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O PT fora de órbita - ISTOÉ

Há um mundo paralelo chamado Petelândia. Nele, o ex-presidente Lula não é alguém encarcerado por corrupção, mas um preso político. Na Petelândia, as eleições do ano passado foram ilegítimas pela não participação de Lula. Nesse universo à parte, porém, a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela foi legítima, apesar de dois de seus adversários terem sido presos para não concorrer, o que gerou contestação até da Organização dos Estados Americanos (OEA).

 

Na Petelândia, o terrorista Cesare Battisti é uma vítima de governos autoritários, apesar de a Itália ser um país democrático e sua extradição ter sido defendida até mesmo pelos partidos italianos de esquerda. O problema para o PT é que há um mundo à margem da realidade e nele a direção do partido vem tomando iniciativas baseadas nessa percepção ilusória que lhe rende cada vez mais prejuízos políticos. Suas lideranças vivem no mundo da lua.

 

A maior distrofia política do partido aconteceu na posse de Jair Bolsonaro, eleito democraticamente, inclusive com o respaldo do próprio PT, que disputou o segundo turno contra ele, e deu legalidade ao processo. O PT se recusou a participar da solenidade de posse do novo governo do Brasil, mas a presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmman, tomou um avião e foi para Caracas prestigiar a posse de Maduro. Ao insistir num segundo mandato usurpado, Maduro mantém a população venezuelana na maior crise humanitária do continente e mesmo assim o PT foi bater palmas para o ditador Maduro, que não é reconhecido nem mesmo pelo Grupo de Lima, incluindo Brasil e Argentina.

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Chuvas no Ceará devem ficar em torno da média em 2019, aponta prognóstico da Funceme

A Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme) divulgou, na manhã desta sexta-feira (18) o prognóstico para a quadra chuvosa de 2019. O órgão avaliou um cenário favorável para chuvas em torno da média histórica, minimizando cenários negativos estimados nos últimos meses.

Reservatórios cearenses estão com apenas 10% da capacidade; há um ano, tinham cerca de 7%

Prognóstico: em 11 anos, previsão da Funceme se confirmou em 8 vezes

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Há 220 anos, Ceará se emancipava de Pernambuco

12:27 | 17/01/2019
Em 1799, Ceará libertava-se do domínio institucional pernambucano imposto pela Coroa Portuguesa. Com independência, o Estado passou a se beneficiar com produção de algodão e com a Revolução Industrial europeia (Foto: Tatiana Fortes/O POVO)
Hoje politicamente e culturalmente forte, o Ceará teve o início de sua história marcado pela subordinação e obediência à potência de Pernambuco. Ligados institucionalmente pela Coroa Portuguesa, ambos os estados ainda eram tratados como capitanias hereditárias. Mas como o desabrochar de uma flor, os rumos cearenses foram contornados, ganhando novo horizonte: o europeu. Em 1799, com olhares voltados para a Revolução Industrial na Inglaterra, o Siará comemorou sua emancipação, a qual é celebrada nesta quinta-feira, 17, 220 anos depois.

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Padre Reginaldo Manzotti envia mensagem de paz ao Ceará

Padre Reginaldo Manzotti enviou uma mensagem de Paz especial ao Ceará.  O sacerdote curitibano recebeu o título de cidadão cearense em 2015.

Padre Reginaldo Manzotti em evento no Aterro da Praia de Iracema, em Fortaleza.

Para o seu programa de rádio, transmitido para mais de 1500 emissoras, diariamente, em todo o Brasil, o sacerdote gravou uma súplica.

Acompanhe a oração

Queridos filhos e filhas quero colocar em oração todo o povo amado do Estado do Ceará. Nos últimos dias, o Estado vem sofrendo uma onda de violência e muitas pessoas estão sendo afetadas.

Quero me unir a cada morador. Senhor fazei entrar a paz em nossas famílias e cesse a violencia. Senhor fazei entrar a paz em nossas famílias. Ó Príncipe da Paz peço-Lhe por todo povo cearense.

Que haja união, compreensão e amor.  De modo especial, coloco na Sua presença o meu pedido: que a paz se instale no Ceará. Amém!“.

 

Nas redes sociais, padre Reginaldo Manzotti publicou uma versão da oração de São Francisco pedindo pela paz, acompanhada de uma foto no evento Evangelizar é Preciso, realizado no Aterro da Praia de Iracema.

MP determina ‘pente-fino’ no INSS e muda regra para concessão de benefícios

BRASÍLIA — A medida provisória(MP) que será editada pelo presidente Jair Bolsonaro para combater fraudes e privilégios naPrevidência Social prevê um novo pente-fino em benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Passarão por revisão auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, o auxílio-reclusão, na pensão por morte e no Benefício de Prestação Continuada (BPC). O texto, que deve ser publicado na sexta-feira, também altera regras de concessão de alguns benefícios.

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que as regras estipuladas podem fazer com que o governo economize entre R$ 17 bilhões e R$ 20 bilhões por ano. De 2016 a 2018, o governo Michel Temer também fez um pente-fino em benefícios concedidos pelo INSS, focando as perícias nas aposentadorias por invalidez e nos auxílios-doença.

 

A MP endurece as regras para a concessão de benefícios como o auxílio-reclusão, pago às famílias de detentos. O texto cria uma carência de 24 meses para a concessão do auxílio. Com isso, o benefício só será pago se o segurado tiver contribuído para o INSS por dois anos.

 

O texto prevê que pessoas que receberam benefícios indevidamente devolvam o dinheiro à União. Caso contrário, serão inscritas em dívida ativa e terão o valor descontado caso venham a requerer algum outro benefício futuramente. Atualmente, o pagamento do benefício é apenas suspenso em caso de fraudes.

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O fim do mundo que só eu vi?

Rubens Figueiredo / folha de sp

Cada um sacode como pode. O ex-ministro da Educação do governo Dilma Rousseff Renato Janine Ribeiro escreveu nesta Folha um artigo ("Qual é a coalizão do governo Bolsonaro", 16/1) no qual afirma que fazia tempo que o Brasil não se encontrava tão perto da entropia, da possibilidade de se inviabilizar, de entrar em colapso "para sempre".

Escreveu também que a direita só ganha com outsiders, colocando no mesmo balaio Jânio Quadros, Collor, Bolsonaro e, pasme, FHC.

O filósofo está muito impaciente. Afinal, Bolsonaro tem 15 dias de governo. Mas o momento no qual o Brasil esteve muito, mas muito mais perto mesmo, de se inviabilizar, de entrar em colapso para sempre, foi exatamente no governo Dilma, ao qual Janine Ribeiro serviu. A sucessão de disparates é inigualável. Para se ter ideia, entre 2007 e 2014, os gastos do governo federal cresceram cerca de 50% acima da inflação!

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