Nunca houve nem haverá criminosos como os irmãos Joesley e Wesley
Nunca houve nem haverá criminosos como os irmãos Joesley e Wesley
| Zanone Fraissat/Folhapress | ||
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| Wesley Batista (esq) e Joesley Batista (dir), os irmãos donos da JBS |
Nunca houve nem haverá criminosos como os irmãos Joesley e Wesley Batista, os controladores da J&F. Escrevi em meu blog que eles não se fizeram poderosos vendendo boi, frango ou porco. Sua principal mercadoria é gente! Eles se tornaram multibilionários traficando a carne barata dos brasileiros "pobres de tão pretos e pretos de tão pobres", como já cantaram Gilberto Gil e Caetano Veloso, que agora virou animador de comícios golpistas.
Ao citar Lava Jato, petista fala em ‘palhaçada’
Ricardo Galhardo, enviado especial, e Vera Rosa, O Estado de S.Paulo
02 Junho 2017 | 00h57
BRASÍLIA - No primeiro dia do Congresso Nacional do PT, nesta quinta-feira, 2, em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “já provou sua inocência e, agora, é a hora de a Lava Jato provar sua culpa”. O petista, que é réu em duas ações penais e alvo de uma denúncia no âmbito da operação, disse ainda que é preciso “parar com essa palhaçada”.
Cinco equívocos da demanda por eleições diretas
Muita gente defende eleições diretas para a escolha do novo presidente da República, na hipótese de antecipação do término do mandato de Michel Temer por renúncia, cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou impeachment.
Temer é prova de que ‘projeto torniquete’ falhou
Na sua primeira entrevista como ministro da Justiça, Torquato Jardim fez comentários bem comportados sobre a Lava Jato. Disse que a operação é um marco civilizatório. É um programa de Estado, não de governo. É coisa da sociedade brasileira. O novo ministro deixou em aberto, porém, a possibilidade de trocar o comando da Polícia Federal. Disse que estudará o tema com serenidade.
Chance de vingar a eleição direta tende a zero
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou proposta de emenda constitucional que abre brecha para a realização de eleição direta caso Michel Temer caia. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo. Se você não quer fazer papel de bobo, está autorizado a exclamar: “Me engana que eu gosto!”
Tão perto, tão longe - *Fernão Lara Mesquita, O Estado de S.Paulo
O Brasil do trabalho foi pego mais uma vez no fogo cruzado das facções em disputa pelo Brasil dos impostos e dos subsídios. Quem é Michel Temer e o que é a política num país com as regras do nosso, isso o Brasil inteiro sempre soube, antes e depois de o destino tê-lo feito presidente. Assim como sabe agora que nada tem que ver com combate à corrupção a sua queda na esparrela do Jaburu na véspera da votação das reformas que pela primeira vez na história tocariam nos “direitos adquiridos” daquele milhãozinho de marajás que custa mais que 32 milhões de brasileiros aposentados somados, extinguiriam o imposto sindical e desmontariam a indústria do “trabalhismo de achaque”.



