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O filho será sacrificado?

Marcelo Rubens Paiva / O ESTADO DE SP

21 Janeiro 2019 | 18h47

 

 

O que acontece no Brasil hoje me remete a um fato bíblico notório.

Que resultou no nascimento de um Messias.

Deus pediu a Abraão para sacrificar o filho Isaac.

Ateus consideram a crueldade a prova de que a Bíblia mente ou Deus não existe.

“Como pode haver sacrifício e teste atroz impostos a um pai?”

O escritor e teólogo Kirk Durston sugere outro olhar.

Primeiro, Deus quer transformar Abraão, para ele ser outra pessoa. Que ele, ao temer Deus, O valorize mais do que todas as pessoas, até o próprio filho. Que Abraão O reverencie acima de tudo.

O teste pouco importava, diz Durston. A transformação de Abraão, a decisão ao sacrifício e se tornar um outro homem é que vale.

Não foi o caso de aprender um fato que anteriormente era verdade, mas desconhecido para Deus, mas um caso de um novo estado de coisas que não existia até o momento da decisão de Abraão.

Finalmente, Deus disse a Abraão que, por conta da decisão, ele seria abençoado, seus descendentes seriam multiplicados, todas as nações do mundo seriam abençoadas.

Uma pequena intervenção feita por Deus mudou sutilmente um homem, em como ele via o mundo e interagia com outras pessoas.

Tais mudanças tiveram consequências e levaram ao nascimento de Israel e à chegada de Jesus, Messias.

Um pequeno evento mudou radicalmente o futuro do mundo.

“Nunca foi a intenção de Deus que Abraão realmente sacrificasse seu filho. Em vez disso, o que temos nesse relato é um vislumbre de como Deus orquestra a história com pequenas mudanças no passado que levam a grandes mudanças no futuro. Também é um exemplo de como Deus nos dá pistas no passado sobre o que acontecerá no futuro. Cerca de 2.000 anos depois, na mesma montanha, o próprio Deus, na pessoa de Jesus, o Messias, assumiu o lugar da Humanidade no altar para satisfazer as exigências da justiça perfeita, para que Ele pudesse cumprir as exigências do amor perfeito, para cada pessoa depositar sua confiança em Cristo para o perdão dos seus pecados, e para a vida eterna”, conclui Durston.

Agora, esperar para ver o que uma família Messias de outro continente, outro hemisfério, decide.

Se sacrifica para abençoar uma nação ou não.

O peso da coroa na balança

José Nêumanne / O ESTADO DE SP

21 Janeiro 2019 | 18h49

 

Para tentar reduzir suas penas, Cabral quer fazer delação premiada de figurões da Justiça, mas não encontra advogados para isso. Foto: Fábio Motta/Estadão

 

Exemplo claro de que normalmente quem detém a coroa consegue safar-se de qualquer apuro, por mais complicado que possa parecer, é a recente decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, em plantão no recesso do fim de ano, de, a pedido do deputado estadual fluminense e senador eleito pelo PSL Flávio Bolsonaro, primogênito do presidente da República, suspender a investigação de seu ex-motorista e segurança Fabrício Queiroz, PM aposentado, para apurar movimentação financeira atípica constatada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), hoje sob o ministro da Justiça, Sergio Moro. As investigações serão suspensas até o relator, ministro Marco Aurélio Mello, se pronunciar. Dilma, rainha deposta, denunciada por Palocci, poderá ser presa a qualquer momento, mas a investigação sobre o herdeiro do trono foi suspensa.

E aí, Moro, como é que fica? Vai levar uma bola nas costas ou apurar o assunto? O silêncio só se justifica se a desconfiança gerada for a melhor explicação encontrada. Ficou patente que houve desvio de verbas pela família para atender às despesas sem se lançarem nas mãos das empreiteiras. Se sair, Sua Excelência pode acabar com o governo que o povo escolheu para limpar o Brasil e fazer as reformas necessárias. Se ficar e mandar investigar a primeira-dama, poderá derrubar o governo  e cair junto. A geometria da situação só admite uma saída: a bola autodirigida às próprias costas. Ou seja, procurar para não achar. Lula usou esse expediente de forma recorrente. É o dilema  da lei contra a coroa.

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Metade das prefeituras gasta na saúde menos de R$ 403 ao ano por habitante

Levantamento divulgado hoje (21) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) revela que cerca de 2.800 municípios brasileiros gastaram menos de R$ 403,37 na saúde de cada habitante durante o ano de 2017. A análise mostra que esse foi o valor médio aplicado por gestores municipais com recursos próprios em Ações e Serviços Públicos de Saúde declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops).

De acordo com os números, municípios menores, em termos populacionais, arcam proporcionalmente com uma despesa per capita maior. Em 2017, nas cidades com menos de 5 mil habitantes, as prefeituras gastaram em média R$ 779,21 na saúde de cada cidadão – quase o dobro da média nacional identificada.

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FMI prevê PIB menor do Brasil em 2018, mas melhora projeção para 2019

Por Taís Laporta, G1

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu sua estimativa de crescimento do Brasil em 2018, mas melhorou a estimativa para este ano. A informação foi divulgada no relatório Perspectiva Econômica Mundial, apresentada nesta segunda-feira (21) durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

Para 2018, o fundo passou a prever uma expansão de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil – contra 1,4% projetados em outubro do ano passado. É a terceira vez seguida que o FMI piora a estimativa para a economia brasileira em 2018. O resultado oficial será conhecido no dia 28 de fevereiro, quando será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE).

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Dez dias antes de acabar, janeiro já é o mais chuvoso desde 2016

01:30 | 21/01/2019
No último sábado, foi registrada 
a maior chuva do ano em Fortaleza AURÉLIO ALVES
No último sábado, foi registrada a maior chuva do ano em Fortaleza AURÉLIO ALVES

Com as chuvas no último fim de semana, o Estado já superou o volume esperado para todo o mês de janeiro, sendo o mais chuvoso desde 2016, quando foi anotada marca de 191,8 mm. Segundo dados parciais da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), atualizados às 19h de ontem, o volume acumulado neste ano no Estado já é de 106,3 mm, o que representa 7,6% a mais que a média histórica para para o mês (98,7 mm).

Nos janeiros dos últimos dois anos, a situação das chuvas foi mais crítica e parecidas. Em 2018, foi verificado volume de 68,1 mm, e, em 2017, foi anotada marca de 68,3 mm. Os valores são, respectivamente, 31% e 30,8% abaixo do esperado.

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