a eleição.
Na chegada, ele não falou com a imprensa nem fez declarações.
Segundo a direção do PDT do Ceará, ficou inviável ele falar pela quantidade de gente, estimada em 400 pessoas.
| Jarbas Oliveira | ||
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| Ciro Gomes (PDT) volta a Fortaleza depois de viagem à Europa / folha DE SP |
TCE fará mapeamento de obras paralisadas no Ceará
Projetos inadequados, falta de planejamento, sobrepreço e abandono da empresa licitada para a execução são algumas das razões de paralisações de obras no Ceará, de acordo com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Edilberto Pontes. "Precisamos, além de identificar os casos, fazer um diagnóstico preciso do que ocorreu com a obra, especificando tipologia da paralisação", explica.
A fim de "destravar" obras em todo o País, foi criado um comitê para realizar um pente fino nas obras nesta situação, tendo como foco áreas de infraestrutura, educação, saúde e segurança pública.
Sertanejos buscam alternativas para sobreviver à seca em Alagoas
Por Yasmin Pontual e Isabella Padilha, TV Gazeta
No Sertão de Alagoas, falta de tudo, inclusive água para as atividades mais básicas do dia a dia. Por isso, os sertanejos têm adotado medidas extremas para enfrentar uma das piores secas da história: a plantação é regada com a água reaproveitada da lavagem das roupas e os animais estão bebendo da água salgada que restou nos açudes da região.
Maria de Lourdes já não se lembra da última vez que choveu na zona rural de Jaramataia, um dos 38 municípios alagoanos em situação de emergência por causa da seca. Água potável só por meio da Operação Carro-Pipa, do Exército, que passa duas vezes por mês no Povoado Tião, onde Lourdes e outras sete famílias dividem uma cisterna comunitária.



