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A República dos compadres - *José Nêumanne, O Estado de S.Paulo

Em nossa capital dos convescotes, onde os três Poderes da República confraternizam nos fins de semana e passam os dias úteis conspirando para salvar a própria pele e esfolar a Nação, a máfia dos compadritos – malfeitores portenhos na ficção genial de Jorge Luis Borges – se esfalfa para não ser extinta.

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Tabaco mata mais de 7 milhões por ano, diz OMS

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O tabaco mata, por ano, mais de sete milhões de pessoas no mundo, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta terça-feira, em razão do Dia Mundial Sem Tabaco. No documento, a instituição avaliou o impacto do consumo da substância na saúde, na economia e no meio ambiente e defendeu a proibição da propaganda e o aumento dos preços e impostos sobre o produto, como forma de reduzir seus males.

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Entenda os números da violência no Brasil

Belém, Pará
Em 15 anos, as mortes violentas tiveram um aumento expressivo na cidade, agora chegam a quase 900. A taxa por grupo de 100 mil habitantes, já é quase o triplo.

 

Manaus, Amazonas
A maior cidade da região norte também viu um aumento da violência em 15 anos. Manaus faz muito mais vítimas atualmente do que no ano 2000. E a taxa de mortes violentas passou de 32 para 55.

 

Sergipe
No estado mais perigoso do Brasil, a taxa de mortes violentas é o dobro da média nacional.

 

Cenário no Brasil
De cada 100 mortes violentas no Brasil no ano 2000, 58 foram no Sudeste e 26 no Norte e Nordeste. Em 2015, 40 de cada 100 mortes foram no Norte e Nordeste e 28 no Sudeste. Os números de 2015 mostram que uma região se tornou a menos violenta e as outras duas as mais violentas do país.

 

PORTAL G1

Violência se torna epidemia e registra recordes anuais de mortes no Brasil

O pesadelo é de verdade para muitas famílias do Norte e do Nordeste do Brasil. A violência disparou nessas regiões. No ano 2000, elas tinham taxas próximas de 20 mortos por 100 mil habitantes. A do Sudeste era 38. Quinze anos depois, as taxas do Norte e do Nordeste tinham dobrado. E a do Sudeste caído pela metade. Os conflitos se espalharam pelo país e fazem vítimas onde, até pouco tempo atrás, a população ainda se sentia segura. PORTAL G1

Consumo de 'rebite' ainda desafia a segurança em rodovias brasileiras

Consumo de 'rebite' ainda desafia a segurança em rodovias brasileiras

  Luiz Carlos Murauskas/Folhapress  
Tráfego em trecho da rodovia Presidente Dutra, em Guarulhos (SP)
Tráfego em trecho da rodovia Presidente Dutra, em Guarulhos (SP)

O consumo de álcool e drogas é uma das principais causas de acidentes graves nas estradas, mas, se as operações tipo Lei Seca se tornaram corriqueiras contra as bebidas, ações mirando outros tipos de entorpecentes ainda são uma dificuldade para as autoridades por conta de sua logística mais complexa. Com o objetivo de combater os entorpecentes entre motoristas profissionais, uma lei de março de 2016 tornou obrigatório um exame toxicológico para a obtenção e renovação da habilitação nas categorias C, D e E, que abrangem ônibus e caminhões.

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Trânsito no Brasil mata 47 mil por ano e deixa 400 mil com alguma sequela

Trânsito no Brasil mata 47 mil por ano e deixa 400 mil com alguma sequela

  Zanone Fraissat/Folhapress  
O estudante Guilherme Mariano da Silva, que faz reabilitação na Rede Lucy Montoro, em São Paulo
O estudante Guilherme Mariano da Silva, que faz reabilitação na Rede Lucy Montoro, em São Paulo

O caminho era o mesmo todas as sextas-feiras. Guilherme Mariano da Silva já estava acostumado: saía à noite de Boituva, onde fazia faculdade, e dirigia por 121 km até São Paulo. O estudante costumava ser prudente ao volante, mas, aos 20 anos, não levava os riscos tão a sério. Tanto que, dez meses atrás, não se preocupou com o sono que o abatia antes de pegar a estrada. Só queria voltar logo para casa.

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